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Tratamento da osteoporose é efetivo, garante pesquisa inglesa

A conceituada revista inglesa The Lancet publicou uma pesquisa, realizada na Inglaterra, sobre um amplo trabalho sistemático de rastreamento no risco de fraturas, com mulheres idosas. Essa pesquisa concluiu a efetividade do tratamento no caso de risc...

A conceituada revista inglesa The Lancet publicou uma pesquisa, realizada na Inglaterra, sobre um amplo trabalho sistemático de rastreamento no risco de fraturas, com mulheres idosas. Essa pesquisa concluiu a efetividade do tratamento no caso de risco de fraturas no quadril. De acordo com a The Lancet, nada menos do que 12.483 mulheres foram identificadas e convidadas a participar da pesquisa e desse total, 6.233 foram escolhidas aleatoriamente a participar e fazer o diagnóstico de osteoporose. O tratamento pra a doença foi indicado para 898 mulheres (14%) destas 6.233 voluntárias.

No Brasil temos mais de 10 milhões de pessoas acometidas por esta doença

Os pesquisadores ingleses acompanharam o grupo por um ano inteiro, e apurou-se que que o uso do medicamento para osteoporose foi maior neste grupo do que no grupo de controle, ou seja, 15% comparado a 4% do grupo de controle. Segundo a The Lancet, “a absorção também foi muito maior neste grupo (78% em 6 meses). Em contra partida, Este rastreio não diminuiu a incidência de fraturas relacionadas a osteoporose e nem de fraturas em geral. O único tipo de fratura que teve redução foi as fraturas de quadril. Além disso, não há evidências de que este tratamento gere diferença na mortalidade, níveis de ansiedade ou mesmo na qualidade de vida do paciente”.

– A pesquisa mostra que há uma maior efetividade em fazer screening populacional e tratar a osteoporose. No Brasil temos mais de 10 milhões de pessoas acometidas por esta doença. A osteoporose é uma doença silenciosa, pois muitas vezes é diagnosticada apenas quando acontece uma fratura. É preciso começar a prevenir desde cedo e tratar o quanto antes, evitando fraturas. Esse é o trabalho que fazemos no Prevrefrat CREB – Programa de Prevenção a Refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – afirma o coordenador deste programa, o ortopedista Bernardo Stolnicki.


Enquanto as crianças crescem, seus avós encolhem. Por quê?

À medida que o tempo passa, as crianças crescem e recebem muitos elogios por conta disso. Mas, invariavelmente, eles fazem uma pergunta que faz todo sentido e que merece uma resposta correta: “por que eu estou crescendo mas o vovô e a vovó estão dimi...

À medida que o tempo passa, as crianças crescem e recebem muitos elogios por conta disso. Mas, invariavelmente, eles fazem uma pergunta que faz todo sentido e que merece uma resposta correta: “por que eu estou crescendo mas o vovô e a vovó estão diminuindo?”.

Acredita-se que a gravidade contribua para o encolhimento

“As pessoas envelhecem e naturalmente diminuem. É um fenômeno natural e faz parte do envelhecimento do ser humano. Na verdade, nosso organismo se modifica com o tempo. Os tecidos se tornam mais flexíveis, com perda de fluidos e hormônios, e também perdemos força e estrutura de músculos e ossos. Tal fenômeno é conhecido como senescência, a biologia do envelhecimento. Acredita-se que até o efeito da gravidade contribui para esse encolhimento”, explica Clovis Munhoz, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

O Dr. Clovis explica que mesmo pela manhã nossos ossos ficam menores por conta da perda de líquido durante a noite de sono, e isso acontece independente da idade. Esse processo, claro, é “turbinado” à medida que envelhecemos. Ele cita uma pesquisa realizada na Alemanha, com 1.200 adultos, que promoveu a construção de um banco de dados sobre o que acontece com a altura dos discos e a forma da coluna vertebral com a chegada à terceira idade.

