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Hipermobilidade pode levar a tendinite e escoliose

A capacidade de por a mão no chão sem dobrar os joelhos, que a princípio demonstra uma boa elasticidade do corpo, pode ser, na verdade, um problema. A hipermobilidade é uma característica genética benigna, mas que pode levar a tendinite, escoliose e até a incontinência urinária. “A hipermobilidade é na verdade um defeito dos tecidos moles, como tendões e ligamentos. Pessoas que têm essa doença estão sempre se machucando, sentem dores e têm problemas na coluna”, explica Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e médico do Vasco da Gama.

Segundo ele, a hipermobilidade afeta 30% da população e é mais comum entre mulheres e crianças. “O diagnóstico é feito por meio de um teste simples. O problema provoca uma instabilidade articular que pode levar a lesões -é comum torcer ou virar o pé. Há estudos que indicam, inclusive, que a hipermobilidade é a causa de grande parte das queixas de dor na coluna, ombro e joelho em trabalhadores de indústria”, acrescenta o ortopedista, lembrando que em mulheres, a doença também pode causar a incontinência urinária. “A musculatura da região pélvica (onde está a bexiga) é formada por tecidos moles, que ficam frouxos. Isso favorece a perda involuntária da urina”, explica ele.

A hipermobilidade não tem cura, mas pode se tratar suas conseqüências, devolvendo ao paciente uma melhor qualidade de vida. Segundo o médico do CREB, pessoas acometidas pela hipermobilidade não devem forçar as articulações e devem evitar atividades de impacto. Uma reeducação postural, através de exercícios de RPG, é sempre recomendado. “Procurar um especialista é sempre importante antes de se dedicar a qualquer atividade física. Bem orientada, a pessoa vai ter uma qualidade de vida melhor”, finaliza ele.


Exercício físico e alimentação balanceada são fundamentais na terceira idade

O idoso sofre com a perda natural da elasticidade e do tônus muscular do corpo e isso pode ser ainda mais intenso pela falta do hábito da atividade física regular e de uma alimentação balanceada. Assim, atividades que podem parecer simples, como segurar uma panela de feijão pelo cabo ou coçar as próprias costas podem significar um grande sacrifício para aqueles que têm comprometimento por causa de doenças degenerativas, como a osteoporose, artrite, artrose, problemas neurológicos e ortopédicos, agravados pelo sobrepeso e sedentarismo.

“A idade avançada é um dos fatores que contribuem para essa condição. E anos de má postura geram efeitos cumulativos que alteram o funcionamento músculo-esquelético do indivíduo. As doenças degenerativas também têm impacto na postura, mesmo que seus efeitos não sejam sobre o esqueleto ou grupos musculares, porque podem desencadear um mecanismo de compensação. O paciente sente dor ou desconforto ao realizar um movimento, por exemplo, e altera o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Isso muda todo o equilíbrio físico e compromete as demais articulações. Um joelho afetado pela artrite, por exemplo, pode alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços”, explica Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Mas há como recuperar um pouco da qualidade de vida perdida e o primeiro passo é deixar o sedentarismo para trás, praticar exercícios regulares e adotar uma dieta balanceada, rica em cálcio, por exemplo. “O sedentarismo deixa articulações ainda mais rígidas. O exercício moderado constante, ao longo da vida, ajuda a adiar essa degeneração. Além disso, o exercício regular fortalece os músculos, realinha a postura, promove o alongamento e dá consciência corporal. Bem orientado, o idoso poderá praticar uma atividade física regular de baixo impacto, como a hidroginástica”, explica o médico do CREB. “A prática de exercícios físicos e uma alimentação adequada são condições básicas na busca pela melhor qualidade de vida”, finaliza ele.


Futebol cada vez mais vigoroso gera maior número de atletas lesionados

Nada menos do que oito jogadores foram cortados de suas seleções, antes mesmo da Copa começar, devido a sérias contusões. E outros 18 foram para a África do Sul em tratamento intensivo. Esse é um bom raio-x do nosso futebol atual, cada vez mais vigoroso e cuja força física do jogador faz toda a diferença. O futebol hoje exige muito mais do atleta e estatísticas e cálculos indicam que os movimentos realizados em campo, como aceleração, desaceleração, giros e mudanças de direção, são hoje 30% mais intensos do que no passado.

E se em campo o futebol é mais vigoroso, o jogador precisa estar pronto para esse esforço maior. “Os jogos estão mais rápidos e as jogadas mais vigorosas. A marcação, hoje, é muito maior e ríspida. Para ter mais força física, o jogador precisa de mais treino e, consequentemente, sofre um esforço maior em suas articulações”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. Clovis Munhoz, diretor-médico do Vasco da Gama.

As lesões no futebol moderno são de alta intensidade, que vão desde lesões ligamentares múltiplas no joelho até fraturas e deslocamentos dramáticos da articulação, diz o ortopedista. Os jogadores muitas vezes sofrem em campo uma lesão tão intensa que no passado estariam incapacitados para continuar a jogar futebol. “A medicina esportiva avançou muito e hoje podemos contar com novas técnicas de diagnósticos, como, por exemplo, a ressonância magnética. Isso ajuda muito a buscar o tratamento correto. Já podemos diagnosticar lesões que antes não eram reconhecidas e aprendemos a tratá-las”, explica o Dr. Clovis Munhoz.

A Terapia de Ondas de Choque – TOC – é um ótimo exemplo dos avanços da medicina esportiva, é cada vez mais utilizada pelos grandes clubes me todo o mundo e é o que há de mais novo no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos.

– Métodos conservadores, como uso de medicamentos, fisioterapia e reequilíbrio muscular são os mais utilizados para o tratamento dos atletas, mas grandes traumas, como torções, fraturas e ruptura de tendões indicam o tratamento cirúrgico. A TOC é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado. As ondas de choque agem de diversas maneiras. Através de ação mecânica, causando a formação de  microbolhas que eclodem, formando migrofragmentação da calcificação; através de ação vascular, com neo vascularização, melhorando a irrigação,e oxigenação local; e através de ação analgésica e antiinflamatória por intenso estímulo na área, liberando enzimas locais que atuam na fisiologia da dor e da inflamação – explica ele.

Segundo o médico do CREB, a TOC tem excelentes níveis de aprovação, muitas vezes elimina a necessidade da cirurgia e em função da rápida recuperação é especialmente indicada para atletas lesionados. Inclusive, a TOC foi utilizada nas olimpíadas com muito sucesso em atletas lesionados, que conseguiram competir devido à eficácia do tratamento. O CREB é pioneiro e referência em tratamento da TOC no Rio de Janeiro.



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