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Sapato de salto alto e bico fino pode ser um inimigo das mulheres

Nosso pé é composto por 26 ossos, que nos mantém em pé boa parte do dia, nos levam para lá e para cá e ainda sustentam cargas, como bolsas, mochilas e sacolas cheias. Mas pouca gente dá atenção a ele. Por exemplo: ao escolher um sapato ou tênis, em g...

Nosso pé é composto por 26 ossos, que nos mantém em pé boa parte do dia, nos levam para lá e para cá e ainda sustentam cargas, como bolsas, mochilas e sacolas cheias. Mas pouca gente dá atenção a ele. Por exemplo: ao escolher um sapato ou tênis, em geral as pessoas se preocupam tão somente com a estética do calçado desejado.

“Devemos buscar beleza, sim, isso é muito importante. Mas é preciso deixar claro que o principal atributo do calçado deve ser o seu conforto, segurança, qualidade e, sobretudo, que seja adequado ao tipo de pé e pisada de quem irá comprá-lo. Junto a isso tudo, o consumidor deve pensar na beleza do produto, mas só depois disso tudo”, afirma o ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

O calçado ideal para o seu tipo de pé

Um calçado inadequado pode trazer inúmeros problemas aos pés a um ponto que apenas uma cirurgia poderá eliminar esse problema, alerta o ortopedista do CREB.

– É um grande erro não buscar o calçado ideal para o seu tipo de pé. O grande vilão, sem dúvidas, é o sapato alto, de bico fino. As mulheres adoram, mas ele pode se transformar no maior inimigo dos seus pés. Seu uso constante pode causar alterações sensíveis na postura da pessoa e em sua própria marcha. Isso pode causar desiquilíbrio muscular, dores, estresse articular e até degeneração nas articulações. O uso frequente de sapatos com salto alto provoca o encurtamento nos músculos da parte de trás da perna, danos à coluna, dores no joelho, calosidades, joanetes e unhas encravadas, entre tantos outros possíveis problemas. E isso piora ainda mais quando falamos de adolescentes e jovens, que estão em um período em que o corpo ainda está moldando a postura – garante o Dr. Munhoz.


Hidroterapia, pilates terapêutico e TOC trazem ótimos resultados na Síndrome do Piriforme

Os principais fatores associados a Síndrome do Piriforme são o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o mo...

Os principais fatores associados a Síndrome do Piriforme são o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o movimento livre do nervo e alterações intrapélvicas. Segundo explica o professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ortopedista Clovis Munhoz, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o O piriforme é um músculo da região do quadril, que fica próximo ao nervo ciático e, assim, pode causar sua compressão, o que traz dor no local, que pode irradiar para a perna.

A Avaliação Isocinética indica qual músculo está hipotônico

A boa notícia é que há tratamento para essa doença e a cirurgia raramente é necessária, garante o médico. “Como há um desequilíbrio e fragilidade muscular da região afetada, temos no CREB um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, um exame preciso, indolor e que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. Por meio da avaliação médica, com a história e o exame físico, o médico irá afastar a possibilidade, muitas vezes associada, de compressão, que pode ser oriunda da coluna”, explica ele.

Medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos e cinesioterapia fazem parte do tratamento da síndrome do piriforme. “Utilizamos no CREB protocolos que incluem hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que agiliza o tratamento e ajuda a eliminar a dor do paciente. Também podemos utiliza o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC), com três a cinco sessões, o que traz uma excelente resposta”, finaliza o ortopedista.


Caminhar faz bem a saúde e ajuda a combater as dores

“Contabilizamos mais de 300 doenças que afetam os ossos e os músculos, como a fibromialgia, a osteoporose, a lombalgia, a osteoartrite e tantas outras. Caminhar é uma excelente atividade física, que está ao alcance de qualquer um. É uma atividade pra...

“Contabilizamos mais de 300 doenças que afetam os ossos e os músculos, como a fibromialgia, a osteoporose, a lombalgia, a osteoartrite e tantas outras. Caminhar é uma excelente atividade física, que está ao alcance de qualquer um. É uma atividade prazerosa, não depende de investimento algum, como matricula e mensalidade de academia, e pode ser feita por qualquer um. Além de ganhar condicionamento físico, a pessoa já sente a intensidade de dores reduzida nas primeiras sessões de caminhada”.

Opção de atividade física de baixo impacto

A afirmação é do Dr. Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo ele, a prática de atividade física regular é uma das condições básicas na busca por uma melhor qualidade de vida. “A atividade física ajuda a combater dores nos músculos e ossos, reforça a coluna vertebral e ajuda a garantir um sistema musculoesquelético saudável e forte para sustentar o organismo. Mesmo para aqueles que não gostam de praticar esportes, é possível estabelecer uma atividade física regular e prazerosa: a caminhada pode ser uma excelente opção de atividade física de baixo impacto, que pode ser adotada pela maioria das pessoas, inclusive da terceira idade”, reforma ele.

O ortopedista do CREB recomenda que ao se iniciar uma atividade física é preciso, primeiro, consultar um médico. Mesmo uma simples caminhada precisa de atenção e de cuidados, para que a atividade não se transforme em um problema. “A caminhada é sempre uma boa opção. É um exercício aeróbico que pode ser realizado com intensidade moderada no início, para aqueles que estão fora de forma. Com o tempo, os exercícios podem ser intensificados”, diz. O tempo e a distância da caminhada vão depender de cada pessoa. “É a prática com cautela e a tolerância do paciente que determinarão o tempo e a intensidade do exercício. E quanto mais se praticar, mais se pode avançar. Muitas pessoas se adaptam rapidamente à caminhada e melhoram significativamente após o início desta prática. É comum a pessoa sair para caminhar com algum desconforto e voltar sem dor alguma”, finaliza.



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