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Tendinite patelar pode ser tratada com TOC

Lesão muito comum entre desportistas, a tendinite patelar é a inflamação da inserção do tendão que se insere na patela, ou seja, na frente do joelho. “A tendinite patelar também é conhecida como Tendinite do saltador (jumpers knee) e é muito comum entre praticantes de esportes que utilizam muito o salto. Temos inúmeros casos entre jogadores de vôlei, basquete e atletas de ginástica olímpica, mas também acontece com ciclistas e corredores de rua”, explica o Dr. Rodrigo Castelo Branco, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo– e especialista em medicina do esporte.

O médico explica que a pessoa acometida pela tendinite patelar sente uma dor localizada, na frente do joelho, que em casos mais graves chega a impossibilitar a marcha. Segundo ele, esse problema é diagnosticado por meio de exame clínico, radiografia, ultrassonografia e, em alguns casos, até ressonância magnética. “O tratamento é medicamentoso e no CREB utilizamos protocolo que consta de acupuntura, eletroterapia e outras medidas de reabilitação”, esclarece.

Se seguido corretamente, o tratamento geralmente resolve na maior parte dos casos clínicos, mas dependendo do grau pode se optar pelo TOC – Terapia por Ondas de Choque, um método não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso e é o que de mais novo há no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. Com em média 3 ou 4 sessões, é possível tratar e resolver o problema.

– A tendinite patelar pode ser curada, seja pelo tratamento convencional ou TOC. Mas é importante observar que não são apenas atletas que podem ter o problema. Então, ao menor sinal de dor no joelho, um especialista deve ser procurado – finaliza.


Entorse no tornozelo: fisioterapia é fundamental para sucesso do tratamento

A entorse de tornozelo é dos motivos que mais levam as pessoas, de todas as idade, ao consultório de um ortopedista. Afinal, são lesões que acontecem diariamente, a partir de uma torção de um passo em falso, um escorregão ou mesmo uma topada. Mas o que parece ser algo corriqueiro e passageiro pode se transformar em um problema maior se não tratado corretamente, alerta o ortopedista Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

“Todo mundo está apto a passar por isso. As vezes, um simples passo em falso é o suficiente para provocar uma entorse no tornozelo, ou seja, uma torção com lesão ligamentar. Temos três graus de lesão: um simples estiramento, uma ruptura parcial ou uma ruptura total. Em todos casos, temos como tratar, com medicamento, em alguns casos com imobilização, seguida de fisioterapia”, explica o médico.

Segundo o Dr. Carlomã, é fundamental que um especialista seja consultado para o problema não se agravar. Além disso, ele alerta para um problema que considera sério: muitas vezes, o paciente faz o tratamento mas abandona a fisioterapia tão logo recupere o movimento.

– A fisioterapia, nestes casos, é fundamental. É muito importante para recuperar a estabilidade do tornozelo. Não é apenas para combater a dor que receitamos a fisioterapia. Ela tem um papel fundamental para recuperar as articulações e evitar uma lesão mal curada. É preciso seguir o que o médico estabeleceu, para inclusive evitar novos problemas na região afetada – afirma.


Artrose no ombro: TOC e viscossuplementação podem ser ótimas opções

A artrose de ombro limita o movimento, restringindo as atividades diárias, e provoca dor, que pode irradiar para o braço. É mais comum em pessoas com mais de 60 anos, mas jovens podem apresentar esse quadro em casos de sequelas de traumas e fraturas. Apesar da artrose não ter cura, a boa notícia é que é possível recuperar a qualidade de vida perdida e não sentir dor.

É o que garante o Dr. José Guilherme Serra Moura Correia, ortopedista especialista em ombro do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. “A artrose não tem cura, mas os tratamentos eliminam a dor e devolvem o movimento perdido. Consultando um especialista, o paciente terá sua patologia diagnosticada e o melhor tratamento indicado. Além de medicação, utilizamos a fisioterapia e protocolos que incluem a acupuntura e a hidroterapia”, explica ele.

Mas há opções de novos tratamentos, como a viscossuplementação e a TOC – Terapia por Ondas de Choque, que trazem excelentes resultados.

– A TOC, disponível no CREB, sempre foi utilizada para tendinites e bursites, por exemplo, mas seu uso está cada vez mais amplo. E a viscossuplementação é uma injeção intra-articular de ácido hialurônico, o mesmo componente que já existe no líquido sinovial de uma articulação saudável. O líquido sinovial perde sua capacidade funcional com a idade e com o processo de artrose, e o uso dessas injeções de ácido hialurônico exógeno vem sendo utilizado com sucesso. O tratamento, feito na própria clínica, com três a cinco aplicações, traz alívio para a dor e melhora da função. Temos recursos cada vez maiores para devolver a qualidade de vida ao paciente – finaliza o médico.



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