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Avaliação isocinética computadorizada está disponível para todos no CREB

A avaliação muscular isocinética é um moderno recurso computadorizado, que permite detectar desequilíbrios musculares por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. Trata-se de um exame importante, que fornece a medida preci...

A avaliação muscular isocinética é um moderno recurso computadorizado, que permite detectar desequilíbrios musculares por meio da quantificação da força, potência e resistência dos músculos. Trata-se de um exame importante, que fornece a medida precisa da força muscular, permitindo corrigir deficiências musculares de maneira rápida e segura, principalmente em período pós-operatório. O no CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – dispõe deste exame.

A avaliação tem sido utilizada com muito sucesso em atletas de alto rendimento

As principais indicações para uso da avaliação isocinética, segundo o ortopedista do CREB, Clovis Munhoz, também professor de ortopedia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), são após cirurgia de reconstrução de ligamento cruzado anterior; após cirurgia de artroscopia meniscal; recuperação de lesões e instabilidades articulares; recuperação de lesões musculares; e recuperação e prevenção das lesões por uso excessivo.

Ele diz que a avaliação isocinética tem sido utilizada com muito sucesso em atletas de alto rendimento como ferramenta preventiva, e o objetivo é evitar lesões. Mas ressalta que o exame está disponível para todos.

– Esportistas amadores ou pessoas que querem iniciar a prática de uma atividade física de forma contínua devem fazer este teste para correção de desequilíbrios musculares. É muito conveniente lembrar que para uma correta e objetiva reabilitação física, pacientes em pós- operatório de membros inferiores e mesmo superiores, e pacientes com artrose de joelho, coxo femural, entre outras doenças, devem realizar essa avaliação – finaliza o médico do CREB.


Artrite psoriásica pode provocar alteração na qualidade do sono

A artrite psoriásica pode trazer dor, edema e rigidez articular.

Trata-se de uma doença inflamatória comum, em que pessoas com psoríase desenvolvem quadro de artrite nas articulações dos pés e mãos. Segundo o Dr. Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da UFF – Universidade Federal Fluminense, as articulações da bacia também podem ser afetadas, e a consequência é dor lombar de padrão inflamatório.

A prevalência de um sono de má qualidade atinge cerca de 84% dos pacientes.

Pesquisas científicas com pacientes com artrite psoriásica em atividade comprovaram uma relação entre a ansiedade e a qualidade do sono. Os pesquisadores buscaram determinar a prevalência e a qualidade do sono nestes pacientes, identificando, assim, fatores associados ao distúrbio do sono. A prevalência de um sono de má qualidade atingiu 84% dos pacientes.

– Isso significa que articulações inflamadas estão independentemente associadas ao sono de pior qualidade em pacientes portadores da doença. A conclusão é de que pacientes acometidos pela artrite psoriásica apresentam má qualidade do sono. Essa má qualidade do sono está ligada ao cansaço, à ansiedade e à inflamação articular ativa. Controlar a inflamação do paciente melhora sua mobilidade e qualidade articular, e melhora também o sono e controla a ansiedade – explica o médico do CREB.


CREB tem setor específico para tratar sequelas do AVC

De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por cânc...

De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC (Acidente Vascular Cerebral) é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.

Quem sobrevive pode ficar com graves sequelas

– Trata-se de uma doença de alta mortalidade e alta morbidade, ou seja, temos muitos óbitos e quem sobrevive pode ficar com graves sequelas – define Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , e professor de reuamtologia da UFF – Universidade Federal Fluminense.

Ele explica que a prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante  indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares.

– Quem já foi acometido pela doença precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multi-profissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas – explica o Dr. Haim, pontuando que o CREB tem um setor de reabilitação específico para esse tratamento.



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