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Enxaqueca, problema sério que precisa ser tratado

A enxaqueca é uma doença séria, que precisa ser tratada e constantemente acompanhada. Além de muita dor e desconforto, traz sérios prejuízos à economia. É o que a Sociedade Americana de Dor de Cabeça vem alertando, com números impressionantes: segundo pesquisas realizadas no Estados Unidos, pessoas que apresentam 15 ou mais ataques de enxaqueca por mês perdem 4,5 horas de trabalho por semana. Cálculos da Sociedade demonstram que a enxaqueca custa anualmente 24 bilhões de dólares à economia americana.

Segundo o presidente da Sociedade Americana de Dor de Cabeça, Fred Sheftell, “as crises de dores de cabeça não levam somente a faltas no trabalho mas afetam negativamente a produtividade daqueles que, apesar da dor, vão trabalhar”. Sheftell afirmou que uma pesquisa da Universidade do Tenesse avaliou mais de 500 pacientes que sofrem há anos de enxaqueca e que durante o período de estudo, os pacientes apresentaram ao menos três episódios de dor de cabeça durante dias de trabalho. “Do grupo 11% dos pacientes reportou cefaleias que os levaram a perder um dia inteiro de trabalho. As dores causaram atrasos em 5% dos participantes e 12% precisaram sair mais cedo. Apesar de 62% deles continuarem trabalhando apesar da dor sua produtividade caía pelo menos 25% por conta disso”, revelou.

O fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Haim Maleh afirma que é preciso investigar o motivo da dor de cabeça. “Uma má postura regular traz inúmeros malefícios à coluna vertebral, inclusive a possibilidade de dores de cabeça constantes. A dor de cabeça pode estar relacionada às dores da coluna e, por isso, é sempre muito importante fazer uma avaliação com um especialista”, afirma ele.


É preciso ter cuidado com andadores e bengalas

Bengalas e andadores muitas vezes são indicados para pessoas da terceira idade e ajudam muito na locomoção, devolvendo a eles parte da qualidade de vida perdida. Mas é preciso ter muito cuidado. Uma pesquisa realizada pelo Centro de Controle de Doenças, de Atlanta, EUA, revelou que mais de 40 mil lesões ocorrem por ano, por conta desses dispositivos que deveriam ajudar as pessoas no dia-a-dia.
 
Esse número foi comprovado em uma amostra representativa de 66 serviços de emergência dos Estados Unidos e, segundo os pesquisadores, embora as quedas associadas à bengalas e andadores sejam uma pequena fração do número de acidentes, tendem a ser mais graves. Segundo a pesquisa, das vítimas de quedas com bengalas e andadores, 33% precisaram ficar internadas. Também ficou comprovado que as mulheres têm uma chance quase duas vezes maior de sofrer esse tipo de acidente.
 
O fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Haim Maleh, concorda com a pesquisa e diz que essa é uma das preocupações dos médicos que atendem pacientes da terceira idade. “É preciso ensinar o paciente como utilizar corretamente a bengala e o andador. E há um período de adaptação. De fato há quadros de lesões e as mais frequentes atingem o tórax, a coluna dorsal e lombar, seguidas das lesões na cabeça. O idoso precisa tomar mais cuidado e seguir algumas dicas, como evitar colocar tapetes em casa , não utilizar sapatos escorregadios, ter cuidado com fios soltos e  ter sempre uma iluminação noturna, por exemplo”, explica o médico.


Problemas de coluna: quanta mais cedo tratar, melhor

As estatísticas apontam que 85% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dores na coluna vertebral. Mas como fugir de um número tão absoluto como este? A resposta pode estar em um estudo realizado na Bélgica, onde especialistas acompanharam 190 crianças com idade entre nove e onze anos, durante dois anos, que participaram de um programa de conscientização e correção de postura. Comparadas a um outro grupo de 170 crianças que não participaram destas atividades, as crianças que receberam o treinamento apresentaram menos queixas de dor nas costas. O estudo mostrou, também, que essas crianças  desenvolveram uma postura correta, inclusive ao se sentarem para assistir aula e que o número de crianças curvadas para frente ou com o pescoço caído para trás também diminuiu.

“A melhor alternativa para combater possíveis problemas de coluna é, de fato, a prevenção. Quanto mais cedo se olhar para essa questão, mais chances se tem de não sofrer de dores na coluna. Uma criança bem orientada vai crescer com uma postura correta e isso certamente irá fazer a diferença no futuro”, concorda o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Márcio Taubman.

Segundo o Dr. Márcio, essa pesquisa comprova que a intervenção precoce na postura das crianças deve ser incentivada como medida de prevenção para a dor nas costas. “Como todos os problemas de saúde, quanto mais cedo começarem as medidas de prevenção, menos doenças teremos no futuro”, pontua o médico do CREB. Ele conta que os pais ainda não têm o hábito de levarem seus filhos para uma avaliação e acompanhamento, mas que esta medida é fundamental e poderá evitar uma série de problemas que começam na coluna vertebral.



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