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Osteoporose: é preciso evitar a fratura e a refratura

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O número de pacientes com osteoporose, que sofrem fraturas secundariamente, tem crescido bastante e é um tema que merece toda a atenção possível. Segundo o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – as pri...

O número de pacientes com osteoporose, que sofrem fraturas secundariamente, tem crescido bastante e é um tema que merece toda a atenção possível. Segundo o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – as principais regiões atingidas, nesses casos, são a anca, a coluna e os punhos, além do ombro e do joelho.

“O número de fraturas do colo do úmero é muito alto. Isso provoca sofrimento e incapacidade para os pacientes e tem um impacto socioeconômico muito alto. Por isso, iniciativas como o Prevrefrat, do CREB, são tão importantes. Pacientes como osteoporose têm predisposição para fraturas diversas, já que têm a massa óssea comprometida. É muito importante que se tratem regularmente, que sigam exatamente o tratamento proposto pelo médico, com medicação, alimentação rica em cálcio e a prática regular de exercício físico, orientado, além de tomar banho de sol pela manhã ou à tarde. É preciso evitar a refratura à todo custo”, afirma ele.

O Dr. Bernardo diz que o primeiro passo é, naturalmente, ter a doença diagnosticada, e para isso o CREB conta com um moderno exame chamado Densitometria Óssea, que mostra o estado dos ossos, principalmente no que se refere à quantidade de cálcio. “As mulheres tendem a sofrer de osteoporose mais cedo, por conta da baixa hormonal na fase da menopausa, que faz com que percam massa óssea em média dez anos antes dos homens. Este exame – a densitometria óssea – é muito importante pois detecta a possibilidade de fratura de quadril nas pessoas em um horizonte de dez anos. Com os resultados deste exame, é possível fazer um intenso trabalho de prevenção”, comenta o médico do CREB.

A prevenção de uma fratura baseia-se no diagnóstico e tratamento adequado

Ele pontua que a osteoporose se caracteriza pelo enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis a pequenos traumas. “A osteoporose é uma doença caracterizada pela perda de massa óssea e risco de fratura, acometendo principalmente mulheres na pós menopausa e homens após 70 anos de idade. A prevenção de uma fratura baseia-se no diagnóstico e tratamento adequado da doença. A avaliação da marcha e do equilíbrio torna-se fundamental nesses pacientes, sendo a Baropodometria Dinâmica Computadorizada um exame que permite identificar alterações da marcha e sua correção”, afirma ele.

Programa de Prevenção a Refraturas CREB

O CREB disponibiliza o Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – que tem a chancela do Agência Nacional da Saúde – ANS. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Segundo o Dr. Bernardo, o Prevrefrat CREB adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. “A aplicação destes protocolos por nossos especialistas no CREB, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes”, garante ele.


Artigo publicado do Dr. Bernardo Stolnicki sobre osteoporose

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The guidelines for treating osteoporosis do not differentiate between osteoporotic patients who have had a prior fracture and those who have not. They only recommend that patients with prior fractures should be treated. For example, the drugs recommended as first- and second-line are the same.

On the other hand, there are well-defined criteria for changingmedication in case of treatment failure. The occurrence of one or more fractures during treatment is considered as treatment failure. However, there is no indication that these criteria may be used in patients with prior fractures without pretreatment.

The site of the fracture makes a difference. A vertebral fracture increases the chance of another fracture 4-fold; while a fractured wrist increases it 2-fold. Some fracture liaison services (FLS) consider that the cost-benefit balance of starting secondary prevention after a fractured wrist is not positive.

Others include this type of patient (which is what I usually do). Ankle fractures, in this respect, are comparable to wrist fractures. However, there are no questions in relation to fractures of the hip and proximal humerus. Recommendations for physical activity and rehabilitation are directly linked to the type of prior fracture and the possible limitations its sequelae can impose.

