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Tendinite não tratada pode causar afastamento do trabalho

Após um longo e pesado dia de trabalho é possível chegar em casa com alguma dor específica, no punho, nas costas ou nas pernas. Na maioria das vezes, a pessoa relaciona a dor ao dia estafante e não toma nenhuma providência. Mas o problema pode ser maior que uma dor passageira…“Essas dores podem ser uma conseqüência de inflação dos tensões, a famosa tendinite. É preciso consultar um especialista, para tratar do problema, evitando o agravamento do caso”, afirma Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, podem ser várias as causas da: postura de trabalho, mobiliário (cadeira, monitor, teclado e mouse), tensão emocional e rotina estressante, entre outros motivos. Ele garante que a tendinite pode ser evitada se tomados alguns cuidados no nosso dia-a-dia. “Procure sempre sentar com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá e os pés no chão. É muito importante alternar 50 minutos de trabalho com 10 minutos para uma pausa, onde a pessoa deve levantar, fazer uma pequena caminhada, no próprio escritório. Exercícios de alongamento e relaxamento ao longo da jornada de trabalho também ajudam muito. Praticar atividade física ao menos três vezes por semana é fundamental para a qualidade de vida”, explica ele.

– Essas dicas precisam ser incorporadas no nosso dia-a-dia, se transformando em um hábito. Ainda assim, se a pessoa sentir dores deve procurar um especialista o quanto antes, para que  o tratamento seja mais fácil, rápido e para evitar o agravamento do quadro. Muitas vezes, a tendinite causa até o afastamento do trabalhador de suas atividades profissionais. É preciso estar atento – finaliza ele.


Dores musculoesqueléticas afetam 90% da população

Lombalgia, tendinite, tendinose e fraturas por estresse são dores musculoesqueléticas tão comuns que afetam em torno de 90% da população e levam a 30% das faltas no trabalho, segundo dados do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, de São Paulo. A maioria destas pessoas não sabe como essas dores se manifestam, suas consequências e as formas de tratamento e prevenção. As causas podem ser inúmeras e ao menor sinal de dor o paciente deve procurar a ajuda de um médico, para uma avaliação, em busca do tratamento adequado.

“As dores musculoesqueléticas são originadas por distúrbios musculoesqueléticos e se apresentam de forma crônica ou aguda em ossos, articulações, músculos ou estruturas circunjacentes (que estão próximas). Seus principais sintomas são dor ou dor disseminada e persistente, irritação neural periférica, fraqueza, movimento limitado e rigidez. Os sintomas são progressivos, com maior lesão de tecidos e inflamação, além do aumento dos pontos sensíveis. A dor é exacerbada pelo estresse pessoal ou relacionada ao trabalho”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo –  e diretor-médico do Vasco da Gama, Clovis Munhoz. Segundo ele, essas dores são geralmente decorrentes de uma predisposição genética, por consequência de esforço repetitivo ou desordens relacionadas ao trabalho, que acabam por lesionar essas estruturas de movimento.

O médico do CREB sugere que ao menor sinal de dores sistemáticas a pessoa procure por um especialista. “Dores musculoesqueléticas afetam a qualidade de vida, comprometem o movimento e levam à dor. Em casos crônicos, podem levar até a aposentadoria por invalidez”.  Cada caso deve ser tratado individualmente mas, genericamente, pode se falar que o tratamento utiliza imobilização inicial, fisioterapia e anti-inflamatórios. “A utilização da hidroterapia, em piscinas especiais e adequadas, como temos no CREB, além da acupuntura, também podem auxiliar muito em determinados tratamentos” acrescenta ele, lembrando que o melhor caminho é sempre o da prevenção:

– As pessoas precisam buscar a prática de atividades físicas regulares prazerosas. Andar, pedalar, nadar ou praticar um determinado esporte deve ser primordial. A correção da postura também é fundamental. Sempre aconselhamos que a pessoa faça um check-up médico, o que certamente poderá evitar muitos problemas futuros – finaliza ele.


Osteoporose, doença séria que precisa ser tratada

A osteoporose apresenta estatísticas alarmantes, que fizeram com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituisse o período entre 2000 e 2010 como a década do osso e da articulação, com ações específicas em todo os continentes. Segundo dados oficiais, 200 milhões de mulheres são acometidas pela osteoporose em todo o mundo. Outro dado impressionante é que uma em cada cinco pacientes morre, dentro de um ano, após sofrer fratura de quadril.

A osteoporose é uma doença que leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis aos pequenos traumas. “Nosso esqueleto é constituído por mais de 200 ossos, que dão rigidez, forma e sustentação ao corpo. Também têm como função proteger o cérebro, o coração, os pulmões e demais órgãos vitais. A osteoporose enfraquece esses ossos e é uma patologia assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva. Seu caráter silencioso faz com que a osteoporose muitas vezes só seja diagnosticada quando ocorrem fratura, principalmente nos ossos do punho, colo do úmero, quadril e coluna vertebral”, explica Eduardo Sadigurschi, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico do CREB, entre os principais indícios da osteoporose destacam-se a dor de coluna vertebral prolongada, associada à diminuição da altura do paciente devido a microfraturas em vértebras, e o desenvolvimento de uma cifose, ou seja, corcunda. “A osteoporose é uma doença complexa, com causas não totalmente conhecidas. Alguns fatores estão associados a um maior risco para essa doença. Entre eles, ser mulher, envelhecer, ter um corpo pequeno, ser branco ou asiático e ter histórico familiar da doença. As mulheres têm um risco quatro vezes maior de desenvolver osteoporose. Os homens também podem desenvolver a doença”, afirma ele.

Novos medicamentos estão sendo disponibilizados no mercado. Resultados do estudo Multiple Outcomes of Raloxifene Evaluation (MORE), anunciados pelo American College of Rheumatology mostram, por exemplo, que a substância raloxifeno reduz significativamente o risco sintomático de fraturas vertebrais em até 68%, após um ano de tratamento. Outro medicamento lançado recentemente tem como base o alendronato sódico e calecalciferol: é rico em vitamina D, componente fundamental para o desenvolvimento de ossos fortes e para a prevenção à osteoporose. Segundo o reumatologista, há estudos que mostram que a vitamina D é aliada do cálcio na redução da perda óssea. “A vitamina D é um componente que auxilia na absorção do cálcio no intestino”, explica o médico, acrescentando que a vitamina D está presente em alimentos como gema de ovo, fígado, ostras e determinados peixes oleosos. No 23º encontro anual da American Society for Bone and Mineral Research, uma nova vacina foi apresentada e promete ser uma arma eficiente na luta contra a osteoporose. Ela atua no combate à perda de tecido ósseo.

A prevenção é, na verdade, a grande arma que temos contra a osteoporose. O médico do CREB explica que há um exame, chamado densitometria óssea, que mostra o estado dos ossos, principalmente no que se refere à quantidade de cálcio. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através da densitometria óssea, um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão. Enquanto um raio-x somente detecta a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, finaliza o Dr. Eduardo Sadigurschi, lembrando que para tratar da doença é fundamental a utilização de medicação apropriada, fazer reposição de cálcio e vitamina D e praticar exercícios físicos orientados.



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