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Uso de bengala é benéfico para pacientes de terceira idade com artrose

Utilizada universalmente desde a antiguidade, a bengala tem uma importância maior do que se imaginava. Ou seja, não é apenas um instrumento de apoio, principalmente para pessoas da terceira idade. A revista Annals of the Rheumatic Diseases, uma das mais importantes da área de reumatologia, publicou um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com 64 pacientes, comprovando que o uso de bengala por pacientes com artrose de joelho ajuda a diminuir a dor e o consumo de antiinflamatórios, além de melhorar a capacidade de locomoção.

“A artrose é uma doença causada pela degeneração das cartilagens que revestem as articulações. Pode provocar muita dor e até a incapacidade do movimento. Pacientes podem até perder a autonomia. Os casos mais leves são tratados com medicamentos e prática controlada de exercício físico, podendo utilizar protocolos que incluem hidroterapia e acupuntura. Fortalecer a musculatura é fundamental e a hidroterapia é ótima para isso, assim como o pilates. Na terceria idade, o uso da bengala é fundamental e esta pesquisa comprova o que percebemos no dia a dia do nosso consultório: a bengala oferece apoio, ajuda na locomoção, permite que o paciente ande e, assim, faça exercício e acaba por diminuir a dor”, avalia o fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Eduardo Sadigurschi.

– Sugerimos o uso da bengala, que traz firmeza e diminui a sobrecarga na articulação. Parte do esforço vai para o membro superior. O paciente deve usar a bengala sempre do lado oposto ao do joelho afetado – finaliza o médico.


Fratura do fêmur, devido a osteoporose, é um grave problema de saúde pública

Exatamente metade das internações de idosos por traumas, em pronto-socorros, ocorrem devido a fratura de quadril. E cerca de 80% destes casos ocorrem com idosos que são capazes de andar sozinhos, sem auxílio de pessoas ou andadores, e que vivem em comunidade. Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu fraturas do fêmur proximal como um importante problema de saúde pública, tanto em países desenvolvidos, como em desenvolvimento, como o Brasil. Estimativas dão conta de que há, por aqui, 100 mil casos de fraturas de quadril ao ano.

“A osteoporose, a perde de massa óssea, é o principal motivo para essas quedas sucessivas. É um caso de saúde pública muito sério, devido ao aumento da expectativa de vida em nosso país. A osteoporose pode ser fatal para um idoso. E as estatísticas apontam que 50% das mulheres com mais de 75 anos venham a ter alguma fratura osteoporótica. Em homens, esse índice, entretanto, cai para 25%”, explica o Dr. Eduardo Sadigurchi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, os ossos acumulam massa óssea até a faixa dos 30 anos. Após essa idade, perde 0,3 % de massa óssea ao ano. É um processo natural, mas que pode ser combatido com uma alimentação rica em cálcio, prática regular de exercício físico e banhos de sol regulares, nos horários que são saudáveis para nós, das 7h às 10h e após as 16h”, diz o Dr. Eduardo.

– A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x podemos detectar somente a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito, com medicamentos, hidroterapia e outros, além, claro, com uma alimentação rica em cálcio.

Os números não deixam dúvida sobre a gravidade da questão. As quedas são responsáveis por nada menos do que 24% das mortes em idosos, enquanto correspondem a 6% no restante da população. “A perda óssea é um processo natural, que pode, no entanto, ser combatida com uma melhor qualidade de vida, incluindo exercícios físicos regulares, banho de sol, alimentação saudável e ida regular ao médico. É preciso ter consciência da gravidade desta doença e os números estão aí para provar isso”, garante o médico.


Artrose: viscossuplementação pode ser uma ótima opção de tratamento

Também conhecida como osteoartrose, a artrose é uma doença degenerativa progressiva das articulações, que atinge principalmente as cartilagens dos joelhos, das mãos, dos quadris e da coluna. Segundo o Dr. Bernardo Stolnicki, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, mais de 70% das pessoas, acima de 70 anos, tem evidência radiográfica desta doença, mas nem todas desenvolvem os sintomas. “A artrose pode não apresentar sintomas no início, sendo diagnosticada através de exame radiográfico. O principal sintoma é a dor, que começa apenas com a movimentação da articulação afetada, melhorando com descanso, mas que pode progredir para dores até mesmo durante o repouso. Pode ocorrer também diminuição dos movimentos, ruído na articulação (crepitações), inchaço na articulação, deformidades e falta de firmeza ao realizar movimentos”, explica ele.

Segundo ele, não é apenas a idade que contribui para o aparecimento da artrose. A genética da pessoa, obesidade, diabetes e hipotireoidismo são algumas das causas da artrose. “Quando a cartilagem é afetada, não se regenera. Ma existem tratamentos para aliviar os sintomas e conter o avanço da doença”, garante o médico, criando o tratamento medicamentoso, fisioterapia e hidroterapia.

– Temos aqui no CREB um tratamento muito moderno e que traz resultados muito bons. Trata-se da viscossuplementação, que são injeções intra-articulares de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. Essas aplicações são feitas por médico especialista, em consultório, de três a cinco vezes, podendo se repetir após um período de seis meses a um ano. Cada vez mais, a viscossuplementação vem sendo aplicada em casos de artrose onde há muita dor e limitação do movimento. Inclusive, alguns planos já estão cobrindo a viscossuplementação – afirma o Dr. Bernardo, lembrando que o tratamento da artrose é individualizado.



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