CREB apóia curso da SRad-RJ sobre cabeça e pescoço
A Sociedade de Radiologia do Rio de Janeiro – Srad-RJ – dá continuidade ao seu curso Professor Abércio Arantes Pereira, desta vez com o módulo de Cabeça e Pescoço, cuja parte I acontece no dia 01 de outubro e a parte II no dia 8 de outubro. No módulo I, os temas são “seios da face – anatomia e doenças”, “laringe”, “tireóide e partireóide”, “Globo ocular e órbita” e “cavidade oral e orafaringe”. Já o módulo II traz os temas “pescoço – espaços e lesões”, “cadeias linfonodais e linfonodopatias”, “mastóide – anatomia e lesões”, “trauma da face”, “glândulas salvares” e uma aula surpresa. O evento acontece no auditório próprio do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –, que apóia todos os cursos da sociedade. As inscrições podem ser feitas on-line, em www.srad-rj.org.br. A coordenação do curso é do Dr. Carlos Eduardo Lassance Cabral e Dra. Ana Célia Koifman. O CREB fica na rua Voluntários da Pátria, 408, Botafogo.
Curso da SRad-RJ no CREB
Acontece no dia 7 de maio, sábado, das 8h30m às 16hs, no auditório do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – o Curso Prof. Abércio Arantes Pereira – Módulo de Pediatria. A coordenação do curso, que tem apoio científico do CREB, é da Dra. Eloá Nunez. No programa, investigação das patologias pulmonares na infância; Avaliação da infecção urinária e das patologias obstrutivas e congênitas do trato urinário na infância (ambos com a Dra. Tatiana Fazecas); patologias do tubo digestivo (Dra. Eloá Nunez); USTF – técnicas e indicações (Dr. Geraldo Juca); Patologia dos seios da face (Dra. Marilene Paschoal) e oncologia pediátrica – avaliação por imagem (Dra. Eloá Nunez). O curso é voltado para acadêmicos, residentes e médicos. A promoção é da Sociedade de Radiologia do Rio de Janeiro. Mais informações em www.sbrad.org.br.
Mulheres obesas são mais suscetíveis a fibromialgia
Fibromialgia ligada a falta de exercícios físicos e alto IMC.
Cientistas da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia realizaram uma ampla pesquisa e chegaram a conclusão que um elevado Índice de Massa Corpórea (IMC) e a falta de exercícios físicos podem estar associados ao desenvolvimento de fibromialgia. Ou seja, mulheres obesas são mais suscetíveis à doença.
Segundo a pesquisa, mulheres que se exercitavam regularmente, ao menos quatro vezes por semana, apresentaram um risco 29% menor de desenvolver a fibromialgia. “A fibromialgia é uma síndrome dolorosa não-inflamatória, caracterizada por dores musculares difusas, fadiga, cansaço e dor em pontos dolorosos específicos sob pressão. De fato, a redução do tônus muscular simpático – um dos responsáveis pelas batidas do coração – é um sintoma observado tanto em pacientes obesos quanto naqueles com fibromialgia.
Essa é a hipótese que sustenta esta pesquisa. Não há, ainda, uma explicação exata para a relação direta entre o alto índice de IMC e a fibromialgia, mas estudos sugerem que as citoquinas (proteínas inflamatórias) e os problemas relacionados ao sistema hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA) podem ser a chave para tal relação”, explica o Dr. Sérgio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo ele, o importante desse estudo é que reforça a tese de que as pessoas que praticam exercícios físicos regularmente estarão mais preparadas para combater doenças que atinjam o conjunto muscular-esquelético, como a fibromialgia.
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