É preciso estar pronto para praticar atividade física
O Brasil está mais obeso. Esta é a principal constatação do “Mapa da Saúde do Brasileiro”, uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, com base em 54 mil entrevistas, que apontou um crescimento nos índices de pessoas com excesso de peso: em 2006, 11,4% dos entrevistados tinham índice de massa corporal (IMC) acima ou igual a 30 (obesidade), enquanto em 2007 esse percentual subiu para 12,9%. Por outro lado, a pesquisa revelou que os hábitos alimentares estão mais saudáveis. O índice de pessoas que comem carne com excesso de gordura caiu de 39,2% para 32,8%. E o índice de pessoas que praticam atividades físicas subiu, de 14,9% para 15,5%. Quase um terço da população, 29% segundo a pesquisa, entretanto, nenhuma atividade física pratica.
– A atividade física é fundamental para todos, não só para aqueles que têm alto índice de massa corporal. Ela é benéfica para as articulações em geral, para a saúde cardiovascular, para o controle da diabetes e até contra a depressão. Eu diria que realizar atividades físicas é fundamental para a saúde da pessoa – alerta o Médico Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e membro da Sociedade Brasileira de Medicina Esportiva, Dr. Rodrigo Kaz.
Segundo o Dr. Rodrigo Kaz, o exercício físico deve ser regular. Mas aqueles que estão sedentários – e principalmente os com aumento de peso – devem ter cuidado na hora de ir ou voltar para uma academia, para uma natação ou qualquer prática de esportes. “Uma atividade física pode aumentar o impacto do peso do corpo de três a cinco vezes. É uma carga muito grande, com grandes chances de lesão, como ruptura do tendão, ligamentos e contraturas musculares, entre outros. É preciso, antes de tudo, avaliar essa pessoa. E orientá-la para evitar problemas”, explica o médico.
Chama-se “Avaliação Ortopédica e Fisiátrica Pré-Participação Física” a avaliação que o médico ortopedista fará com a pessoa que, sedentária e/ou obesa, quer se dedicar aos exercícios físicos. “É como um programa de prevenção de possíveis lesões. Fazemos uma avaliação clínica e utilizamos exames de imagens. Percebemos como está a postura da pessoa, avaliamos desvios angulares de joelhos e pés, a pisada, o tipo de pé, desgastes articulares, entre outros itens. De acordo com o diagnóstico, podemos recomendar reabilitação física -fisioterapia, acupuntura, pilates, RPG e a hidroterapia, que é uma grande aliada. É como um grande trampolim para que a pessoa, aí sim, saudável e pronta, vá buscar uma atividade física regular”, explica o médico do CREB.
– Uma pessoa sedentária não tem as articulações, os tendões e os músculos preparados para a atividade física. E uma pessoa acima do peso pode até suportar o seu peso no dia-a-dia, mas uma atividade física regular e intensa pode trazer sérias lesões. O que a gente procura fazer com esta “Avaliação Ortopédica e Fisiátrica Pré-Participação Física” é uma estratificação do risco de lesão ortopédica do paciente. Muito rapidamente, ele estará pronto, e com saúde, para ir para uma academia, por exemplo”, finaliza o ortopedista Rodrigo Kaz.
Para mais informações sobre esse assunto, ligue para o CREB – (21) 3182-8282. Teremos o prazer em lhe atender.
Tendinite não tratada pode causar afastamento do trabalho
Após um longo e pesado dia de trabalho é possível chegar em casa com alguma dor específica, no punho, nas costas ou nas pernas. Na maioria das vezes, a pessoa relaciona a dor ao dia estafante e não toma nenhuma providência. Mas o problema pode ser maior que uma dor passageira…“Essas dores podem ser uma consequência de inflação dos tensões, a famosa tendinite. É preciso consultar um especialista, para tratar do problema, evitando o agravamento do caso”, afirma Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo o médico do CREB, podem ser várias as causas da: postura de trabalho, mobiliário (cadeira, monitor, teclado e mouse), tensão emocional e rotina estressante, entre outros motivos. Ele garante que a tendinite pode ser evitada se tomados alguns cuidados no nosso dia-a-dia.
“Procure sempre sentar com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá e os pés no chão. É muito importante alternar 50 minutos de trabalho com 10 minutos para uma pausa, onde a pessoa deve levantar, fazer uma pequena caminhada, no próprio escritório. Exercícios de alongamento e relaxamento ao longo da jornada de trabalho também ajudam muito. Praticar atividade física ao menos três vezes por semana é fundamental para a qualidade de vida”, explica ele.
