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Atletas de alto rendimento sofrem com lesões

As olimpíadas e as paralimpiadas apresentam atletas que parecem superar os limites humanos, como Usain Bolt, o corredor jamaicano que consegue atravessar 100 metros em inacreditáveis menos de 10 segundos. A ideia de que esses atletas estão imunes a problemas físicos, no entanto, é uma fantasia. Muito pelo contrário: atletas de alto rendimento sofrem seguidas lesões, por conta de um dia a dia com pesados treinamentos e uma exaustiva rotina de competições.

“Esses super atletas não estão isentos de sofrer lesões. Pelo contrário. Há toda uma equipe multidisciplinar, com médicos, fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos, oferecendo todo suporte para que se mantenham aptos à prática de sua atividade profissional. Eles precisam se cuidar para não sofrerem lesões constantes”, explica o ortopedista e especialista em medicina do esporte, o Dr. João Marcelo, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

No atletismo são comuns os estiramentos devidos a uma sobrecarga na atividade do músculo

“No atletismo, são comuns os estiramentos devidos a uma sobrecarga na atividade do músculo, rompendo parcial ou completamente as fibras musculares. Corredores de maratona costumam ser acometidos pela síndrome do Trato Iliotibial, mais conhecida como “joelho do corredor”. Trata-se de uma tensão no trato iliotibial (fáscia localizada na face externa da coxa), gerando atrito entre o mesmo e a região lateral do fémur. Tendinites e lesões no manguito rotador (conjunto dos músculos rotadores do ombro que atuam como principais estabilizadores) também são muito comuns”, lista o médico.

“Muitos desses problemas podemos evitar. Oferecemos, no CREB, a avaliação muscular isocinética por dinamometria computadorizada, um exame indolor, de alta sofisticação, que determina, de forma objetiva, qual músculo ou grupo muscular está fragilizado e, com isso, focamos na prevenção ou tratamento de forma bastante objetiva. Esse exame é recomendado não apenas para atletas, mas também para pessoas que tenham, por exemplo, problemas degenerativos, como a artrose de quadril ou de joelho, que tem fragilidade muscular. Sabendo-se disso e identificando-se o grupo muscular fragilizado, os resultados do tratamento são muito bons, beneficiando essas pessoas também”, pontua o ortopedista.

Esportes com contato físico, como o futebol, são campeões de lesões e fraturas

Esportes com bastante contato físico, o futebol, o basquete, o handebol e o rugby são campeões de estiramentos musculares, entorses de tornozelo, contusões em coxas e braços, luxações (lesões articulares com deslocamento dos ossos da superfície articular) e fraturas (perda da continuidade óssea fechada ou exposta, podendo apresentar desvios). Já esportes que envolvem luta, como boxe, judô e taekwondo, lista o Dr. João Marcelo, apresentam tendinites de ombros, entorses de tornozelos, lesões ligamentares, luxações, fraturas e contusões diversas. “Também são comuns os Distúrbios da Articulação Têmporo-Mandibular (ATM) por trauma de contato direto, o que causa dor de cabeça, dor de ouvido e zumbidos, dor ou cansaço dos músculos da mastigação, ruídos articulares (estalos ou crepitação) e dificuldade para abrir a boca”, acrescenta.

O médico do CREB diz que levantadores de peso costumam ter lesões ligamentares nos cotovelos e ombros, tendinite patelar e traumas na região cervical, além de condromalácia (a cartilagem articular da patela perde suas substâncias) e osteatrose nos joelhos, acelerada pela sobrecarga de peso. “Já os nadadores apresentam regularmente dermatites e micoses, lombalgia, por conta do estilo borboleta, e tendinite do bíceps. Eles também costumam ter o que chamamos de ‘Joelho de Nadador’, uma lesão que acomete os joelhos, principalmente por conta dos movimento do estilo peito. Problemas nos ombros também são muito comuns”, enumera. Por fim, atletas de vôlei apresentam com muita regularidade entorses de tornozelo, tendinite patelar e lesão de ligamento cruzado anterior do joelho, além de problemas nos ombros e fraturas nas mãos.


Médico do CREB integra equipe médica do Flamengo

Não é apenas dentro das quatro linhas que o Flamengo está reforçando a sua equipe. O clube acaba de contratar o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. João Marcelo, para integrar sua equipe médica. Especialista em medi...

Não é apenas dentro das quatro linhas que o Flamengo está reforçando a sua equipe. O clube acaba de contratar o ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Dr. João Marcelo, para integrar sua equipe médica. Especialista em medicina do esporte, João Marcelo era, até então, médico responsável pelas categorias de base da seleção brasileira. João Marcelo atuará no dia a dia do clube, inclusive em dias de jogos, e será o responsável pela utilização da TOC (Terapia de Ondas de Choque) nos jogadores.

Terapia por Ondas de Choque

A TOC é o que há de mais novo no tratamento das dores do sistema músculo esquelético, cuja eficácia já alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. É um método praticamente indolor e não invasivo, através de ondas acústicas, que vem sendo utilizado com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e sendo aplicado com muito sucesso no esporte. João Marcelo também realiza a TOC (Terapia por Ondas de Choque) em modernos equipamentos no CREB.


Entorse de tornozelo: um ortopedista deve ser consultado mesmo após uma simples torcida de pé.

A entorse de tornozelo é uma das lesões mais comuns entre atletas. Estima-se que são desse tipo 20% de todas as lesões musculoesqueléticas e mais de 30% de todas as lesões, em todos os esportes. É, também, extremamente comum no nosso dia a dia: quem...

A entorse de tornozelo é uma das lesões mais comuns entre atletas. Estima-se que são desse tipo 20% de todas as lesões musculoesqueléticas e mais de 30% de todas as lesões, em todos os esportes. É, também, extremamente comum no nosso dia a dia: quem de nós já não “torceu o pé” inesperadamente, passando a sentir dor no local inchado?

De tão comum, muitas vezes as pessoas preferem tomar um analgésico qualquer, um anti-inflamatório, colocar uma bolsa de gelo, e pronto. É um erro. Um ortopedista deve ser sempre procurado, pois o problema pode ser maior do que se pensa. “Quanto mais rápido o diagnóstico e o início do tratamento, melhor e em menos tempo vamos resolver o problema. O paciente pode ter sofrido um entorse bem simples, que a aplicação de gelo e repouso resolverão o assunto, mas também pode ter sofrido uma lesão mais grave, com ruptura de alguma estrutura e dor intensa. Exames indicarão o grau da entorse e, consequentemente, o tipo de tratamento a seguir”, explica o professor da UFRJ e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo -, Dr. Clovis Munhoz.

Há uma série de recursos para tratar uma entorse, dependendo do grau da lesão

Segundo o Dr. Clovis, há uma série de recursos para tratar de uma entorse, dependendo do grau da lesão. Além do tratamento medicamentoso, o médico poderá receitar fisioterapia e até mesmo acupuntura, para alívio da dor, que pode ser bem intensa, ou mesmo imobilização com uso de órtese. “A automedicação é um grande erro, porque não se pode adivinhar o que aconteceu, nem o grau da lesão. Precisamos fazer exames de imagem e prescrever o melhor tratamento. A lesão pode ser de grau 1, com estiramento ligamentar, grau 2, com lesão ligamentar parcial, ou grau 3, com lesão ligamentar total. Um ortopedista deve ser procurado sempre nessas ocasiões. Uma simples ‘torcida de pé’ pode se transformar em um problema mais grave”, garante o médico.



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