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Jovens também são acometidos pela gota

É cada vez maior o número de pacientes jovens que procuram um reumatologista por conta da gota. Também conhecida como artrite gotosa, a gota é uma doença metabólica, cuja principal característica de quem é acometido por ela é o alto índice de ácido ú...

É cada vez maior o número de pacientes jovens que procuram um reumatologista por conta da gota. Também conhecida como artrite gotosa, a gota é uma doença metabólica, cuja principal característica de quem é acometido por ela é o alto índice de ácido úrico. A gota apresenta cristais de ácido úrico intra-articular, que causam inflamação, uma dor lancinante e vermelhidão no local. Geralmente, no início, atinge o dedão do pé (podagra) ou mesmo outras articulações do pé, joelho e tornozelo.

A gota provoca um depósito de ácido úrico nas articulações

“Ao contrário do que se imagina, a gota está longe de ser uma doença exclusiva da terceira idade, embora tenhamos um alto número de pacientes idosos acometidos por ela. Não é uma doença exclusivamente articular. O alto índice de ácido úrico é uma das principais características das pessoas com gota, mas isso não é absolutamente determinante: temos pessoas que podem ter um índice alto de ácido úrico e não ter o problema, e vice-versa”, afirma o Dr. Sergio Rosenfeld, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O reumatologista explica que a gota provoca um depósito de ácido úrico nas articulações, o que acontece, em geral, por alteração do PH local. “ É fundamental que a pessoa se trate e procure um reumatologista regularmente. E é preciso ficar muito atento, porque a gota pode atingir órgãos como o rim, e estar acompanhada de outros problemas, como diabetes e hipertensão arterial, daí a importância de se ter um diagnóstico precoce e tratar. Quem já teve sabe o tamanho da dor que a doença traz”. Ele pontua que a doença tem tratamento, que é medicamentoso e prevê uma dieta especial para baixar o nível de ácido úrico.


Dores nos pés são mais comuns do que se pensa

Sentir dor no pé é muito mais comum do que se imagina. O problema é que muitas vezes a pessoa acha que a dor é fruto de uma pisada em falso, ou um mal jeito qualquer e acha que o problema está resolvido. “A dor no pé é um alerta de que há algo errado...

Sentir dor no pé é muito mais comum do que se imagina. O problema é que muitas vezes a pessoa acha que a dor é fruto de uma pisada em falso, ou um mal jeito qualquer e acha que o problema está resolvido. “A dor no pé é um alerta de que há algo errado. E é preciso investigar o que está acontecendo, para que se possa tratar e resolver o problema”, explica a Dra. Flávia Junqueira, ortopedista especialista em pés do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo a médica do CREB, há um exame indolor, sensível na identificação de problemas e de fácil realização chamado Avaliação Tridimensional do Movimento, que deve ser feito quando o paciente sente dores no pé. Esse exame entre outras informações , determina as áreas de maior pressão no pé e ajuda à orientar o tratamento. “Alterações na forma de pisar levam a um maior desgaste do joelho e com isso maior possibilidade de artrose, por exemplo. Pé chato, cavo, com apoio maior para dentro ou para fora, podem gerar dor, desconforto, sensação de queimação nos pés e devem e ser tratados. Essas alterações podem ser avaliadas e tratadas com bons resultados”, garante ela.

Avaliação Tridimensional do Movimento deve ser feita quando o paciente sente dores no pé

A Dra. Flávia pontua que pessoas com Osteopenia ou com osteoporose devem ter maior atenção à marcha e ao equilíbrio para evitar quedas; “Alterações da marcha e do equilíbrio são importantes fatores para aumentar a queda e com isso ocasionar mais fraturas em pessoas idosas. Mas é sempre bom lembrar que a correção das alterações nos pés é possível e ajuda a evitar danos nas articulações acima como joelhos, quadris e coluna vertebral. Ao menor sinal de dor nos pés, um especialista deve ser consultado. E quanto mais cedo, melhor”, finaliza ela.


CREB utiliza protocolos para tratar da dor crônica, que atinge 37% da população

Uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) realizada no ano passado, mas recém divulgada, aponta que em cada dez brasileiros, praticamente quatro sofrem algum tipo de dor crônica. Esse contingente, que chega a 37% da população do...

Uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) realizada no ano passado, mas recém divulgada, aponta que em cada dez brasileiros, praticamente quatro sofrem algum tipo de dor crônica. Esse contingente, que chega a 37% da população do país, é, em sua maior parte, composto por mulheres das regiões Sul e Sudeste, com idade média de 41 anos.
“A dor crônica é caracterizada pela dor que persiste por pelo menos mais de três meses. E muitas dessas pessoas que sentem dores crônicas, sentem tanta dor que tem alterada a qualidade de vida. As dores atrapalham suficientemente as atividades do dia a dia”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.

A dor crônica persiste por, pelo menos, três meses

As dores crônicas podem ter causas variadas, como algum a doença infecciosa, como chikungunya, dores de cabeça, dores provenientes de algum trauma ou acidente. Mas as dores crônicas líderes não só no Brasil, mas no mundo todo, são as dores na coluna vertebral. Segundo o Dr. Haim, dores nas costas podem ter inúmeras causas, que precisam ser investigadas para o início do melhor tratamento. “Ao menor sinal de dores na coluna, um especialista deve ser consultado. Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento melhor. Muitas veze, a pessoa sente dores, acha que pode ter sido apenas uma noite mal dormida, se automedica com um analgésico, e acha que resolveu o problema. Esse é o pior comportamento que há quando pensamos em saúde”, alerta ele.

O CREB conta, segundo o Dr. Haim, com tratamentos para a dor crônica, com protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG, pilates terapêuticos e outros recursos fisioterápicos, que têm trazido sucesso para os pacientes da clínica. “Nosso atendimento é individualizado. Cada paciente vai demandar um tipo de tratamento. Quando ele chega ao consultório, a primeira coisa que ele quer é se livrar daquela dor. Vamos focar na causa da doença, mas também vamos eliminar aquela dor, que atrapalha tanto o dia a dia das pessoas”, finaliza o Dr. Haim.



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