Dor na coluna: ortopedista do CREB fala sobre vícios de postura ao sentar
Uma das grandes vilãs das dores de coluna, acredite, é a posição sentada.
Isso mesmo: sentar pode ser prejudicial à saúde de sua coluna. Obviamente que não estamos falando simplesmente da posição sentada, mas sim da postura errada ao sentar. Poucos são aqueles que ficam atentos à sua postura, principalmente quando relaxam e se sentam, para descansar, almoçar ou simplesmente ver televisão. Os móveis nada ergométricos ajudam a piorar a situação. A melhor defesa é a consciência.
As alterações dos ângulos do quadril e da coluna são grandes causadoras de dores e lesões
“As alterações dos ângulos do quadril e da coluna são uma das principais causadoras de dores e lesões na coluna vertebral. É preciso buscar um equilíbrio, uma boa postura. Nosso corpo não deve estar nem para frente, nem para os lados e nem par trás. Estar bem posicionado significa que os músculos não precisam trabalhar demasiadamente, economizando energia. Isso chama-se equilíbrio pélvico”, explica o ortopedista Márcio Taubman, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Segundo ele, o posicionamento do quadril tem uma influência significativa em toda a postura da coluna vertebral. “Quanto melhor a postura, menos o esforço e menor a tensão. E, assim, menor será a compressão nos discos e menor será o gasto energético. É fundamental que a gente mantenha nossa coluna alinhada ao longo do dia, principalmente para aqueles que têm o tronco projetado para a frente. Uma foto de perfil é o suficiente para vermos se nosso tronco está projetado para frente. Essa consciência é muito importante”, afirma o Dr. Márcio.
O médico do CREB pontua que ao sentarmos, intuitivamente relaxa e acaba adquirindo vícios de postura que serão certamente prejudiciais. “Tem pessoas que trabalham o dia inteiro sentados, como programadores de computador ou cobradores de ônibus, por exemplo. Uma má postura ao longo de um dia inteiro de trabalho é o suficiente para que as dores comecem a aparece rapidamente”, avisa. Segundo o ortopedista, uma avaliação é fundamental e um médico deve ser consultado ao menor sinal de dor. “A boa notícia é que temos tratamento para essas dores, que contam com protocolos que incluem, por exemplo RPG e pilates terapêutico. Ter consciência de nossa postura é fundamental para saúde de nossa coluna”, finaliza ele.
Tratamento devolve a qualidade de vida perdida com a bursite no quadril
Saiba mais sobre a Bursite
A Bursa é um pequeno saco gelatinoso localizado em todo o corpo, que atua como uma espécie de almofada entre os ossos e os tecidos moles, recobrindo-os e ajudando a reduzir a fricção entre tendões e ossos. Quando a Bursa inflama, temos uma bursite. Uma das mais comuns é a bursite de quadril, que acomete principalmente mulheres de meia idade e idosos, mas o número de homens e jovens acometidos é cada vez maior.
Ao menor sinal de dor no quadril, é preciso procurar um especialista.
O principal sintoma da bursite de quadril é dor lateral do quadril. É muito comum que essa dor irradie para a perna. Há, ainda, sensação de queimação e a dor se intensifica com o tempo. Na maior parte das vezes, a dor aparece mais à noite, quando deitamos sobre o quadril afetado ou quando levantamos de uma cadeira, após longo tempo sentado”, explica o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
Ao menor sinal de dor no quadril, diz o médico, é preciso procurar um especialista. “É possível ter de volta a qualidade de vida perdida com uso de medicamento específico e tratamento fisioterápico. No CREB, utilizamos protocolos, com sucesso, que incluem incluem hidroterapia, em piscina específica para esse fim, com água aquecida a 32 a 34 graus centígrados, acupuntura e pilates. Também contamos com a viscossuplementação, para uma melhor articulação”, finaliza o Dr. Eduardo.
Crochetagem é associada a RPG, acupuntura, hidroterapia e pilates, contra a dor localizada
A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele. A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizada...
A crochetagem é um método fisioterapêutico para tratamento de dores do aparelho locomotor. O fisioterapeuta utiliza manobras com um gancho, e elimina as aderências sobre a pele.
A técnica é muito utilizada, com sucesso, para eliminar dores localizadas.
“A crochetagem é um método que busca a a liberação tecidual através da utilização do gancho realizando movimentos curtos de tração em um eixo paralelo à cicatriz por todo seu trajeto longitudinal, movimentos em um eixo perpendicular a cicatriz e também movimentos com início imediatamente após o bordo mais externo da cicatriz. Na verdade, ocorre um aumento da circulação sanguínea e circulação linfática. Isso traz alívio e atua diretamente sobre a dor, eliminando-a”, explica Handerson R. Neurer, coordenador do serviço de reabilitação do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A técnica é muito utilizada para eliminar dores localizadas; aderências fibrosas que limitam o movimento entre os planos de deslizamento tissulares; nos corpúsculos fibrosos (depósitos úricos ou de cálcio); e nas cicatrizes e hematomas, que geram progressivamente aderências entre os planos de deslizamento. “A técnica realizada nos trigger points (pontos de gatilho, de inibição) sugere um efeito reflexo, tendo indicações para aderências consecutivas a um traumatismo levando a um derrame tecidual, a aderências consecutivas a uma fibrose cicatricial cirúrgica, epicondilites, pubalgia, lombalgia. É indicado também para nevralgias”, diz ele.
O fisioterapeuta ressalta que no CREB essa técnica é associada a outros protocolos, como acupuntura, RPG, pilates terapêutico e hidroterapia, realizada em piscinas apropriadas para tal, o que oferece mais efetividade ao tratamento. “Na presença de uma dor localizada num local específico, o terapeuta inicia sua busca palpatória manual nas regiões afastadas do foco doloroso. Esta busca segue cadeias lesionais que estão em relação anatômica com a lesão. Esta concepção é importante para evitar o aumento da dor através do efeito rebote”, resume ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619