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Entorse no tornozelo: fisioterapia é fundamental para sucesso do tratamento

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A entorse de tornozelo é dos motivos que mais levam as pessoas, de todas as idades, ao consultório de um ortopedista.

Afinal, são lesões que acontecem diariamente, a partir de uma torção de um passo em falso, um escorregão ou mesmo uma topada. Mas o que parece ser algo corriqueiro e passageiro pode se transformar em um problema maior se não tratado corretamente, alerta o ortopedista Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.

“Todo mundo está apto a passar por isso. As vezes, um simples passo em falso é o suficiente para provocar uma entorse no tornozelo, ou seja, uma torção com lesão ligamentar. Temos três graus de lesão: um simples estiramento, uma ruptura parcial ou uma ruptura total. Em todos casos, temos como tratar, com medicamento, em alguns casos com imobilização, seguida de fisioterapia”, explica o médico.

Segundo o Dr. Carlomã, é fundamental que um especialista seja consultado para o problema não se agravar. Além disso, ele alerta para um problema que considera sério: muitas vezes, o paciente faz o tratamento mas abandona a fisioterapia tão logo recupere o movimento.

– A fisioterapia, nestes casos, é fundamental. É muito importante para recuperar a estabilidade do tornozelo. Não é apenas para combater a dor que receitamos a fisioterapia. Ela tem um papel fundamental para recuperar as articulações e evitar uma lesão mal curada. É preciso seguir o que o médico estabeleceu, para inclusive evitar novos problemas na região afetada – afirma.


Artrose no ombro: TOC e viscossuplementação podem ser ótimas opções

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A artrose de ombro limita o movimento, restringindo as atividades diárias, e provoca dor, que pode irradiar para o braço. É mais comum em pessoas com mais de 60 anos, mas jovens podem apresentar esse quadro em casos de sequelas de traumas e fraturas. Apesar da artrose não ter cura, a boa notícia é que é possível recuperar a qualidade de vida perdida e não sentir dor.

É o que garante o Dr. José Guilherme Serra Moura Correia, ortopedista especialista em ombro do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. “A artrose não tem cura, mas os tratamentos eliminam a dor e devolvem o movimento perdido. Consultando um especialista, o paciente terá sua patologia diagnosticada e o melhor tratamento indicado. Além de medicação, utilizamos a fisioterapia e protocolos que incluem a acupuntura e a hidroterapia”, explica ele.

Mas há opções de novos tratamentos, como a viscossuplementação e a TOC – Terapia por Ondas de Choque, que trazem excelentes resultados.

– A TOC, disponível no CREB, sempre foi utilizada para tendinites e bursites, por exemplo, mas seu uso está cada vez mais amplo. E a viscossuplementação é uma injeção intra-articular de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. O líquido sinovial perde sua capacidade funcional com a idade e com o processo de artrose, e o uso dessas injeções de ácido hialurônico exógeno vem sendo utilizado com sucesso. O tratamento, feito na própria clínica, com três a cinco aplicações, traz alívio para a dor e melhora da função. Temos recursos cada vez maiores para devolver a qualidade de vida ao paciente – finaliza o médico.


Dor no ombro pode indicar tendinite do manguito. Um médico deve ser consultado

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Uma noite mal dormida, um esforço físico maior ou mesmo passar horas diante de um computador, praticamente na mesma posição, são ações corriqueiras,que acontecem no nosso dia a dia, e que as vezes resultam numa pequena dor no ombro.

Muitas vezes, a pessoa prefere esperar a dor passar ou toma, por conta própria, algum analgésico. Na verdade, o problema pode ser muito maior, como, por exemplo, uma tendinite no manguito, ou seja, uma inflamação no conjunto de músculos do ombro.

“Dor no ombro pode ser uma inflamação que, se evolui, traz dor e limitação do movimento do membro. Um médico deve ser procurado, porque o problema pode evoluir, por exemplo, para um quadro de capsulite adesiva, ou seja, uma contratura da cápsula articular, que permite o movimento do ombro. Pode haver, também, até ruptura do manguito. Uma dor no ombro não deve ser encarada como algo corriqueiro. Um especialista deve ser consultado”, avisa o Dr. José Guilherme Serra Moura Correia, ortopedista especialista em ombro do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Segundo o médico, o tratamento convencional, como medicamentos e fisioterapia, além de acupuntura, tem excelentes resultados. Mas quando o problema alcança um maior grau, o médico pode recomendar a TOC – Terapia por Ondas de Choque. São de três a quatro sessões de ondas acústicas, que alcançam a marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos, evitando, em muitos casos, a cirurgia. A TOC está disponível no CREB.

– Uma simples inflamação no manguito é muito mais fácil de curar. Então, ao menor sinal de dor, um especialista deve ser procurado. Não se deve deixar para depois, para evitar a evolução do problema. Ninguém precisa sentir dor – afirma o médico.



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