(21) 3182 8282 Whatsapp Horários
CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

 

Medicina do esporte trata lesões e trabalha a prevenção

Qual é a interseção que pode existir entre uma pessoa sedentária, alguém que quer intensificar sua condição física para obter uma melhor qualidade de vida e um atleta de alto rendimento? A resposta é simples: todos precisam consultar um médico especi...

Qual é a interseção que pode existir entre uma pessoa sedentária, alguém que quer intensificar sua condição física para obter uma melhor qualidade de vida e um atleta de alto rendimento? A resposta é simples: todos precisam consultar um médico especialista em medicina do esporte, para praticar exercícios com mais segurança e saúde.

Para praticar esportes é necessário consultar um especialista em busca de orientação

“Uma pessoa sedentária, que decide passar a praticar algum tipo de esporte, precisa primeiro se consultar com um especialista, em busca de orientação. Não pode simplesmente sair jogando futebol ou correndo, por exemplo. O mesmo vale para quem quer intensificar suas atividades. E o atleta de alto rendimento está exposto à atividade, precisa se precaver e ser acompanhado por um especialista”, explica o Professor de Ortopedia da UFRJ e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Clóvis Munhoz.

“É preciso treinar com segurança e orientado para alcançar os resultados desejados. A medicina do esporte cuida de pacientes com problemas provenientes do esporte, mas também trabalha a prevenção, o que é fundamental. Tratamos das doenças relacionadas ao esporte, mas orientamos a pessoa para que não venha a ser acometido”, acrescenta o ortopedista do CREB e médico do Flamengo, Dr. João Marcelo.

Segundo o Dr. Clovis, os principais problemas encontrados no consultório de um especialista em medicina do esporte são lesões por entorse de joelho, tornozelo, rupturas musculares, lesões de ligamentos e tendões. Ele conta que o CREB conta com a Terapia por Onda de Choque (TOC), técnica utilizada, por exemplo, pelos principais clubes de futebol da Europa e do Brasil, para tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. “Trata-se de um método indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, feito em consultório médico, por médico capacitado, para o combate a tendinite, bursite, fascite plantar e esporão de calcâneo, entre outras doenças”, explica ele.

O CREB dispõe deste moderno tratamento, que pode ser associado a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB, para um resultado ainda melhor. “Em muitos casos, o TOC pode evitar a cirurgia”, finaliza o Dr. João Marcelo.


Incontinência urinária em atletas femininas de alto impacto tem tratamento

Houve um tempo em que as mulheres não eram encorajadas a participar de jogos e campeonatos esportivos, pois presumia-se que não estavam aptas fisiologicamente para participar de atividade física de alta intensidade e longa duração. Hoje, a preocupaçã...

Houve um tempo em que as mulheres não eram encorajadas a participar de jogos e campeonatos esportivos, pois presumia-se que não estavam aptas fisiologicamente para participar de atividade física de alta intensidade e longa duração. Hoje, a preocupação constante é com a qualidade de vida e a boa forma física. O exercício físico e a prática de esportes passaram a fazer parte do cotidiano das mulheres, seja como forma de lazer ou atividade profissional.

Diante desse quadro, sempre se perguntou se existia uma relação direta entre a prática esportiva e o sintoma da incontinência urinária. “A incontinência urinária (IU) é definida pela Sociedade Internacional de Continência Urinária (ICS) como ‘qualquer perda involuntária de urina’. Tradicionalmente, a incontinência urinária era atribuída às mulheres idosas ou com mais de um filho, e relacionada à gestação ou parto vaginal. Mas, durante a década passada, a incontinência urinária de esforço foi observada em mulheres sem filhos e esportistas. Os sintomas são percebidos pelo paciente, cuidador ou parceiro que devem procurar a ajuda de profissionais da saúde. Sinais são observados pelo médico através maneiras simples de verificar os sintomas e quantificá-los, como a observação da perda durante a tosse ou teste do absorvente”, responde a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Treinamento dos músculos do assoalho pélvico

A IU afeta mulheres de todas as idades, incluindo as melhores atletas do sexo feminino. “Porém, muitas vezes é sub-relatada, e a maior prevalência está em atletas que praticam esportes de alto impacto. Com o crescente número de mulheres que praticam exercícios físicos, aumentaram as queixas relacionadas à perda involuntária de urina durante a prática esportiva, trazendo repercussões como: alterações na performance da atleta, modificação ou até o abandono da atividade. Por isso, o treinamento dos músculos do assoalho pélvico é considerado o tratamento de primeira linha nesses casos”, destaca Walesca. Segundo ela, os treinadores dessas atletas devem estar constantemente conscientes da necessidade de uma avaliação pélvica adequada e devem estimular a procura por um profissional habilitado.


