(21) 3182 8282 Whatsapp Horários
CONTEÚDO CREB SOBRE SAÚDE

News | Viva sem dor

 

Avaliação isocinética identifica desequilíbrios e as fragilidades musculares

Utilizada por atletas de alto rendimento no mundo inteiro, com muito sucesso, a avaliação isocinética está disponível agora para todos no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Trata-se de um exame de tecnologia de ponta, que tem como ob...

Utilizada por atletas de alto rendimento no mundo inteiro, com muito sucesso, a avaliação isocinética está disponível agora para todos no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Trata-se de um exame de tecnologia de ponta, que tem como objetivo identificar desequilíbrios musculares que possam interferir na prática das atividades da vida diária ou na realização de atividades esportivas. É um exame essencial na recuperação na pós-lesão de joelho.

Quer começar a praticar uma atividade física? Faça o exame!

“O dinamômetro isocinético permite quantificar o desempenho muscular do avaliado. As variáveis de Força e Potência podem ser estudadas isoladamente para cada grupamento muscular. A resistência do dinamômetro isocinético varia de acordo com a força aplicada pelo paciente. Desta forma, a avaliação se realiza de forma segura, pois o aparelho sempre vai responder de acordo com a capacidade individual, com uma carga adequada de trabalho. O aparelho pode ser usado também para treinamento muscular com resultados significativos no ganho de força e equilíbrio muscular. Atuando como um método preventivo e terapêutico de lesões musculares”, explica o ortopedista e professor Clovis Munhoz, do CREB.

Dr. Clovis pontua que é importante lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação. Até pouco tempo, esse exame era realizado principalmente por atletas de alto rendimento, mas os médicos o recomendam hoje para todos, sejam eles atleta sou não, profissionais ou amadores, ou mesmo quem não pratica atividade física regular.

Uma pessoa que quer começar a praticar uma atividade física regularmente, por exemplo, aponta ele, deve fazer o exame, em busca de desequilíbrios musculares.
“O exame também é indicado para indivíduos que foram submetidos à cirurgia de joelho, para pessoas que sofreram lesões mio-articulares (músculos, articulações, ligamentos, tendões), para avaliação dos resultados pós-reabilitação, e para atletas, a fim de avaliar risco de lesões e orientar seu programa de treinamento”, acrescenta o médico.


Membro fantasma: amputados ainda sentem membro perdido

Ginásios lotados, ingressos esgotados, atletas que se tornaram populares… as Paralimpíadas do Rio de Janeiro chegaram ao fim alcançando todos os seus objetivos e dando uma lição de superação para o mundo. E o Brasil ganha um novo ídolo, o nadador Dan...

Ginásios lotados, ingressos esgotados, atletas que se tornaram populares… as Paralimpíadas do Rio de Janeiro chegaram ao fim alcançando todos os seus objetivos e dando uma lição de superação para o mundo. E o Brasil ganha um novo ídolo, o nadador Daniel Dias, dono de nada menos do que 24 medalhas paraolímpicas, das quais nove conquistadas nos últimos jogos.

O maior ganho, porém, é trazer o tema da inclusão para as rodas de conversa nos bares, escolas, escritórios e lares brasileiros. Os brasileiros descobriram que esses portadores de necessidades especiais podem se superar e levar uma vida comum, totalmente adaptada ao dia a dia. Um dos temas mais debatidos foi a amputação e o uso de próteses. Você sabia, por exemplo, que muitos desses atletas, em sua maioria, ainda sentem o membro amputado? É o que chamam de dor do membro fantasma.

Dor do membro fantasma

“O membro fantasma é a sensação de que um membro removido ou amputado ainda está presente ali, desempenhando suas funções. A pessoa amputada geralmente ainda sente sensações daquele membro, inclusive dor. Tal situação acontece devido às alterações que ocorrem no córtex do cérebro, após a amputação de um determinado membro. O cérebro ainda recebe sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixados pelo membro amputado”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, que coordena um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

De acordo com estudos científicos, de 90 a 98% dos pacientes sofrem do membro fantasma logo após a amputação ou perda do membro, tanto inferiores quanto superiores. Muitos pacientes sentem o membro fantasma durante anos. Segundo o Dr. Antônio, eles podem sentir cócegas, contrações, formigamento, fisgadas, dormência e até dor aguda, além de sensações como frio e calor. “Esses sintomas podem ser leves para uns, mas debilitantes e interferirem nas atividades o dia a dia para outros. Entre os fatores de risco que contribuem para essa síndrome estão dor ou infecção antes da amputação, presença de coágulos de sangue no membro amputado, amputação traumática e o tipo de anestesia utilizada durante a amputação”, explica o fisiatra.

O Dr. Antônio pontua que há tratamento, que incluem relaxamento muscular, biofeedback e acupuntura, além de prescrição de medicamentos específicos. Cada caso deve ser analisado individualmente, aponta ele, ressaltando que após a amputação e protetização, o amputado pode ter uma vida saudável e praticar esportes, o que ficou amplamente provado com as Paralimpíadas do Rio de Janeiro. O setor do CREB utiliza um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso.


Paralimpíada trouxe à tona a discussão da inclusão

Não há dúvidas de que a Paralimpíada do Rio de Janeiro foi um sucesso total, alcançando, muitas vezes, um público até maior que as Olimpíadas. O maior ganho, certamente, foi social, trazendo à tona a discussão sobre a inclusão de portadores de necess...

Não há dúvidas de que a Paralimpíada do Rio de Janeiro foi um sucesso total, alcançando, muitas vezes, um público até maior que as Olimpíadas. O maior ganho, certamente, foi social, trazendo à tona a discussão sobre a inclusão de portadores de necessidades especiais no nosso dia-a-dia. Mas há outras conquistas com a realização dos jogos paraolímpicos, e uma delas é a utilização e teste de novas tecnologias – como a lâmina de fibra de carbono, extremamente leve e amplamente usada nas pistas de atletismo – que acabam se popularizando e trazendo uma melhor qualidade de vida aos portadores de necessidades especiais.

As novas tecnologias devem estar disponíveis para todos

O mercado oferece, por exemplo, diferentes pés de carbono, adaptados para diferentes necessidades. Um atleta tem um uso diferente de uma pessoa da terceira idade, por exemplo. Mas ainda assim, as novas tecnologias devem estar disponíveis para todos, inclusive substituindo modelos atuais. Pés com miolo de madeira estão ultrapassados e têm seus dias contados. “A fibra de carbono deforma e, depois, volta à posição original. É um material resistente e excelente, o que ficou provado nessa Paralimpíada do Rio de Janeiro. É muito importante que o grande público tenha acesso a essas informações. Não tenho dúvidas da importância dos jogos paraolímpicos, que trouxe esse tema da inclusão para o nosso dia-a-dia”, diz o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, que coordena um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória imediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Esse setor do CREB utiliza um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso. “No Brasil, as estatísticas seguem em parte ao modelo internacional. São mantidas as causas vasculares, porém foi observado um aumento significativo de amputações devido a “paf”(projetil por arma de fogo), bem como acidentes de trânsito, sendo que destes, uma curiosidade, observa-se a prevalência do membro inferior esquerdo, devido ao sentido do trânsito, em nossas vias”, ilustra o Dr. Antônio. Segundo ele, existem oito níveis de amputação reconhecidos: hemipelvectomia, desarticulação do quadril, transfemural, desarticulação do joelho, transtibial, desarticulação do tornozelo, Syme e, finalmente, parcial do pé.



Quer receber novidades?


COVID-FREE
O CREB se dedica diariamente a atender seus clientes com toda a atenção e carinho, venha e comprove ❤