– Essas dicas precisam ser incorporadas no nosso dia-a-dia, se transformando em um hábito. Ainda assim, se a pessoa sentir dores deve procurar um especialista o quanto antes, para que o tratamento seja mais fácil, rápido e para evitar o agravamento do quadro. Muitas vezes, a tendinite causa até o afastamento do trabalhador de suas atividades profissionais. É preciso estar atento – finaliza ele.
Saiba escolher o calçado ideal para o seu filho dar os primeiros passos!
Por volta de um ano de idade, a criança começa a dar seus primeiros passos.
Seus pés ainda são instáveis e ela costuma levar alguns tombos no caminho. Andar descalço nessa época estimula a movimentação dos dedos e o desenvolvimento muscular dos pés. Mas nem sempre é possível deixar a criança tão à vontade assim. E o sapato torna-se, então, seu grande companheiro. Por isso, é tão importante ficar de olho no calçado do pequeno: uma escolha inadequada pode causar dores musculares, bolhas, unhas encravadas e deformidades nos pezinhos. Pesquisas apontam que mais de 70% da população mundial, em alguma fase da vida, apresenta problema nos membros inferiores.
“Pés sadios e calçados confortáveis garantem a sustentação e o deslocamento de nosso corpo, suportando qualquer tipo de movimento sem qualquer dor ou desconforto”, afirma Flávia Junqueira, ortopedista do Centro de Reumatologia e Ortopedia (CREB). E a saúde dos pés começa na hora de comprar os sapatos. Além de bolhas e dores musculares, até mesmo problemas de coluna podem ser consequência de uma má escolha.
O sapato ideal para crianças
Até o primeiro ano de vida, os sapatos funcionam apenas para aquecer e proteger os pés da criança. Mas, a partir dessa idade, eles começam a dar os primeiros passinhos e é importante um calçado que garanta uma boa marcha, sem problemas como dores musculares, dormência e bolhas. Por isso, João Matheus Guimarães, chefe do Serviço de Ortopedia e Traumatologia do Hospital Copa D’Or, no Rio, recomenda a compra de “sapatos que respeitem a anatomia do pé, de materiais flexíveis, leves e que permitam a transpiração (couro, lona, pano), mas com solado rígido para auxiliar no equilíbrio”.
Para Flávia Junqueira, a palavra de ordem na hora da decisão é mesmo conforto! “Os pés precisam se acomodar confortavelmente dentro do sapato, sem nenhuma pressão ou atrito. Devem estar folgados o suficiente para a movimentação dos dedos, mesmo com meias”, recomenda a ortopedista. E, por falar em meia, os especialistas alertam que seu uso é indispensável. “Ela propicia um conforto maior para o pé, evitando um atrito desnecessário entre a pele e o tecido do calçado”, justifica João Matheus.
Talvez mais importante que o material do calçado é seu tamanho. “É muito importante que os sapatos tenham a forma dos pés e não que os pés se deformem para caber nos calçados”, adverte Flávia. Por isso, nada de sapatos apertados ou largos demais! “Calçados apertados podem causar calosidades nos dedos, já os muito folgados causam bolhas”, alerta João Matheus. Segundo os especialistas, o ideal é que exista um espaço de um centímetro e meio entre a ponta do calçado e a ponta dos dedos. E, para não correr riscos na escolha do tamanho do sapato da criança, compre os calçados do pequeno pela manhã. “Ao final do dia, normalmente os pés estão mais inchados devido à ação da gravidade, o que pode determinar a comprar de um sapato mais folgado”, adverte João.
A moda que sai cara
Você já deve ter visto muita criança por aí desfilando em um tênis de rodinhas, não é mesmo? Eles viraram febre entre a criançada, mas os especialistas advertem sobre o seu uso. É que ao levantar a ponta do pé para que o tênis deslize, a criança poderá desenvolver dores musculares e tendinites. Por isso, não deixe que seu filho ultrapasse o período de duas horas com esses tênis-patins. O mesmo alerta serve para o uso de sandálias infantis com salto, chinelos e tamancos. “Além de dificultarem a marcha e o equilíbrio, aumentam as chances de queda e entorses”, afirma João Matheus. Já os sapatos de plástico dificultam a transpiração, causam bolhas e aumentam a chance de desenvolvimento de fungos e bactérias. Evite-os!
Se seu pimpolho já começou a dar os primeiros passinhos, leve-o ao ortopedista. “É ele quem fará uma avaliação criteriosa do tipo de pisada da criança, orientando o tipo certo e específico de calçado a ser usado”, finaliza Flávia.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619