Pilates, uma eficiente opção para reabilitação pós-cirúrgica

A prática do Pilates cresce exponencialmente em todo o mundo. Cada vez é maior o número de praticantes dessa atividades, em busca de qualidade de vida e do prazer de praticar exercício físico. Sim, fazer atividade física pode ser muito agradável e pr...

A prática do Pilates cresce exponencialmente em todo o mundo. Cada vez é maior o número de praticantes dessa atividades, em busca de qualidade de vida e do prazer de praticar exercício físico. Sim, fazer atividade física pode ser muito agradável e prazeroso, e independe da idade e do condicionamento físico. “É um consenso entre os profissionais da área da saúde que um estilo de vida ativo é fator determinante para um envelhecimento com qualidade. A prática do exercício físico é importante em todas as faixas etárias, desde quando somos crianças. O pilates é uma atividade muito recomendada pelos médicos porque traz uma série de benefícios e respeita a capacidade do indivíduo. O Pilates Terapêutico, por sua vez, é uma atividade que vem consolidando-se e tornando-se popular entre todos aqueles que tem alguma doença musculoesquelética”, explica o fisioterapeuta Lucas França, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

O pilates terapêutico é, por exemplo, excelente para aqueles que estão se reabilitando após uma cirurgia de joelho, quadril ou mesmo coluna. “O pilar do método consiste na aplicação de seis princípios básicos fundamentais. O primeiro deles, o princípio da centralização, nos mostra o conceito de Centro de Força, que constitui-se pela musculatura abdominal superficial e profunda, músculos respiratórios, a musculatura lombar, glútea e pélvica. Tem como objetivo a sustentação da coluna e dos órgãos internos e é onde se localiza o centro de gravidade do corpo; seu fortalecimento, objetivado no método, proporciona um alinhamento biomecânico, além de estabilidade e melhora da postura, cooperando na prevenção de dores e outros males. Para isso, podem e devem ser utilizados diversos recursos materiais, como realizamos no CREB utilizando os próprios aparelhos do método, que permitem variedade de posições, maior ou menos controle da solicitação da força e acessórios que podem simular situações funcionais, tais como as bolas, pesos livres, molas, cabos, elásticos e superfícies com graus de instabilidade”, explica o fisioterapeuta.

Segundo ele, os exercícios de alongamento são realizados de acordo com a capacidade física do praticante. Por isso, é estimulante e absolutamente viável par quem quer que seja, inclusive para idosos. Pessoas que estão sedentários há muito tempo também devem procurar o Pilates terapêutico. Atividade respeita os limites e estimula o movimento paulatinamente. A conjunção do Pilates Terapêutico com a hidroterapia, como muitas vezes indicamos no CREB, oferece um resultado ao tratamento ainda muito melhor e mais rápido”, diz Lucas.

O fisioterapeuta do CREB pontua que a flexibilidade e o alongamento adquiridos ao se praticar o método cooperam para uma melhora de todo o sistema motor e biomecânico do praticante, restabelecendo antigos movimentos que podem ter sido afetados por alguma doença ou após uma cirurgia. “Os exercícios oferecem pouco impacto nas articulações, movimentos lentos, pouca repetição, priorização de alongamento e fortalecimento muscular. Ou seja, os riscos de lesões se praticados com profissionais qualificados durante a prática são praticamente nulos. O Pilates é um forte aliado para que as pessoas melhorem a saúde do corpo, a autoestima e a confiança em si mesmos, conservando a independência física e mental. Sua prática pode fazer com que o indivíduo reconheça suas limitações pessoais, conscientizando-se das próprias capacidades, o que é muito valioso”, finaliza ele, lembrando que no CREB são acrescentados outros métodos que trazem melhora da qualidade muscular e prevenção e melhora da dor.



Quer receber novidades?


COVID-FREE
O CREB se dedica diariamente a atender seus clientes com toda a atenção e carinho, venha e comprove ❤