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Escolha correta do calçado é fundamental para saúde dos pés

Nossos pés são compostos por nada menos do que 26 ossos, na maioria pequenos, que têm a responsabilidade de nos levar para lá e para cá, o dia inteiro. Seria natural, então, que tivéssemos todos os cuidados com eles, mas nem sempre é isso que acontece. A escolha do calçado, por exemplo, jamais pode ser pautada apenas pela questão estética. É fundamental que o calçado seja confortável e adequado ao seu tipo de pé e pisada.

“As pessoas compram tênis e sapatos geralmente seduzidos pela estética, pela beleza do produto. É um grande erro, pois um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema. Sapatos de salto alto e bico fino, então, são os grandes inimigos da saúde dos pés das mulheres”, afirma o fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Antônio d’Almeida.

O uso constante do sapato de salto alto e bico fino causa alterações sensíveis na postura e na marcha e, assim, causa dor, desequilíbrio muscular, estresse articular e até degeneração nas articulações. “O pior é que muitas vezes as mulheres preferem utilizar um sapato menor que o tamanho de seu pé, o que piora em muito a situação. Elas usam o sapato o dia inteiro e acabam se acostumando com a dor. É um grande erro, pois o problema tende a se agravar cada vez mais. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura”, explica o médico.

– Se a pessoa sente dores nos pés, joelho, quadril, tornozelo ou coluna, deve fazer uma avaliação com um especialista. Há um moderno exame, chamado baropodometria dinâmica,  que é capaz de oferecer informações precisas, que ajudarão a identificar o diagnóstico e a melhor orientação de tratamento – finaliza ele.


Artrite reumatóide: dor pode ter consequências graves

Um amplo estudo apresentado no Congresso Europeu da Liga Contra Reumatismo, que ocorreu em Roma, na Itália, demonstra que 75% das mulheres com artrite reumatóide sofrem diariamente com dores e que a doença incomoda de tal forma que chega a impactar negativamente em aspectos sociais e emocionais. Foram entrevistadas 1958 mulheres com idade entre 25 e 65 anos, na Inglaterra, França, Alemanha, Itália, Espanha, Estados Unidos e Canadá. Em suma, um sentimento único: as entrevistadas contaram que se sentem isoladas e deslocadas da vida social.

Das entrevistadas, 40% disseram que portadoras desta doença têm mais dificuldades de encontrar um parceiro. As 22% divorciadas ou separadas que participaram do estudo disseram que a artrite reumatóide foi uma causa importante na decisão de se afastarem dos parceiros, e 68% confessaram que escondem a dor das pessoas próximas. A pesquisa também indicou que 67% das pacientes estão constantemente procurando novos tratamentos para lidar com a dor. E 71% das participantes que estavam trabalhando na época em que responderam o questionário disseram que produziam menos profissionalmente por causa da doença.

“Amarrar o cadarço do tênis, pentear os cabelos, abrir a torneira e segurar um copo são atividades do dia a dia que podem parecer simples para a maioria das pessoas. Mas não para muitos daqueles que são acometidos pela artrite reumatóide, uma doença inflamatória auto imune de longa evolução e progressiva, que destrói as articulações. Essa doença é mais comum do que se pode imaginar: estatísticas apontam que mais de 1,5 milhão de brasileiros têm artrite reumatóide e muitas vezes ficam impossibilitados de trabalhar e realizar atividades simples do cotidiano”, explica o fisiatra e reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, a artrite reumatóide caracteriza-se por inflamação das articulações, provocada por uma reação inflamatória, com presença de algumas substâncias, entre elas a interleucina 6, que destroem progressivamente a cartilagem e os ossos ao redor das articulações, causando dor, edema e prejudicando sua função e limitando os movimentos.

O médico do CREB alerta que a artrite reumatóide não acomete apenas pessoas da terceira idade. “Muitas pessoas acreditam que as doenças reumáticas são exclusivas na terceira idade, o que é um engano. Mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos são as principais vítimas da doença. A artrite reumatóide, por exemplo, afeta diretamente a qualidade de vida do paciente e logo que surge, aos primeiros sinais, como, por exemplo, dor nas juntas, em especial das mãos e dos pés, deve-se procurar um médico reumatologista”, diz.

– Essa pesquisa demonstra uma realidade que constatamos em nossos consultórios: a dor que sentem as pessoas acometidas pela doença tem conseqüências graves e precisa ser tratada com todo cuidado. É fundamental adotar um tratamento para reduzir a dor, evitar a queda da produtividade profissional e lidar com os impactos sociais desta doença. Afinal, temos o direito de ser feliz e não sentir dor – finaliza o médico.


Pilates, poderoso aliado no tratamento de lombalgias

O Pilates pode ser um poderoso aliado no tratamento de lombalgias crônicas não específicas, que causam dores e desconforto aparente na região inferior das costas. “O Pilates permite excelentes exercícios sem a necessidade de esforço físico intenso. É cada vez mais indicado para trabalhar a flexibilidade, o fortalecimento dos músculos, além da respiração e da conscientização corporal. É muito diferente dos exercícios praticados em academia de ginástica”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, que oferece Pilates médico, ou seja, orientado e supervisionado  por médicos fisiatras.

– Dor na coluna é uma das a maiores reclamações da maioria das pessoas quando se trata de mudança de estilo de vida. As dores poderão aparecer de forma progressiva ou de uma só vez. Quando isso acontece, acontece, grande parte dos pacientes tomam a pior providência: a auto-medicação. Dor na coluna pode ser o grito de alerta de que alguma coisa não vai bem,  é um sintoma de uma série de problemas e só um médico poderá diagnosticá-la. Uma das  melhores  formas de manter seus músculos saudáveis é a prática de Pilates, que fortalece a musculatura, assegurando um melhor suporte para coluna, maior flexibilidade e uma melhor postura.  Este tipo de exercício pode ser praticado por qualquer pessoa, seja de que idade for, desde que devidamente orientado pelo médico. No CREB muitas vezes associamos também para esse tipo de lombalgia  medidas de fisioterapia analgésicas e a acupuntura, com ótimos resultados. Cada um faz os exercícios no seu ritmo e irá encontrar os resultados positivos no seu próprio tempo – finaliza ele.



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