Prevention of falls is critical in both primary and secondary prevention, as is ruling out the causes of secondary osteoporosis. Long-term safety and effective antifracture drugs must be used and adequate calcium and vitamin D supplementation required. What must differ in our approach to a patient who has already had an osteoporotic low-trauma fracture compared with another who had no fracture is basically our attitude. The historic low adherence to antiosteoporotic treatment, which in primary prevention is a problem, becomes a catastrophe in secondary prevention because of the high risk of new fractures. The use of oral bisphosphonates is associated with low adherence. In the case of generic alendronate (which is the most used), it is even more obvious and the fractures that occur as a result of this notorious noncompliance are not taken into account when evaluating this apparently cheaper drug.

One of the strategies recommended by the Committee of Scientific Advisors of the IOF (International Osteoporosis Foundation), when referring to treatment failure in osteoporosis, is to replace an oral drug by an injected drug. There is no doubt that this recommendation is given because injected drugs are used quarterly, semi-annually, or annually, which improves treatment adherence.

The new status quo (the new fracture) requires this type of intervention. However, adherence is still below the desired level. One of the reasons for this lies in the habit of reviewing patients only once per year. There is no other serious illness (and osteoporosis is a serious illness; osteoporosis with fractures even more so) for which the follow-up is only done on an annual basis. This is not the case, for example, for diabetes, arterial hypertension, or heart disease.

The routine in our FLS is that there is a visit every four months in the first year; in the following years, the review is every six months. At each visit blood samples are collected to assess total serum calcium and 25OH vitamin D.

Motivating patients is of the utmost importance. The results of bone densitometry, with their small positive variations, often discourage patients. However, adequate vitamin D replacement demonstrates encouraging and motivating results. Since the majority of fractures occur in the first two years following a fracture, maintaining motivation and adherence is crucial at least in this period.


Exercício físico, alimentação balanceada e banho de sol são fundamentais na terceira idade

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Exercício físico, alimentação balanceada e banho de sol são fundamentais na terceira idade

Praticamente metade da população idosa do país sofre de alguma doença crônica, como diabetes, câncer, reumatismo ou problemas cardiovasculares. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nada menos do que 48,9% dessa população têm doença crônica. A hipertensão é a primeira da lista, com 50%. Dores na coluna e artrite ou reumatismo também são muito comuns, afetando 35,1% e 24,2%, dos idosos, respectivamente.

Um tratamento amplo e personalizado, com medicação, atividade física regular, banho de sol e protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e RPG pode, porém, devolver uma parte da qualidade de vida naturalmente perdida, garante Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

  • A idade é certamente um dos fatores que contribuem para essa condição. Anos e anos de má postura certamente provocam a alteração do funcionamento musculoesquelético do idoso. As doenças degenerativas, por sua vez, têm impacto na postura, ainda que seus efeitos não sejam sobre o esqueleto ou grupos musculares, porque podem desencadear um mecanismo de compensação. O idoso sente dor ou desconforto ao realizar um movimento e isso irá alterar o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Isso compromete as demais articulações e modifica o equilíbrio físico. Um joelho afetado pela artrite, por exemplo, pode alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços – explica o Dr. Eduardo.

Tratamento personalizado

O médico do CREB diz que o tratamento deve ser absolutamente personalizado, levando em consideração os aspectos pessoais do paciente. Ele determina que o primeiro passo para a busca de uma melhor qualidade de vida é praticar exercício físico regular e se alimentar de forma saudável e optando por uma comida balanceada.

  • A dieta deve ser rica em cálcio. Há uma série de alimentos, além do leite, que são recomendáveis para o idoso. Já o sedentarismo traz ainda mais rigidez para s articulações. Então, se exercitar é fundamental. O exercício físico traz força para os músculos, melhora a condição física e até o equilíbrio, que é afetado com a idade. Estas são condições básicas na busca por uma qualidade de vida melhor: se exercitar, comer bem e, ainda, tomar banho de sol regularmente. Procurar um especialista é fundamental. O médico irá propor um tratamento individualizado, que certamente trará resultados muito positivos – garante ele.


Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

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  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

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