Como aliviar suas Dores no Frio?
Você também sente que o corpo “trava” quando o frio chega?
É muito comum que, durante o inverno, pessoas sintam mais dores nas articulações. Isso acontece porque o corpo reduz a circulação nas extremidades para manter o calor nos órgãos vitais. Resultado: menos sangue chega até músculos e articulações, o que pode causar dor, rigidez e desconforto.
Mas quais são as causas das Dores no Inverno?
Com o frio, o corpo também produz menos líquido sinovial — uma espécie de “lubrificante natural” que ajuda as articulações a se moverem com facilidade. Quando ele fica mais espesso ou escasso, os movimentos ficam mais difíceis e doloridos.
Quais são os sintomas mais comuns?
Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas os mais comuns incluem:
- Dores nas articulações, principalmente ao acordar ou quando ficamos parados por muito tempo, especialmente joelhos, quadris, mãos e coluna;
- Sensação de rigidez, como se o corpo estivesse “duro” pra se mexer.
- Inchaço ou sensibilidade ao toque.
- Dificuldade para fazer movimentos simples, como se abaixar ou subir escadas.
- Sensação de "peso" nas articulações.
Como é feito o diagnóstico da Dor?
Para entender a causa da dor e indicar o melhor tratamento, o ideal é passar por uma avaliação completa, que pode incluir:
- Avaliação clínica: histórico de sintomas, localização e intensidade da dor;
- Exames físicos: para verificar se há rigidez, inchaço ou limitação de movimento;
- Exames de imagem: como raio-X, ultrassonografia para verificar alterações nas articulações;
- Exames laboratoriais: para identificar causas inflamatórias.
Como o CREB pode te ajudar?
O primeiro passo é entender o que está causando as dores. Nossos especialistas fazem uma avaliação completa, e quando necessário, solicitam exames para investigar mais a fundo.
O tratamento pode incluir:
- Movimento na medida certa: exercícios leves como pilates, ajudam muito!
- Aplicação de calor: banhos quentes e bolsas térmicas aliviam a dor e relaxam os músculos;
- Alongamentos diários: especialmente pela manhã, para ajudar a “destravar” o corpo;
- Fisioterapia: para fortalecer os músculos e proteger as articulações;
- Manter-se aquecido, com roupas adequadas e evitar exposição prolongada ao frio.
Em casos de doenças como artrite ou artrose, o tratamento precisa ser ainda mais cuidadoso, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos — e contar com acompanhamento regular de um médico.
Se você já sentiu algo parecido ou quer saber mais sobre prevenção e tratamento, procure um dos nossos especialistas! Cuidar da sua saúde é essencial para manter o desempenho e evitar complicações.
Vamos encontrar o melhor horário para você viver bem, feliz e sem dor!
Estamos prontos para te ajudar.
Chikungunya pode ser gatilho para doenças reumáticas
Após a fase aguda, as dores podem permanecer e evoluir para um quadro de artrite, um tipo de reumatismo muito comum.
Não se fala em outra coisa, senão sobre a pandemia do novo coronavírus, mas há outras questões sobre saúde que continuam em pauta e são muito importantes. Uma delas, que tanto mobilizou os brasileiros há tão pouco tempo, ainda merece toda a atenção: os efeitos da Chikungunya.
“Muitos pacientes acometidos pela doença se queixavam de fortes dores nas articulações e mesmo corretamente medicados não se livraram deste incômodo. Em geral, as dores são nas mãos, nos punhos, nos pés e nos tornozelos, e muitas vezes a dor é tamanha que traz a incapacidade para o desempenho de atividades cotidianas”, alerta a reumatologista Liseth Acochiri Gutierrez, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
As dores provocadas pela Chikungunya podem durar mais tempo
A Dra. Liseth pontua que é muito comum a fase aguda da doença durar em torno de dez dias, com quadro de febre, em torno de 38 graus, dores articulares e sensação de inchaço. “Após este período, as dores podem permanecer e evoluir para um quadro de artrite, um tipo de reumatismo muito comum. Em geral, estas dores articulares podem durar por três meses, mas há muitos casos que a dor se prolonga. A chikungunya pode ser um gatilho para doenças reumáticas inflamatórias crônicas, como a artrite reumatoide, principalmente em pacientes com mais de 60 anos e que já tenham predisposição genética”, alerta a reumatologista do CREB.
Segundo ela, um acompanhamento de um reumatologista é fundamental para pacientes que tiveram ou são acometidos pela chikungunya. “Muitas vezes, as dores são intensas, incomodam bastante e podem até provocar limitações. É preciso iniciar um tratamento medicamentoso e fisioterápico. O reumatologista também vai se certificar que o quadro não evoluiu para uma doença reumática. A fisioterapia é muito recomendada, diria essencial, pois combate a dor e devolve a mobilidade do paciente”, explica a Dra. Liseth.
“É muito comum que aqueles que foram acometidos pela doença também sintam dores fortes e incapacitantes nas articulações dos membros superiores e inferiores, com presença de edema e sensação de dormência nas extremidades. A chikungunya pode, sim, ser um gatilho para o reumatismo, e precisamos estar alertas para essa possibilidade. Também é importante ressaltar que a doença ainda acomete as pessoas, não deixou de existir”, alerta a reumatologista do CREB.
Escolha correta do calçado é fundamental para a saúde dos pés
Nossos pés são compostos por nada menos do que 26 ossos, na maioria pequenos, que têm a responsabilidade de nos levar para lá e para cá, o dia inteiro.
Seria natural, então, que tivéssemos todos os cuidados com eles, mas nem sempre é isso que acontece. A escolha do calçado, por exemplo, jamais pode ser pautada apenas pela questão estética. É fundamental que o calçado seja confortável e adequado ao seu tipo de pé e pisada.
Cuidados na compra do sapato
“As pessoas compram tênis e sapatos geralmente seduzidos pela estética, pela beleza do produto. É um grande erro, pois um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema. Sapatos de salto alto e bico fino, então, são os grandes inimigos da saúde dos pés das mulheres”, afirma o fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, Antônio d’Almeida.
O uso constante do sapato de salto alto e bico fino causa alterações sensíveis na postura e na marcha e, assim, causa dor, desequilíbrio muscular, estresse articular e até degeneração nas articulações.
“O pior é que muitas vezes as mulheres preferem utilizar um sapato menor que o tamanho de seu pé, o que piora em muito a situação. Elas usam o sapato o dia inteiro e acabam se acostumando com a dor. É um grande erro, pois o problema tende a se agravar cada vez mais. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura”, explica o médico.
– Se a pessoa sente dores nos pés, joelho, quadril, tornozelo ou coluna, deve fazer uma avaliação com um especialista. Há um moderno exame, chamado baropodometria dinâmica, que é capaz de oferecer informações precisas, que ajudarão a identificar o diagnóstico e a melhor orientação de tratamento – finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619