Artrose no joelho: é possível eliminar a dor e voltar a ter qualidade de vida
Idade, excesso de peso, seqüelas traumáticas e fatores genéticos são as principais causas da artrose no joelho. “A artrose é um desgaste da articulação e é muito comum em pessoas com mais de 60 anos. Causa dor, dificuldade de movimentar a articulação, creptação e, eventualmente, o joelho se apresenta quente e mesmo avermelhado. Em casos mais graves, o paciente não consegue nem andar”, explica o Dr. Rodrigo Castelo Branco, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo– e especialista em medicina do esporte.
Segundo o médico, ainda que o maior número de casos está entre aqueles com mais de 60 anos, a artrose no joelho também pode acontecer em pessoas jovens, geralmente por sequela pós-traumática ou instabilidade devido a lesões ligamentares. “A artrose tem vários tipos de tratamento, que devem ser ajustados caso a caso. E que visa melhorar o movimento, ampliar o arco da articulação, reduzir a inflamação e dar qualidade de vida, o que é possível. Ou seja, o tratamento busca devolver ao paciente a qualidade de vida perdida, eliminando a dor e restabelecendo a função do joelho. Receitamos remédios por via oral, fisioterapia e protocolos que envolvem hidroterapia e acupuntura, por exemplo”, explica o médico, ressaltando que é necessário fortalecer e alongar os músculos nestes casos.
Um novo tratamento também se mostra muito eficaz para casos como este. Trata-se da viscossuplementação, disponível no CREB. São injeções intra-articulares de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. O líquido sinovial perde sua capacidade funcional com a idade e com o processo de artrose, e o uso dessas injeções de ácido hialurônico exógeno vem sendo utilizado com sucesso. O tratamento, feito na própria clínica, com três a cinco aplicações, traz alívio para a dor e melhora da função.
– A artrose tem tratamento e hoje é possível devolver ao paciente a qualidade de vida perdida e acabar com a dor. Um especialista deve ser procurado ao menor sinal de dores constantes no joelho para diagnosticar o problema e iniciar o tratamento – finaliza ele.
Entorse no tornozelo: fisioterapia é fundamental para sucesso do tratamento
A entorse de tornozelo é dos motivos que mais levam as pessoas, de todas as idades, ao consultório de um ortopedista.
Afinal, são lesões que acontecem diariamente, a partir de uma torção de um passo em falso, um escorregão ou mesmo uma topada. Mas o que parece ser algo corriqueiro e passageiro pode se transformar em um problema maior se não tratado corretamente, alerta o ortopedista Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
“Todo mundo está apto a passar por isso. As vezes, um simples passo em falso é o suficiente para provocar uma entorse no tornozelo, ou seja, uma torção com lesão ligamentar. Temos três graus de lesão: um simples estiramento, uma ruptura parcial ou uma ruptura total. Em todos casos, temos como tratar, com medicamento, em alguns casos com imobilização, seguida de fisioterapia”, explica o médico.
Segundo o Dr. Carlomã, é fundamental que um especialista seja consultado para o problema não se agravar. Além disso, ele alerta para um problema que considera sério: muitas vezes, o paciente faz o tratamento mas abandona a fisioterapia tão logo recupere o movimento.
– A fisioterapia, nestes casos, é fundamental. É muito importante para recuperar a estabilidade do tornozelo. Não é apenas para combater a dor que receitamos a fisioterapia. Ela tem um papel fundamental para recuperar as articulações e evitar uma lesão mal curada. É preciso seguir o que o médico estabeleceu, para inclusive evitar novos problemas na região afetada – afirma.
Artrose no ombro: TOC e viscossuplementação podem ser ótimas opções
A artrose de ombro limita o movimento, restringindo as atividades diárias, e provoca dor, que pode irradiar para o braço. É mais comum em pessoas com mais de 60 anos, mas jovens podem apresentar esse quadro em casos de sequelas de traumas e fraturas. Apesar da artrose não ter cura, a boa notícia é que é possível recuperar a qualidade de vida perdida e não sentir dor.
É o que garante o Dr. José Guilherme Serra Moura Correia, ortopedista especialista em ombro do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. “A artrose não tem cura, mas os tratamentos eliminam a dor e devolvem o movimento perdido. Consultando um especialista, o paciente terá sua patologia diagnosticada e o melhor tratamento indicado. Além de medicação, utilizamos a fisioterapia e protocolos que incluem a acupuntura e a hidroterapia”, explica ele.
Mas há opções de novos tratamentos, como a viscossuplementação e a TOC – Terapia por Ondas de Choque, que trazem excelentes resultados.
– A TOC, disponível no CREB, sempre foi utilizada para tendinites e bursites, por exemplo, mas seu uso está cada vez mais amplo. E a viscossuplementação é uma injeção intra-articular de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. O líquido sinovial perde sua capacidade funcional com a idade e com o processo de artrose, e o uso dessas injeções de ácido hialurônico exógeno vem sendo utilizado com sucesso. O tratamento, feito na própria clínica, com três a cinco aplicações, traz alívio para a dor e melhora da função. Temos recursos cada vez maiores para devolver a qualidade de vida ao paciente – finaliza o médico.
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