A pesquisa mostrou curiosamente que os discos da parte baixa das costas, da lombar, aumentaram de altura até as pessoas atingirem 70 anos, em ambos os sexos. Ao mesmo tempo, a principal parte das vértebras ficou menor com a idade. O centro dos ossos aparentava ter baixado seu nível de propriedades. A parte superior de cada osso sofreu alteração em sua densidade, passou a ter massa mais reduzida se comparada com a inferior. A concavidade aumentou em toda a extensão.

“O encolhimento é provocado pelas mudanças nos ossos e não nos discos entre eles. A coluna vertebral é formada por várias vértebras, que são ligadas por articulações, os chamados discos intervertebrais. Esses discos são constituídos de material fibroso (ânulo fibroso) e gelatinoso (núcleo pulposo) que desempenham a função de amortecedores e são responsáveis pela mobilidade. O que diminui de tamanho são as vértebras, que sobrepõem-se umas às outras, integrando o canal vertebral”, explicou o ortopedista do CREB.


Osteoporose: Prevrefrat CREB acompanha pacientes para evitar a refratura

Nada menos do que dez milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse número salta para mais de 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de frat...

Nada menos do que dez milhões de brasileiros são acometidos pela osteoporose, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). No mundo, esse número salta para mais de 200 milhões de mulheres portadoras da doença, o que causa nove milhões de fraturas anualmente nos cinco continentes, ou seja, uma fratura a cada três segundos, segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF). A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), por sua vez, projeta para 2020 um quadro de 140 mil pessoas com fraturas osteoporóticas de quadril ao ano. Hoje, são 121.700 fraturas anuais.

Os números impressionam e demonstram a importância do tema. No dia 14 de novembro, o programa Bem-Estar, da Rede Globo, dedicou seus blocos ao assunto. Falou-se sobre os exames que calculam o risco de fraturas e osteoporose, falou-se sobre a osteopenia, doença que vem antes da osteoporose propriamente dita e, ainda, apresentou os cuidados que deve se ter em uma casa onde moram idosos, para que eles não fiquem expostos ao perigo de quedas e, consequentemente, fraturas.

Diagnóstico Frax

– Há um diagnóstico chamado Frax, criado pela Organização Mundial de Saúde, que calcula o risco de fratura nos próximos dez anos. O paciente responde a um questionário, com idade, sexo, peso, histórico de fraturas na família, hábitos de vida, entre outros itens, e diante das respostas temos um gráfico de risco. A partir daí, é indicada a realização de um exame chamado densitometria, rápido, indolor, não invasivo, que aponta até dez anos antes a osteoporose. Com esse diagnóstico rápido, podemos iniciar o tratamento e prevenir quedas e fraturas – explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, coordenador do Prevrefrat, programa de prevenção da refratura do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Tudo o que foi falado no programa do Bem-Estar é apresentado no Prevrefrat, um programa com chancela da ANS (Agência Nacional de Saúde), que acompanha o paciente com osteoporose, oferecendo amplo apoio ao tratamento. “O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. A osteoporose é uma doença que atinge homens e mulheres, geralmente depois dos 50 anos de idade, e que se caracteriza pelo aumento da fragilidade óssea e consequente maior propensão a fraturas. Estatísticas revelam que em todo o mundo, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos e que uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens durante suas vidas. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o Dr. Bernardo.

Os pacientes de osteoporose acompanhados pelo Prevrefrat recebem todo tipo de informação sobre alimentação, dicas de prevenção de acidentes, orientação sobre exercício físico regular e apoio ao tratamento propriamente dito. O CREB oferece, por exemplo, duas piscinas especialmente construídas para a prática de hidroterapia, muito adequada à terceira idade e pacientes com osteoporose. Oferece, também, um moderno e completo estúdio de pilates terapêutico. O Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Adotamos protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. A aplicação destes protocolos por nossos especialistas no CREB, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes”, garante ele.



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