Reumatologista do CREB dá 10 dicas que devem ser seguidas à risca na terceira idade
A osteoporose traz o enfraquecimento do osso, tornando-o vulnerável diante de pequenos traumas. Uma leve queda pode ter consequências terríveis, como a fratura do fêmur, por exemplo. Doença assintomática, ou seja, sem sintomas, a osteoporose é lenta...
A osteoporose traz o enfraquecimento do osso, tornando-o vulnerável diante de pequenos traumas. Uma leve queda pode ter consequências terríveis, como a fratura do fêmur, por exemplo. Doença assintomática, ou seja, sem sintomas, a osteoporose é lenta e progressiva. É considerada uma doença silenciosa, pois muitas vezes só é diagnosticada quando acontecem fraturas, principalmente nos ossos do punho, colo do úmero, quadril e coluna vertebral.
As quedas são a sétima maior causa de morte para pessoas acima de 65 anos
Estatísticas apontam que 40% das mulheres acima dos 50 anos vão desenvolver osteoporose em algum momento de suas vidas, porém apenas três em cada dez vão ter a doença devidamente diagnosticada. As quedas são a sétima maior causa de morte para pessoas com idade acima de 65 anos. Assim, todo cuidado é pouco para os portadores da doença.
Ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e coordenador do Prevrefrat CREB (Programa de Prevenção a Refratura da clínica), o Dr. Bernardo Stolnicki preparou dez dicas que devem ser seguidas à risca na terceira idade. São elas:
1• É extremamente importante contar com um abajur ou um interruptor de luz ao lado da cama. O idoso deve alcançar o abajur ou o interruptor sem sair da sua própria cama.
2• Luzes noturnas devem ser utilizadas sempre no quarto, banheiros e corredor.
3• No caso de escadas em casa, instale corrimãos dos dois lados da parede.
4• Instale barras de apoio no box, na banheira e onde está localizada a privada.
5• Opte por um assento de vaso sanitário elevado. É fácil encontrar este produto em lojas especializadas.
6• Utilize calçados com sola que não escorregue. Nunca use salto alto. Também jamais ande apenas de meias e evite andar descalço.
7• Jamais suba em uma cadeira para pegar algo no alto de um armário, por exemplo. Outra pessoa poderá fazer essa tarefa, nunca o idoso.
8• Evite tapetes. No banho, use apenas tapetes com ventosas, que garram no chão.
9 • Nunca deixe fios expostos pelo caminho.
10• A noite, a primeira coisa a fazer ao chegar em casa é acender a luz da sala. Jamais ande no escuro.
Fraturas de quadril nos homens: é preciso identificar quem tem alto risco
As estatísticas mostram que em torno de 30% das fraturas de quadril acontecem em homens.
Quando comparadas com as mulheres, a mortalidade, a morbidade e a perda de independência após uma fratura no quadril são maiores no sexo masculino. “Em homens mais velhos, as fraturas de quadril têm um imenso impacto na vida pessoal e, vale destacar, na saúde pública também.
É especialmente importante que homens em alto risco sejam identificados para que se possa tomar atitudes antes do fato em si. Afinal, muitos desses fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica e isso pode trazer uma melhora na estratificação do risco”, pontua o ortopedista Bruno Vargas, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
Muitos fatores indicativos são facilmente avaliados em uma consulta clínica
O médico do CREB destaca que Idade avançada (mais de 75 anos), baixa densidade óssea no colo do fêmur, tabagismo, maior perda de altura e peso desde os 25 anos de idade, histórico de fraturas, uso de antidepressivos tricíclicos, história de infarto agudo do miocárdio ou angina, hipertireoidismo e Parkinson são associados a um aumento do risco de fratura no quadril e preditores para tal evento. Outra questão importante é que o risco de fratura do quadril aumenta quanto maior for o número de comorbidades do paciente, assim como baixa ingestão de proteínas.
Pacientes com Alzheimer devem fazer reabilitação física
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe de um setor específico e equipado com diversos aparelhos de ponta e profissionais especializados para o tratamento da doença de Alzheimer. Segundo o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Ha...
O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe de um setor específico e equipado com diversos aparelhos de ponta e profissionais especializados para o tratamento da doença de Alzheimer. Segundo o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Handerson Meurer, as condutas fisioterápicas ajudam a retardar a progressão e efeitos dos sintomas da doença, evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter as capacidades funcionais do paciente, manter ou devolver a atividade funcional das articulações, evitar contraturas e encurtamentos musculares, evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular. “Também desenvolvemos um trabalho de posturas corretas, treino do padrão da marcha e equilíbrio”, acrescenta ele.
O Alzheimer tem como característica a atrofia do córtex cerebral
Handerson explica que a doença de Alzheimer tem como característica a atrofia do córtex cerebral. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofia. Há uma superposição no grau de atrofia do cérebro de pacientes idosos com Alzheimer e pessoas afetadas pela doença. Ao exame microscópico, há perda tanto de neurônio como de neurópilo no córtex e, ocasionalmente, se observa uma desmielinização secundária na substância branca subcortical. Com o uso da morfometria quantitativa, a maior perda é a de grandes neurônios corticais. Os achados mais característicos são placas senis e emaranhadas neurofibrilares argentofílicos”, afirma o profissional do CREB.
Buscar uma melhor qualidade de vida para o paciente é imperativo. E a reabilitação física tem um papel fundamental. Handerson conta que o CREB tem muita experiência no atendimento a pacientes com Alzheimer, que recebem um atendimento absolutamente individualizado. “A doença apresenta vários estágios. Atendemos cada paciente de forma única, com todo carinho e atenção que ele merece. Traçamos uma estratégia de atendimento para cada paciente”, conclui o fisioterapeuta.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619