CREB participa do Programa Global da Fundação Internacional de Osteoporose - IOF
CREB é destaque internacional, participando do Programa Global da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF)
As três unidades do CREB no Rio de Janeiro participam do programa global da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF) de promoção da saúde óssea e prevenção de fraturas devido à osteoporose. O programa tem como objetivo interromper as fraturas de repetição que ocorrem após o primeiro trauma em pacientes com osteoporose.
Hoje, estima-se que mais de 200 milhões de pessoas no mundo sofrem de osteoporose, provocando uma fratura relacionada à osteoporose a cada três segundos.
"Um paciente com fratura por baixo trauma tem quase quatro vezes maior risco para futuras fraturas. Pacientes com uma fratura vertebral terão novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista do CREB, Haim Maleh.
O Programa de Prevenção a Refraturas do CREB
O Programa realiza o gerenciamento dos pacientes, fornecendo relatórios detalhados e constantemente atualizados de sua evolução clínica. A aplicação dos protocolos globais por nossos especialistas, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares, conferem excelentes resultados ao Prevrefrat CREB na diminuição da incidência de fraturas subsequentes.
O Prevrefrat CREB se enquadra nos programas de promoção à saúde e prevenção de riscos e doenças da Agência Nacional de Saúde (ANS).
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Excesso no uso do Whatsapp aumenta risco de doenças, como tendinite e artrite
O uso excessivo do Whatsapp pode ser prejudicial a nossa saúde, e adolescentes e jovens adultos, os maiores usuários, podem ser os que mais sofrem com essa questão: o uso excessivo do aplicativo de mensagens aumenta o risco de doenças como mialgia, t...
O uso excessivo do Whatsapp pode ser prejudicial a nossa saúde, e adolescentes e jovens adultos, os maiores usuários, podem ser os que mais sofrem com essa questão: o uso excessivo do aplicativo de mensagens aumenta o risco de doenças como mialgia, tendinite e até mesmo artrite.
Síndrome de WhatsAppinite
A principal queixa de quem utiliza em demasia o celular, principalmente digitando mensagens, é a dor na base do polegar e nos pulsos. E se você já sentiu dores assim durante e após longos períodos de digitação, saiba que não está só. Em 2014 criou-se nos Estados Unidos até um termo para o problema: Síndrome de WhatsAppinite, uma referência à tendinite.
“A verdade é que os aparelhos celulares não são totalmente adaptados ao nosso corpo. Usamos o polegar para navegar na internet, para digitar mensagens e comandar o aparelho, de forma excessiva. Recebemos muitos pacientes no consultório com dores no polegar, no pulso e até na cervical, já que inclinamos o pescoço para baixo, para visualizar a tela do aparelho. Há inúmeros casos de tendinite, artrite e mialgia que têm a ver, também, com esse uso excessivo do aparelho”, garante o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O Dr. Antônio sabe bem que o celular é um aparelho indispensável nos dias de hoje, mas ressalta que é preciso ter alguns cuidados para não transformar uma utiliza em um problema de saúde. Ele diz que é necessário fazer uso consciente da tecnologia. Ele recomenda, por exemplo, se em vez de enviar ou responder uma mensagem de texto, não cabe uma mensagem de voz ou mesmo um telefonema.
– O celular tem um recurso que oferece a palavra inteira ao digitar apenas algumas letras. Use isso. Faça pausas regulares no uso do seu celular e demais aparelhos eletrônicos. Se sentir dor, faça uma pausa e consulte um especialista – finaliza ele.
Faça uma caderneta de poupança para seus ossos
Os ossos funcionam como uma caderneta de poupança onde se tornam fortes através da alimentação especialmente rica em cálcio, até cerca dos 25 anos. Daí em diante passa a existir uma perda fisiológica anual, que pode ser prevenida com uma alimentação rica de nutrientes que compõe os ossos.
O ideal é que se consuma diariamente entre 1.000 Mg e 1.500 Mg de cálcio ao dia.Veja a tabela em http://www.bistros.com.br/blog/destaques/faca-uma-caderneta-de-poupanca-para-seus-ossos/
Osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da densidade da massa óssea com consequente enfraquecimento e fragilidade dos ossos e maior possibilidade de fraturas , mesmo após pequenos traumas.
Atinge 10 milhões de pessoas no Brasil e 200 milhões no mundo. Uma a cada quatro mulheres apos a menopausa tem osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fratura em apenas um ano.
É uma doença facilmente diagnosticada através da densitometria óssea, que é um exame indolor, não invasivo e de alta precisão.
Fatores de risco para desenvolver osteoporose:
• Se alguém na sua família tem osteoporose.
• Se você está na menopausa, ou perto dela.
• Se você ou sua mãe entraram na menopausa antes dos 45 anos.
• Se sua dieta é baixa em cálcio. Beber pouco leite.
• Se você fuma cigarros ou consome alguma bebida alcoólica.
• Se usa diuréticos, antiácidos, corticosteróide e/ou tranquilizantes.
• Se toma muito café.
• Se sofre de asma (bronquite), problema na tireoide, artrite ou alergia.
• Se suas menstruações acabaram antes do 35 anos, ou foram interrompidas cirurgicamente.
• Se tem pele clara e baixa estrutura.
• Ser mulher com mais de 45 anos
Fonte:
Dr. Haim Maleh
Reumatologista e Fisiatra do CREB-Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo
Publicado e
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