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Text Neck. Você sabe o que é isso?

Text Neck. Você sabe o que é isso?

Você sabe o que é text neck? É um assunto que afeta a todos nós, indistintamente: trata-se da dor cervical provocada pelo mau uso do smartphone. A cabeça humana pesa em média um pouco mais do que cinco quilos. Ao utilizar o smartphone, o pescoço é inclinado para frente e para baixo, causando maior peso sobre a coluna cervical. O chamado text neck – “pescoço de texto” – pode levar a um desgaste e lesões no início da coluna vertebral, com a aceleração do processo degenerativo, com importantes consequências.

Trata-se de uma verdadeira epidemia mundial. E os consultórios médicos estão cheios de pessoas de ambos os sexos, de todas as faixas de idade, com esse problema.

  • Basta olhar ao seu redor. No trabalho, na escola, no metrô, no ônibus, todos estão olhando e manipulando seus smartphones. Estudos apontam que os usuários de smartphones gastam uma média de duas a quatro horas por dia curvados, lendo e-mails, enviando textos ou consultando sites de mídia social. Os adolescentes passam ainda mais horas conectados. Com esta tensão excessiva no pescoço, podemos começar a ver jovens que necessitam de cuidados com a coluna vertebral – alerta o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo a American Physical Therapy Association’s Private Practice Section, o efeito dessas horas ao celular é semelhante a manter um dedo dobrado por uma hora inteira. Há estudos que garantem que para cada 3 cm que a cabeça se inclina para a frente, a pressão sobre a coluna dobra.

  • A má postura traz inúmeros outros problemas. Pode, por exemplo, reduzir a capacidade pulmonar em até 30%. Também trazem dores de cabeça e problemas neurológicos, e até mesmo doenças do coração. Não podemos evitar a tecnologia, e nem devemos. Mas temos que preservar nossa saúde. Um médico deve ser consultado ao menor sinal de dor para diagnosticar e orientar o paciente – finaliza ele.

Serviço de aconselhamento psicológico do CREB está completando um ano com sucesso

atendimento psicológico

Há exato um ano, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – inovou mais uma vez e instituiu o serviço de acompanhamento psicológico para ajudar pacientes com dor crônica. Trata-se da primeira clínica de reumatologia, ortopedia e fisiatria a oferecer gratuitamente aos seus pacientes aconselhamento psicológico.

O trabalho é realizado pela psicóloga Daniela Maleh, em horários pré-estabelecidos, fortalecendo e completando, quando necessário, o tratamento dos pacientes com queixas de dor por problemas articulares, coluna ou mesmo com dificuldade de movimentos. Segundo ela, é importante ser ouvido, porque muitas vezes a dor é incapacitante e traz tristeza e depressão.

  • O trabalho de psicologia engloba um espaço para que o paciente possa se expressar, afim de buscar uma melhor compreensão de si próprio. É a partir desta compreensão que ele poderá gerar uma mudança. É fundamental estarmos em movimento, sempre pensando na melhor forma de como lidar com as nossas questões do cotidiano. Quando falamos de um paciente com dores crônicas, como é o caso de paciente com fibromialgia, artrite reumatoide ou lombalgia e demais doenças reumatológicas, por exemplo, sabemos que há muita dor envolvida. Muitas vezes, este paciente não é compreendido pelas pessoas em sua volta, o que dificulta a convivência. Por tratarmos de pessoas, e não de algo inanimado, temos que entendê-las como um todo, com seu corpo e sua alma e sentimentos. Estas dores, além de físicas, também são emocionais, por isso entende-se que o acompanhamento psicológico pode ajudar muito – afirma a psicóloga do CREB.

A iniciativa da clínica tem se revelado um sucesso. Daniela diz que quando o paciente está disposto a investir no processo terapêutico e no autoconhecimento as chances de que ele viva melhor são muito maiores. O paciente se sente escutado, acolhido e isso ajuda muito no tratamento realizado. Informe-se dos horários disponíveis na nossa recepção. Não custa repetir: o serviço é gratuito para os pacientes do CREB.


Aumento da longevidade traz progressão do número de fraturas

“O aumento da longevidade faz com que a progressão do número de fraturas seja cada vez mais expressiva. A ocorrência da fratura do quadril, pela sua alta taxa de mortalidade e morbidade e pelo alto custo de tratamento, é o mais importante marcador da...

“O aumento da longevidade faz com que a progressão do número de fraturas seja cada vez mais expressiva. A ocorrência da fratura do quadril, pela sua alta taxa de mortalidade e morbidade e pelo alto custo de tratamento, é o mais importante marcador da efetividade no tratamento da osteoporose. Em países e sistemas que, especialmente na última década, vêm investindo na prevenção da osteoporose e de suas consequências, o número de fraturas do quadril vem diminuindo. O que eles têm em comum é a prevenção secundária de fraturas, ou seja, evitar a fratura seguinte. Visto que metade dos pacientes que tiveram uma fratura do quadril teve uma fratura prévia e que os tratamentos disponíveis provaram ser extremamente eficientes para diminuir fraturas subsequentes, boa parte das fraturas de quadril é evitável. É nesse cenário que o ortopedista desempenha um papel preponderante”.

O alerta é do ortopedista Bernardo Stolnick, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do CREB Prevrefrat – Programa de Prevenção a Refatura da clínica. Segundo ele, a osteoporose é uma doença óssea caracterizada pelo comprometimento da resistência óssea que predispõe a um aumento do risco de fratura. “A fratura por fragilidade óssea é a maior expressão clínica dessa doença. Fratura por fragilidade é definida pela Organização Mundial de Saúde como “uma fratura causada por um trauma que seria insuficiente para fraturar um osso normal, resultado de uma redução da resistência compressiva ou torsional”. Do ponto de vista clínico poderia ser definida como uma fratura que ocorre como o resultado de um trauma mínimo, como uma queda da própria altura ou menor ou por trauma não identificado. As fraturas por fragilidade típicas incluem vértebras, fêmur proximal (quadril), rádio distal e úmero proximal”, explica o Dr. Bernardo.

Pelas estatísticas, um paciente com fratura por baixo trauma do punho, quadril, úmero proximal ou tornozelo tem quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terão novas fraturas vertebrais no prazo de três anos, muitos já no primeiro ano. Um paciente com uma fratura vertebral tem quase cinco vezes mais risco de uma futura lesão semelhante e o dobro do risco para fratura do quadril e outras fraturas não vertebrais. E pacientes que sofreram fratura do punho têm quase duas vezes o risco relativo de uma futura fratura do quadril.

“Fraturas secundárias ocorrem rapidamente após a primeira fratura. O risco de fraturas subsequentes parece ser maior, logo após uma fratura, especialmente no primeiro ano. Pacientes que tiveram uma fratura do quadril formam o grupo de maior risco para fraturas futuras e devem ser priorizados para avaliação e início de tratamento para evitar outras fraturas secundárias. Ao contrário do que se possa imaginar, esses pacientes podem se beneficiar muito do tratamento. Iniciativas para evitar fraturas secundárias (subsequentes) devem ser oferecidas a todo homem e mulher acima dos 50 anos que tiveram fraturas por fragilidade, pois essas fraturas podem preceder uma fratura do quadril no ciclo que uma fratura conduz a outra (“cascata fraturária”). Uma fratura por fragilidade inicial é o suficiente para requerer uma avaliação que inclui medição da densidade mineral óssea com avaliação do risco de fratura e início de tratamento, se não houver alguma contraindicação formal”, afirma o médico do CREB.



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