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Ao amamentar, a mãe deve ter cuidado com a postura

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É muito comum ouvir mães de bebês reclamarem de dores na coluna quando a criança começa a ganhar peso.

São bebês que ainda amamentam, recebem colo o dia todo e é nesse momento que essa queixa se torna generalizada nos consultórios médicos.

As transformações do corpo incluem a movimentação dos ossos da coluna

– As transformações do corpo para abrir espaço para o desenvolvimento do feto no útero durante a gestação incluem a movimentação dos ossos da coluna. Após o parto, ainda com os ossos e músculos voltando a seus lugares, a mãe já entra na maratona de carregar o bebê. Essas dores podem se transformar em um problema crônico – afirma o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

O médico do CREB dá uma dica importante de ser seguida pelas mães: se acomodar corretamente sobre um sofá ou uma cadeira, ou mesmo na cama, para amamentar o bebê. Ele diz que é muito importante ter muito cuidado com a postura na hora de amamentar.

– Muitas mães amamentam o bebê em pé, mal sentadas, sem qualquer preocupação com sua postura e sua coluna.

Infelizmente, isso é muito comum. É um grande erro. Os bebês crescem, ficam pesados e o ato de amamentar passa a ficar um pouco mais complicado. É preciso ter atenção a isso. Procurar um especialista, para evitar que o problema se torne crônico é fundamental. Há um acessório chamado babysling, que prende o bebê ao corpo da mãe para ser transportado no colo. É uma excelente opção. As mãos e os braços da mãe ficam livres para as tarefas necessárias. O bebê fica ainda mais seguro.

É preciso verificar se a costura está em bom estado e se o pano não está cobrindo o rosto do bebê. Este acessório não é adequado para uso ao andar de bicicleta e no carro o correto é utilizar a cadeirinha. Se a mãe optar pelo acessório por um longo período, recomendo que se faça um alongamento antes e depois – diz o Dr. Marcio.


Atividade física é fundamental na terceira idade

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O Brasil está envelhecendo. Segundo o IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – o país conta, hoje, com uma população de aproximadamente 21 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Esse número irá pular para 30 milhões, segundo o órgão, até 2025, o que representará nada menos do que 13% da população brasileira. Tais estatísticas ganham ainda mais importância quando se somam a estatítica da Organização Mundial da Saúde – OMS – garantindo que cerca de 5 a 10% da população com idade acima de 60 anos sofre algum tipo de acidente doméstico grave.

Segundo Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o crescimento da população de terceira idade no país trouxe consigo a discussão sobre qualidade de vida nesta fase. “Percebemos no país um aumento da conscientização, por exemplo, da necessidade de uma alimentação adequada e da prática de exercício físico regular na terceira idade. Isso é essencial, porque nessa fase da vida os músculos ficam mais frágeis, assim como os ossos, e as quedas são comuns e podem ser fatais. Uma pessoa sedentária de 60 anos tem uma considerável redução da força nos membros inferiores, com diminuição da velocidade do andar e perda de equilíbrio, o que aumenta a incidência de quedas e fraturas. A prática de exercício físico deve ser regular, porém supervisionada por um médico especialista. Com certeza, o exercício regular pode reverter essa perda de força e irá ajudar a proteger o idoso de acidentes no dia a dia”, explica o Dr. Eduardo Sadigurschi.

Segundo o médico do CREB, a falta de condicionamento físico compromete atividades simples e prazerosas do dia a dia, como se vestir, ir na rua para comprar um jornal ou mesmo brincar com os netos. “Os exercícios de flexibilidade e o treinamento de força são fundamentais para melhorar a sustentação muscular, o amortecimento de impactos e para reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor de uma pessoa da terceira idade. Além disso, reforça o equilíbrio e tem efeito direto na autoconfiança. A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, obesidade e o diabetes”, ensina ele.


Boa postura é fundamental para a saúde da sua coluna

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Se não bastasse o bem que faz, andar com a coluna ereta passa para as pessoas uma imagem muito positiva e transmite elegância. Esse é o resultado de uma pesquisa realizada pelas universidades do Sul da Califórnia e de Toronto, publicada essa semana na revista “Journal of Experimental Social Psychology”. Em suma, os autores da pesquisa concluem que além de fazer bem para todo o corpo e reduzir a sensibilidade à dor, uma postura ereta faz a pessoa se sentir mais poderosa e forte emocionalmente.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 80% de toda a população mundial sentiu, sente ou sentirá dor na coluna. E essa queixa, que antes era comum acontecer após os 40 anos, hoje acontece cada vez mais com adolescentes e jovens. Essa pesquisa reforça a ideia de que a postura correta eleva o nível de testosterona, que aumenta a tolerância à dor, e reduz o de cortisol, o hormônio do estresse”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Marcio Taubman

O ortopedista do CREB ressalta que dicas simples em casa, no trânsito e no trabalho podem evitar dores e problemas na coluna. “Obviamente que é muito importante manter um peso correto, congruente com sua altura, além de praticar exercício físico regular, para fortalecer a musculatura. Má postura, inclusive durante o sono, exercícios mal feitos, repetição de movimentos e hereditariedade são as principais causas de dores nas costas. Mas algumas dicas são fáceis de serem seguidas e devem ser adotadas por todos”, diz ele.

– Medicamentos devem ser usados, sim, mas somente com receita, orientação médica e tão somente para aliviar a dor em períodos de crise. Não se pode mascarar o problema com antiinflamatórios. E remédios não são isentos de efeitos colaterais, como gastrite e problemas nos rins. Usamos no CREB protocolos que envolvem RPG, acupuntura, hidroterapia, pilates e fisioterapia que devolvem ao paciente a qualidade de vida perdida. O médico, após avaliaçao clínica, deverá propor um tratamento adequado e personalizado para o paciente. Nossos protocolos, através de alongamento, fortalecimento muscular concêntrico, traz também relaxamento muscular – diz Taubman.

Para propor o melhor tratamento, o médico deverá avaliar clinicamente, de forma detalhada, e complementar se necessário com exames de imagens, além de testes laboratoriais. Entre as principais reclamações está a lombalgia, comum em pessoas ansiosas e estressadas “Ela pode ser causada por contraturas musculares, artrose, estreitamento do canal lombar, traumatismos, hérnia, infecções, osteoporose e outras doenças reumatológicas. Além da dor pode haver sintoma de dormência e fraqueza das pernas ou dos pés. Já o bico de papagaio, nome popular da osteofitose, também é muito comum nos consultórios médicos. “Trata-se da formação óssea anormal na proximidade das articulações das vértebras devido à sobrecarga local. Dores fortes e sensação de queimação nas costas são alguns de seus sintomas”, explica.

– Nesses casos, a prática de RPG geralmente associado a outros procedimentos como fazemos no CREB traz excelentes resultados – diz o médico Marcio Taubman – Cuidar da postura é fundamental. Você pode viver bem, feliz e sem dor.



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