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Dores musculo esqueléticas se intensificam no frio

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, de São Paulo, aponta que a lombalgia, a tendinite, a tendinose e fraturas por estresse são dores musculoesqueléticas tão comuns que acometem até 90% da popula...

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho, de São Paulo, aponta que a lombalgia, a tendinite, a tendinose e fraturas por estresse são dores musculoesqueléticas tão comuns que acometem até 90% da população. E desse enorme contingente, 30% faltam ao trabalho. A pesquisa indicou também que a maior parte dessas pessoas não sabe como essas dores se manifestam, suas consequências e as formas de tratamento e prevenção.

Os distúrbios musculoesqueléticos se apresentam de forma crônica ou aguda

“As dores musculoesqueléticas são originadas por distúrbios musculoesqueléticos e se apresentam de forma crônica ou aguda em ossos, articulações, músculos ou estruturas circunjacentes (que estão próximas). Seus principais sintomas são dor ou dor disseminada e persistente, irritação neural periférica, fraqueza, movimento limitado e rigidez. Os sintomas são progressivos, com maior lesão de tecidos e inflamação, além do aumento dos pontos sensíveis. A dor é exacerbada pelo estresse pessoal ou relacionada ao trabalho”, explica o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Clovis Munhoz. Ele explica que essas dores geralmente são decorrentes de uma predisposição genética, por consequência de esforço repetitivo ou desordens relacionadas ao trabalho, que acabam por lesionar essas estruturas de movimento.

Por isso, ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista. Ainda mais no inverno, quando as dores nas articulações são ainda mais comuns. “Os nossos músculos tendem à contração, numa reação normal ao frio. Ficamos mais encolhidos nessa época do ano, e por mais tempo. Por causa da temperatura baixa, o fluxo sanguíneo diminui por constrição vascular e o frio evidencia a sensibilidade. Esse quadro piora ainda mais porque no inverno as pessoas tendem a interromper ou diminuir suas atividades físicas regulares, o que é um grande erro. No inverno não devemos parar de nos exercitar. E é preciso ter um cuidado maior com o aquecimento e alongamentos. Além disso, é preciso se agasalhar melhor, mesmo para correr, por exemplo. Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado”, explica o ortopedista do CREB.


Artrose: dores podem se intensificar no inverno por causa do frio

A cabeleireira Maria Isabel Nobre teve diagnosticada uma artrose no quadril direito há seis anos e, desde então, vem se tratando regularmente com um reumatologista. O tratamento a base de medicamentos e prática de exercício físico regular, além de ac...

A cabeleireira Maria Isabel Nobre teve diagnosticada uma artrose no quadril direito há seis anos e, desde então, vem se tratando regularmente com um reumatologista. O tratamento a base de medicamentos e prática de exercício físico regular, além de acupuntura e pilates terapêutico, trouxe de volta a qualidade de vida perdida e Maria Isabel vive feliz e sem dores, levando uma vida normal, inclusive com saídas regulares para bailes de dança de salão, uma das paixões da cabeleireira.

No inverno, no entanto, Maria Isabel sempre procura seu médico, com dores no quadril. “Quando o tempo esfria, eu logo me preocupo. No inverno, quando a temperatura é baixa na maior parte do tempo, eu volto a sentir um pouco de dor no quadril, e corro para o meu reumatologista. Desde que fui diagnosticada portadora de artrose, comecei a me tratar e os resultados foram excelentes. Mas no inverno é sempre um pouco mais difícil. Quanto a temperatura cai um pouco mais, sinto dores”, conta ela.

Segundo o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), o que acontece com a cabeleireira se repete sistematicamente com quem é acometido pela artrose: no frio as dores nas articulações são mais comuns. “No inverno, por conta das temperaturas baixas, as pessoas que sentem dores nas articulações tendem a agravar um pouco esse quadro. Isso porque as pessoas tendem, no frio, a ficarem mais encolhidas e os músculos se contraem. Assim, há uma natural diminuição no fluxo sanguíneo por constrição vascular e o frio evidencia a sensibilidade. As pessoas sente, então, mais dores nas articulações. É o que acontece, em geral, com quem tem artrose”, explica o médico do CREB.

O Dr. Haim pontua que ao menor sinal de dor é preciso procurar um especialista. E que nessa época do ano, especialmente, não se deve abandonar as atividades físicas. “Quem pratica atividade física ao ar livre muitas vezes interrompe ou diminui os exercícios por conta do frio. Isso não deve acontecer. E é preciso se aquecer melhor quando for iniciar a atividade física, além de usar roupas confortáveis porém aquecidas”, afirma ele.


Dor nas costas pode ser um aviso de uma doença mais séria na coluna

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores nas costas. São números realmente impressionantes. Sentir dor na coluna é algo tão habitual que muita gente acha que basta tomar um analgésico e esperar...

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 85% da população mundial tem, teve ou terá dores nas costas. São números realmente impressionantes. Sentir dor na coluna é algo tão habitual que muita gente acha que basta tomar um analgésico e esperar a dor sumir para que fique tudo bem. Mas essa é uma prática absolutamente incorreta e prejudicial à saúde. Ao menor sinal de dor nas costas, é preciso procurar um especialista.

“Dor na coluna é sinal de que algo não vai bem. As pessoas acham que aquela dor é fruto de uma noite mal dormida, um tombo qualquer ou consequência de tensão, e não dão a devida importância ao fato. Vão na farmácia da esquina, compram um analgésico, tomam o remédio por contra própria, e acham que resolveram aquele problema. Dores na coluna têm motivos diversos, e podem estar associadas a uma doença”, afirma o Reumatologista Antônio Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A automedicação é condenável

Segundo o Dr. Antônio, dores musculares que acometem a nossa coluna podem estar associadas a hábitos ruins, vícios de postura, alguma alteração na região, esforço exagerado, algum processo inflamatório por irritação do tecido ou alguma lesão. “A automedicação é absolutamente condenável. As possibilidades são inúmeras, então só um especialista pode avaliar e diagnosticar o que o paciente tem. E quanto mais cedo iniciarmos o tratamento, mais rapidamente vamos ter sucesso”, avisa. O médico diz que muitas vezes, as dores na coluna podem se prolongar para os braços ou pernas, com sensação de queimação e formigamento. “No consultório, o médico fará exames físicos, pedirá exames de imagens e buscará o histórico do paciente, para chegar ao correto diagnóstico. Dor nas costas pode ser o aviso de uma doença mais séria, então não se pode menosprezá-la”, finaliza ele.



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