Congestionamento do trânsito pode fazer mal à saúde dos ossos e músculos do motorista
Comum a todas as metrópoles, o congestionamento do trânsito provoca muito mais do que ansiedade e irritação nos motoristas. Este problema das grandes cidades pode fazer, também, mal à saúde dos ossos e músculos dos motoristas. Fadiga muscular e desga...
Comum a todas as metrópoles, o congestionamento do trânsito provoca muito mais do que ansiedade e irritação nos motoristas. Este problema das grandes cidades pode fazer, também, mal à saúde dos ossos e músculos dos motoristas.
Fadiga muscular e desgaste nas articulações
“Permanecer sentado durante um longo congestionamento certamente sobrecarrega a musculatura e a estrutura óssea da região lombar das costas. Isso pode provocar uma lombalgia, por exemplo. Muita gente diz que já está acostumada com o trânsito pesado, mas os danos podem ser inevitáveis”, garante o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo ele, o movimento repetitivo da troca de marcha pode causar tendinite nos punhos ou bursite na região dos ombros. Por sua vez, o ato de frear e pisar na embreagem repetidamente pode causar dores nas articulações dos tornozelos e nas pernas. O Dr. Marcio sugere que o motorista evite movimentos bruscos com as pernas e faça ao longo do trajeto movimentos lentos e graduais com o pescoço, para a esquerda e para a direita, o que colabora para uma melhor mobilização muscular e da articulação na região cervical.
“Um congestionamento pode ter consequências parecidas a uma longa viagem de avião, com fadiga muscular e desgaste nas articulações. O ideal é o motorista dar uma pequena parada, em um posto de gasolina, por exemplo, sair do carro e esticar as pernas por alguns poucos minutos”, diz o médico.
Não brigue com seu filho porque ele faz xixi na cama. A incontinência urinária tem tratamento
A incontinência urinária diurna pode causar estresse em criança em idade escolar, com grande impacto negativo sobre a sua autoestima.
É extremamente importante identificar o problema e tratá-lo o mais cedo possível. O alerta é da a reumatologista Euriana Travagim Brione, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
As estatísticas apontam que algo em torno de 10% das crianças entre 5 e 6 anos apresentam incontinência urinária durante o dia. Já entre os de 12 a 18 anos, a prevalência diminui para 4%.
- O treinamento do mecanismo urinário varia de criança para criança. O CREB conta com um setor especializado, onde é possível tratar da questão por meio da uroterapia, que traz ótimos resultados e é indicada para crianças com sintomas de disfunção da micção, incontinência urinária durante o dia, urgência miccional e infecções urinárias recorrentes, persistentes mesmo após tratamento conservador adequado, farmacoterapia e/ou intervenções cirúrgicas – explica a reumatologista.
A Dra. Euriana explica que a terapia resultante é baseada sobre o tratamento da incontinência urinária durante o dia, a regulação da ingestão de líquidos e da frequência de micção e tratamento da constipação, se necessário. O objetivo é ensinar a criança a realizar o esvaziamento regular e completo da bexiga, como um processo sistemático em que as reações físicas são trazidas sob controle consciente.
- A criança é educada sobre as funções do sistema urinário, postura correta ao urinar, hábitos alimentares e comportamentais que podem ter consequências negativas (como a pressa, por exemplo), entre outros – finaliza ela.
Estenose na coluna tem tratamento individualizado no CREB
A estenose, também conhecida como estreitamento foraminal, acontece quando há redução do espaço de onde saem as raízes nervosas da coluna para o resto do corpo. Isso acontece normalmente por alterações degenerativas na anatomia da coluna vertebral, c...
A estenose, também conhecida como estreitamento foraminal, acontece quando há redução do espaço de onde saem as raízes nervosas da coluna para o resto do corpo. Isso acontece normalmente por alterações degenerativas na anatomia da coluna vertebral, como por exemplo os osteófitos, também conhecidos como bico de papagaio, que causam compressão das raízes nervosas.
Os sintomas variam de acordo com a região da coluna afetada
“Dor, dormência, formigamento, sensação de queimação ou mesmo de desconforto e fraqueza são os principais sintomas da estenose . Ela pode causar sintomas no pescoço, na mão, nos ombros e braços também. A estenose da coluna lombar, por sua vez, pode causar sintomas na lombar (parte inferior da coluna), nas pernas e pés, nos quadris ou nos glúteos. A natureza dos sintomas varia de acordo com a região afetada da coluna”, explica o ortopedista Marcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Além de medicamentos, o tratamento proposto no CREB utiliza-se de protocolos que incluem hidroterapia, em suas duas piscinas apropriadas para essa prática, RPG, para alongamento da musculatura, e pilates terapêutico, para fortalecimento da musculatura. “Além disso, podemos prescrever a eletroterapia e a acupuntura, que também trazem excelente respostas. Mas vale ressaltar que cada casa é um caso e o tratamento no CREB é individualizado”, garante o Dr. Marcio.
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