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Incontinência urinária pode trazer vários problemas para a saúde

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Doença que atinge cerca de 5% dos homens após a retirada da próstata, 35% das mulheres durante o climatério

Além de grávidas, mulheres no pós-parto e idosos, a incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária da urina. Tal situação pode ocorrer em ocasiões cotidianas, como durante uma tosse, um espirro ou durante algum esforço físico, já que tais atividades faz pressão interna nos órgãos abdominais.

Em casos mais extremos, a urina sai sem qualquer tipo de esforço da pessoa acometida. A causa mais comum é o enfraquecimento dos músculos da bexiga, responsáveis pelo controle da micção ou por uma hiperatividade da bexiga.

Quando as pessoas acometidas não conseguem esvaziar plenamente a bexiga pode acontecer a incontinência urinária por transbordamento. São pequenos e frequentes escapes de urina, o que resulta em uma grande perda ao longo do dia. É comum, aponta o profissional, acontecer em homens com obstrução infra vesical , isto é, nos pacientes que tem uma obstrução à saída de urina, causada pelo aumento da próstata.

Problemas da Incontinência Urinária

A incontinência urinária pode trazer vários problemas. A pielonefrite, por exemplo, são infecções que se não tratadas podem chegar aos rins e provocar uma infecção generalizada. Também pode provocar problemas na pele: quem sofre da doença pode ficar em contato com a urina por um longo tempo. Vale lembrar que a urina tem compostos tóxicos e irritativos para a nossa pele.

Outra questão muito séria é o comprometimento social. Muitos pacientes não conseguem controlar a micção e, por isso, deixam de fazer atividades fora de casa, prejudicando o convívio social. A boa notícia é que a doença tem tratamento, que no CREB, que tem um setor especializado no assunto, é individualizado.


Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele

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Lúpus: um dos sinais é a lesão de pele

O que a popstar Selena Gomez, a atriz Kristen Johnston, a cantora Toni Braxton, a apresentadora de TV Astrid Fontenelle, as cantoras Paula Abdul e Lady Gaga, o cantor Seal tantas outras pessoas mundial ou nacionalmente conhecidas têm em comum? Uma doença chamada lúpus eritematoso sistêmico (LES) ou simplesmente lúpus.

  • Doença autoimune multissistêmica, o lúpus eritematoso sistêmico, mais conhecido apenas como lúpus, é caracterizada pela produção exagerada de autoanticorpos. Tais anticorpos anormais formam imunocomplexos que se depositam em diferentes órgãos, resultando em resposta inflamatória e dano tecidual – explica a reumatologista Isis Reis, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ela, a causa da doença não é totalmente conhecida, mas sabe-se que os grandes influenciadores da doença são fatores ambientais e genéticos.

A médica do CREB conta que a doença acomete as mulheres dez vezes mais que os homens e é cerca de três vezes mais comum em negros do que caucasianos. Na maior parte das vezes, aparece entre os 18 e os 40 anos, mas em torno de 20% dos casos acontecem apenas após os 50 anos.

  • Os principais sintomas são fadiga, mialgia, febre leve, emagrecimento, queda de cabelo, por conta da inflamação na pele, mas também nas articulações, rins, nervos, cérebro e serosas, por deposição de imunocomplexos. Um dos sintomas é a lesão de pele, acompanhada por dor articular e outros sintomas. Um reumatologista ou fisiatra experiente deve ser consultado e o tratamento é individualizado – finaliza a Dra. Isis.

Artrose vertebral, doença crônica das articulações

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Artrose vertebral é uma Doença crônica das articulações

E que inicialmente atinge a cartilagem dos discos intervertebrais e das facetas articulares para, depois, chegar ao osso mais próximo, a artrose vertebral provoca rigidez e dificuldade de movimentação do local afetado.

Trabalhadores rurais, da construção civil, do transporte coletivo e atletas der alto rendimento são os mais vulneráveis à artrose da coluna. Isso porque esse grupo de pessoas forçam mais as articulações, e de forma excessiva.

“A coluna pode ficar instável por conta do desgaste dos discos entre as vértebras. Nosso próprio organismo acaba formando osteófitos, mais conhecidos popularmente como bicos de papagaio, ao tentar estabilizar a coluna”, explica o fisiatra e reumatologista Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Segundo ele, é um erro afirmar que a artrose acomete apenas pessoas da terceira idade, embora seja mais frequente nessa faixa etária. Cada vez mais jovens estão procurando os consultórios de especialistas com diagnóstico de artrose. “É preciso avaliar, diagnosticar e propor o tratamento adequado. Há medicamentos e o tratamento conta com protocolos como RPG, Pilates Terapêutico e hidroterapia. Muitas vezes, o jovem tem artrose, mas não apresenta os sintomas clássicos. É preciso investigar qualquer dor na coluna”, finaliza o Dr. Haim.



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