TOC tem 75 % a 85% de índice de sucesso e pode até evitar cirurgias
Utilizada em larga escala na Europa e nos Estados Unidos, e cada vez mais conhecida no Brasil, a TOC – Terapia de Ondas de Choque – é hoje o que há de mais moderno, no mundo, no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo, joelho, bursites, fasciíte plantar e esporão de calcâneo. Seus índices de sucesso são inquestionáveis, alcançando 75% a 85% dos tratamentos, e se não bastasse, ainda apresenta outra ponto extremamente importante: o custo, que além de bem menos oneroso do que uma cirurgia, diminui os riscos do paciente com a internação em hospital.
“Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos”, explica o Dr. Antônio D’Almeida, fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, pioneira e uma das poucas clínicas do Rio de Janeiro que disponibilizam a TOC. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões, de 20 a 30 minutos cada. É praticamente indolor e não invasivo. Segundo o médico do CREB, alguns tratamentos podem ser associados à TOC, como a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB.
– A Terapia por Ondas de Choque é líder no tratamento da dor em todo o mundo. Em muitos casos, proporcionará um alívio imediato da dor, bem como uma melhoria na mobilidade e funcionalidade. A maioria das indicações exige apenas de três a cinco aplicações, realizadas com intervalos. É, realmente, um tratamento moderno e extremamente eficaz e muitas vezes até evita a cirurgia – finaliza ele.
Aconselhamento psicológico gratuito para os pacientes
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal. O suporte psicológico caminha...
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal.
O suporte psicológico caminha junto com o tratamento físico
– Na maior parte das vezes, eu, como terapeuta, tento entender o que trouxe o paciente até aqui, para que eu possa ter uma compreensão maior do que esta pessoa espera da terapia. Não há uma fórmula pronta. Acredito que a primeira coisa que precisamos entender quando falamos de iniciar um processo terapêutico é que cada um é um – responde Daniela Maleh, psicóloga do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O CREB é a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece apoio psicológico gratuito para seus pacientes. O serviço é oferecido porque a clínica entende que o processo terapêutico e o suporte psicológico caminham junto com o tratamento físico.
– A equipe CREB entende que o ser humano deve ser visto por completo. Por isso o nosso esforço de sempre continuar nos ampliando e nos aprimorando para atingirmos o nosso objetivo maior, que é possibilitar nossos pacientes viverem bem, feliz e sem dor – diz ela.
Segundo Daniela, na terapia não há como enquadrarmos um sujeito em um determinado quadro, por isso não é bom falar apenas do diagnóstico dele.
– É importante entendermos de onde esta pessoa está vindo e como está chegando para mim. Porém, na terapia, a minha maior preocupação é como este diagnóstico foi recebido e como está sendo viver com ele, por exemplo. Alguns entendem o diagnóstico como um problema ou um peso. O ponto principal da terapia é que este é um momento de liberdade, onde podemos ser nós mesmos e nos compreendermos melhor. Com isso em vista, é muito comum ao longo do processo terapêutico o paciente expressar que achava que nunca conseguiria falar sobre determinado assunto, fato ou sentimento com ninguém. – diz Daniela.
Mais informações na recepção da clínica ou pelo telefone (21) 3182-8282.
Lúpus: doença tem tratamento, mas um reumatologista deve ser consultado
Doença de causa desconhecida e de longa evolução, o lúpus acomete principalmente mulheres, na maior parte das vezes na faixa etária entre os 15 e 35 anos. “O lúpus não é contagioso, tem tratamento e, ao contrário do que acontecia há duas décadas, o prognóstico é hoje muito favorável. Mas é preciso procurar um reumatologista”, explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da UFRJ.
De acordo com ele, os sintomas da doença podem variar de paciente para paciente, mas as principais queixas são dores articulares, manifestações de pele, principalmente nas áreas expostas ao sol, inflamação da pleura e do pericárdio, anemia, alterações dos glóbulos brancos e plaquetas e doença renal. “O diagnóstico da doença é clínico e laboratorial. É fundamental que a paciente se consulte com um reumatologista experiente, que identifique o lúpus e proponha o melhor tratamento”, explica o Dr. Haim Maleh.
O médico do CREB explica que o tratamento varia de acordo com o quadro clínico apresentado, sendo indicado, normalmente, anti-inflamatórios e, em alguns casos, corticoides. “O reumatologista prescreverá os remédios, e faz parte do tratamento uma dieta equilibrada e saudável e a prática de exercícios físicos regulares. Uma orientação muito importante é que a pessoa com lúpus não deve se expor ao sol. É preciso usar sempre bloqueadores solares. E a mulher com a doença pode engravidar, mas é preciso que o lúpus esteja controlado há pelo menos dois anos e que não haja doença renal”, acrescenta o médico.
“Um dos medicamentos que pode ser usado é a Cloroquina, que é também utilizado nas manifestações de pele”, explica o reumatologista. Médicos e cientistas franceses têm avançado na pesquisa de novos medicamentos e anunciaram testes em humanos do medicamento cardiológico clopidogrel. Pesquisas com camundongos afetados por graves formas de lúpus, que ingeriram a substância regularmente, apresentaram melhores condições de saúde das cobaias e prolongamento significativo de sua expectativa de vida. O clopridogrel faz parte da família de medicamentos antiplaquetários, que ajudam a prevenir a formação de coágulos perigosos. Ele é prescrito para reduzir o risco de crise cardíaca (infarto) ou acidente vascular cerebral (AVC).
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