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Andadores e bengalas precisam de muito cuidado

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Decerto que bengalas e andadores são indicados e podem ajudar muito pessoas de terceira idade. Mas seu mal uso pode trazer sérias consequências. Uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, EUA, mostrou que mais de 40 mil le...

Decerto que bengalas e andadores são indicados e podem ajudar muito pessoas de terceira idade. Mas seu mal uso pode trazer sérias consequências. Uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, EUA, mostrou que mais de 40 mil lesões acontecem por ano, devido esses dispositivos que deveriam ajudar as pessoas no dia-a-dia. É preciso ter muito cuidado.

O mal uso pode trazer sérias consequências

– É preciso ensinar o paciente como utilizar corretamente a bengala e o andador. E há um período de adaptação. De fato há quadros de lesões e as mais frequentes atingem o tórax, a coluna dorsal e lombar, seguidas das lesões na cabeça. O idoso precisa tomar mais cuidado e seguir algumas dicas, como evitar colocar tapetes em casa, não utilizar sapatos escorregadios, ter cuidado com fios soltos e ter sempre uma iluminação noturna, por exemplo – explica o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Haim Maleh, também professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF)


A relação da Diabetes com a artrose

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Pesquisadores noruegueses apresentaram um estudo sobre a relação entre a Diabetes e a presença de dor nos pacientes com artrose nas mãos

Segundo o estudo, ter diabetes aumenta a dor nas formas erosivas de artrose das mãos, o que não ocorre nas formas não erosivas da doença. O assunto inclusive foi um dos temas de uma edição do Congresso Europeu de Reumatologia, e a conclusão dos pesquisadores noruegueses reforça as observações clínicas de que pacientes diabéticos devem ter uma atenção especial para as mãos especialmente aqueles com artrose.

Atenção especial para as mãos

– É Importante alertar aos pacientes diabéticos que podem ocorrer queixas de dor pela a artrose junto a outros sintomas de dormência e formigamento nas mãos, e que há excelentes resultados com o tratamento – afirma o Dr. Haim Maleh, professor de Reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Fisiatra e Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Ele explica que a artrose é uma das mais comuns doenças reumáticas, que acomete tanto homens quanto mulheres, principalmente na terceira idade, mas não exclusivamente nela. As pessoas acometidas pela doença sofrem dores provocadas pelo desgaste das articulações de joelhos, quadris, tornozelos e coluna.

– Segundo as estatísticas 60% das pessoas na terceira idade sofrem com a artrose. Trata-se de um desgaste comum devido à idade. Em pessoas entre 30 e 50 anos, a artrose geralmente é fruto de trauma, uma carga excessiva de exercícios quando mais jovem. E o número de pessoas nesta faixa etária nos consultórios médicos é cada vez maior. O desvio do eixo de um membro que dói e a dificuldade de movimentá-lo pode significar artrose. Se diagnosticarmos a doença mais cedo, podemos mudar a rotina de exercícios pesados da pessoa. Ao menor sinal de dores consultar um médico especialista é muito importante. As pessoas muitas vezes costumam não dar atenção a estas pequenas dores, acreditando que são passageiras e normais. Mas dor é um sintoma. É preciso estar atento – diz o Dr. Haim Maleh.


Ortopedista do CREB ensina como usar corretamente a mochila escolar

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Evite problemas na coluna dos seus filhos

“O peso em excesso pode dar origem a problemas na coluna para o resto da vida, comprometendo a qualidade de vida da criança. Mochilas muito pesadas e inadequadas geram dor nas costas, postura incorreta e desvios na coluna vertebral, entre outros problemas”. O alerta é do ortopedista João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e médico do time profissional de futebol do Flamengo, sobre um tema de suma importância:

Os males que uma mochila escolar pesada pode provocar em crianças

O Dr. João Marcelo dá algumas dicas importantes para atenuar o problema. Um dos erros mais comuns, diz ele, é a utilização da mochila em apenas um dos ombros, sobrecarregando um lado do corpo. O certo, garante, é utilizar a mochila sempre com as duas correias uma em cada ombro, independente do peso carregado.

– Além disso, na hora de arrumar a mochila, é importante colocar os objetos mais pesados no fundo, próximo ao corpo. A mochila deve ficar posicionada a oito centímetros acima da cintura e que o peso que ela carrega nunca deve ultrapassar a 10 % do peso da criança ou adolescente. Outra dica importante é levar somente o que for necessário. Às vezes, por preguiça ou esquecimento, a criança leva livros que não serão utilizados naquele dia, carregando peso a mais sem necessidade – ensina o médico do CREB.



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