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Terapia por Ondas de Choque: experiência do CREB é tema de congresso

O fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, participou como palestrante do Congresso de Medicina Esportiva do Cone Sul, que aconteceu em junho, em Gramado, no Rio Grande do Sul, associado ao Congresso Gaúcho de Ortopedia. Na ocasião, o Dr. Antônio falou sobre o tema “Terapia por Ondas de Choque em medicina esportiva”. Em sua palestra, o médico do CREB falou sobre sua experiência de 2.552 casos com aplicação de TOC, atendidos na clínica, de outubro de 2006 a junho deste ano.

Segundo o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida, o índice de positividade destes 2.552 casos de aplicação de Terapia por Ondas de Choque foi bastante elevado – 86%. “Tivemos sucesso no tratamento da TOC com, em média, 3 sessões. Na maioria dos casos, tratamos de fasciítes plantares, tendinopatias do manguito rotador e entesites aquiléias.  Mesmo nos 14% restantes dos casos, tivemos melhoras significativas, mas com presença de algum sintoma”, explanou o fisiatra.

O palestrante destacou dois casos de bons resultados de aplicação da TOC em pacientes com pseudo artrose. “A pseudo artrose é uma fratura não consolidada corretamente há pelo menos 6 meses. Atendemos a dois pacientes com pseudo artrose, um na tíbia e outro na fíbola (perônio). Ainda que lá fora já se utiliza a TOC para estes casos, com sucesso, é uma novidade aqui no Brasil. Com 5 sessões para cada caso e após um intervalo de 6 a 8 meses após as aplicações, tivemos sucesso em ambos os tratamentos. Esses casos estão documentados e chamou muito a atenção no encontro”, conta o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida.

Outros dois casos também foram destacados pelo médico. Um corredor maratonista e um atleta profissional de vôlei apresentavam, respectivamente, calcificação no tendão de Aquiles e no ombro. A TOC resolveu o problema de ambos, que depois de 3 meses já voltaram a treinar. “A calcificação é um espessamento com depósito de material calcário, associado à fibrose, que limita o movimento, gerando dor. Com 4 sessões de TOC, a calcificação desapareceu. Seria caso para cirurgia, não necessária devido à aplicação de TOC”, explica.

A Terapia por Ondas de Choque – TOC –  é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões. O CREB é pioneiro em TOC no Rio de Janeiro.

– Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.  Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos – finaliza o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida.


Terapia por Ondas de Choque é utilizada em feridas crônicas de pele de pacientes com diabetes tipo II

A Terapia por Ondas de Choque – TOC –  é um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos.

Mas a TOC começa a ser utilizada para outras patologias, também com sucesso, ampliando seu campo de atuação. No Congresso Mundial de Ortopedia, associado ao Congresso da Sociedade Internacional de Terapia por Ondas de Choque, que aconteceu no ano passado, em Toronto, no Canadá, foi relatada a experiência com pacientes diabéticos do tipo II, portadores de feridas crônicas não cicratizáveis. Estudos documentados comprovaram um resultado muito positivo após a aplicação de em média 15 sessões da TOC. “Essas feridas estão localizadas principalmente nas pernas ou nos pés e com a TOC conseguiu-se uma grande redução das feridas e até casos de cicatrização”, explica o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

 Segundo ele, no próprio CREB há 4 casos documentados de sucesso de aplicação da TOC em paciente com diabetes tipo II. “Atendemos a quatro pacientes que apresentavam quadro de pés diabéticos. E após 15 sessões da TOC a resposta foi muito positiva, com redução acentuada das feridas e granulação de cicatrização. Um paciente tinha uma ferida na perna, com 18 centímetros em seu maior diâmetro e 2 centímetros de profundidade. Ao término das sessões, a ferida ficou com 6 centímetros em seu maior diâmetro e apenas 0,5 centímetro de profundidade, meio granulado, sendo encaminhado o paciente para enxerto de pele. Este caso está documentado fotograficamente”, conta o médico.

O tratamento da TOC é feito em consultório médico, por médico capacitado. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações.  Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos. Segundo o Dr. Antônio Rodrigues d’Almeida, o uso da TOC em pacientes com diabetes tipo II continua sendo estudado no mundo inteiro e certamente apresentará evoluções.


Terapia por Ondas de Choque tem alto índice de sucesso no tratamento de bursites de ombro e quadril

Dor intensa no ombro, com dificuldade de abrir o braço ou levantá-lo, pode ser sinal de uma bursite. Trata-se de uma patologia do sistema músculo esquelético muito comum e o mais famoso paciente com uma bursite crônica de ombro é o presidente da república, Luis Inácio Lula da Silva. “A bursite é muito comum, com quadro de muita dor, que pode se irradiar ao longo do braço, chegando ao cotovelo. Há muitos casos em que o paciente tem dificuldade até de movimentos como fazer a barba ou pentear o cabelo”, explica o fisiatra e reumatologista Antônio Rodrigues d’Almeida, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Bursites crônicas, cujos tratamentos convencionais não surtiram efeito, devem ser tratadas com a Terapia por Ondas de Choque – TOC -, um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Com em média 3 ou 4 sessões, é possível tratar e resolver o problema, garante o médico.

A bursite é uma calcificação ou espessamento próximo a cápsula articular, ou seja, o revestimento da articulação do ombro e do quadril. Essa inflamação pode ser fruto de sobrecarga, esforço ou trauma. “No caso da bursite no quadril,  a pessoa sente dor ao caminhar, que pode se irradiar até o joelho ou perna. Pode-se ter dificuldade em elevar a perna, ao subir uma escada, por exemplo, e dificuldade de cruzar a perna”, explica o médico do CREB.

– Dores intensas no ombro e quadril podem ser indicação de uma bursite. É preciso procurar um especialista e a TOC é o mais moderno e eficaz tratamento, feito em consultório médico, sem internação e em média com três sessões. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações – finaliza ele.



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