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Síndrome do Piriforme traz dor na região do quadril, com irradiação para a perna

Dor na região do quadril, com possível irradiação para a perna, pode ser sintoma da síndrome de piriforme.

Dor na região do quadril, com possível irradiação para a perna, pode ser sintoma da síndrome de piriforme. Segundo Clovis Munhoz, professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – os principais fatores da doença são o hábito de passar grande parte do dia sentado, a prática exagerada de exercícios para os glúteos, variações anatômicas e presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o movimento livre do nervo.

Segundo o Dr. Clovis, o piriforme é um músculo da região do quadril, localizado próximo do nervo ciático, o que pode causar sua compressão. Há tratamento para a síndrome do piriforme.

A Avaliação Isocinética pode ajudar no diagnóstico

  • Utilizamos medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, além de cinesioterapia. No CREB temos protocolos que incluem hidroterapia, eletroterapia e acupuntura, que trazem mais efetividade ao tratamento. Mas como há um desequilíbrio e fragilidade muscular da região afetada, temos no CREB um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, que é um exame preciso, indolor e que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. Por meio da avaliação médica, com a história e o exame físico, o médico irá afastar a possibilidade, muitas vezes associada, de compressão, que pode ser oriunda da coluna – explica ele.

O médico do CREB acrescenta que também pode ser utilizado no tratamento a Terapia por Ondas de Choque (TOC), com três a cinco sessões, feita em consultório médico. O CREB dispõe desse recurso.


Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

Lombalgia: CREB tem centro específico para tratamento de doenças da coluna vertebral

Mais de 90% da população mundial sofre, sofreu ou sofrerá de dor lombar em algum momento de sua vida. Trata-se da segunda causa que mais leva pacientes para as clínicas especializadas.

Segundo o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e reumatologista da Universidade federal do Rio de Janeiro (UFRJ), os sintomas da lombalgia são: dor na região lombar (a região mais baixa da coluna, perto da bacia), sensação de queimação no local e dificuldade para ficar em pé ou se movimentar livremente.

Causas e tratamento da lombalgia

As causa da doença, segundo o Dr. Haim, podem ser de origem degenerativa, inflamatória, infecciosa, gestacional, congênita ou mecânico postural. “A lombalgia pode provocar dores fortes e constantes. E quando essas dores irradiam para um ou os dois membros inferiores, trata-se de uma lombociatalgia. O importante é ao menos sinal de dor procurar um especialista”, alerta o médico do CREB.

A lombalgia tem tratamento e a boa notícia é que os resultados podem ser excelentes. “Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – frequente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado”, diz o Dr. Haim.

Segundo ele, o tratamento prevê uso de medicamentos e técnicas fisioterápicas. O CREB conta com um centro específico para doenças da coluna vertebral, o CRC, com profissionais especializados e extremamente experientes no assunto. Os resultados alcançados pelo CRC têm sido excelentes, devolvendo aos pacientes a qualidade de vida perdida e eliminando os sintomas, principalmente a dor.


TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial

TOC é ótima opção para síndrome de dor miofascial

Presente em quadros de fibromialgia, de desvios posturais da coluna vertebral e dos movimentos articulares e repetitivos, a síndrome de dor miofascial é caracterizada pela presença de dor relacionada à inflamação do músculo e da fáscia, tecido conectivos que cobre os músculos. A doença traz dor crônica e contratura muscular, que se manifesta quando um ponto específico do corpo é pressionado – conhecido como ponto gatilho, ou seja, um pequeno nódulo palpável nos músculos.

De acordo com o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o tratamento prevê a combinação de medicamentos e técnicas fisioterápicas. “Podemos prescrever analgésicos, relaxantes musculares e antidepressivos. Uma opção de tratamento é o RPG, disponível no CREB, que oferece o alongamento da musculatura de sustentação da coluna, o que traz relaxamento muscular. Acupuntura também é recomendável, pois alivia os sintomas”, afirma o médico do CREB.

Terapia de Ondas de Choque

A TOC – Terapia de Ondas de Choque – é uma excelente opção de tratamento das dores de origem miofascial, garante o Dr. Antônio. Segundo ele, a TOC oferece grande melhora nas dores e diminui a recorrência.

  • A TOC é o mais moderno tratamento das dores do sistema músculo esquelético. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado. Em geral, três ou quatro sessões são suficientes – diz o fisiatra do CREB, pontuando que esta técnica também está disponível na clínica.


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