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Videogame pode ser um grande aliado da qualidade de vida

Não há dúvidas que um dia inteiro diante de um videogame não é uma atividade saudável para criança alguma. Mas o uso dirigido pode ser, sim, um aliado da qualidade de vida e, mais do que isso, até mesmo um recurso para tratamento médico. O Departamen...

Não há dúvidas que um dia inteiro diante de um videogame não é uma atividade saudável para criança alguma. Mas o uso dirigido pode ser, sim, um aliado da qualidade de vida e, mais do que isso, até mesmo um recurso para tratamento médico. O Departamento de Saúde do Reino Unido, por exemplo, já aprovou o uso do Wii, da Nintendo, como um game capaz de contribuir para a redução da obesidade infantil. No CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, o videogame é utilizado por sua equipe de fisioterapeutas em diversos tratamentos.

“O videogame pode ser um grande aliado da saúde. Não estamos falando de qualquer videogame, claro, mas sim daqueles que não utilizam fio nos controles e precisam de estímulos, pulos, passos de dança, socos e demais movimentos para fazer o jogo funcionar. Não é saudável uma criança ou jovem passar o dia fechado em um quarto, jogando videogame. Nem mesmo esses videogames do tipo do Wii, da Nintendo. Mas a atividade por um tem controlado pode ser uma excelente atividade física”, explica o Reumatologista Antônio D’almeida Neto, do CREB.

Segundo o ortopedista, o prazer da atividade é um grande aliado, proporcionando ao jogador a prática do exercício físico “brincando”. O Dr. Antônio pontua que os jogos são realizados a partir de movimentos repetitivos e muito alongamento. “Muitos jovens sedentários passaram a praticar exercícios a partir desse videogame”, ressalta ele.

O Wii tem sido usado no mundo todo como um aliado da qualidade de vida. Na França, abrigos de idosos utilizam os jogos para movimentar seus moradores. O governo britânico concedeu ao jogo o selo NHS Change4Life do Department of Health, qualificação do governo britânico que incentiva as pessoas a adotarem a prática de atividades esportivas e hábitos alimentares mais saudáveis. No Brasil, várias academias utilizam essa opção para exercitar seus alunos. No CREB


Gota tem novas medicações cada vez mais eficientes

Diferente do que a maioria das pessoas pensa, a artrite gotosa – popularmente conhecida como gota – não é uma doença exclusiva da terceira idade. Muito pelo contrário, é até comum em pessoas de meia-idade e até jovens. “A gota é uma doença metabólica...

Diferente do que a maioria das pessoas pensa, a artrite gotosa – popularmente conhecida como gota – não é uma doença exclusiva da terceira idade. Muito pelo contrário, é até comum em pessoas de meia-idade e até jovens. “A gota é uma doença metabólica. Sua principal característica é a presença de cristais de ácido úrico intra-articular, trazendo como consequência inflamação, vermelhidão e uma dor lancinante”, explica o Dr. Eduardo Sadigurschi, Reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A artrite gotosa não é uma doença exclusiva da terceira idade

Segundo ele, a gota geralmente começa atingindo o primeiro dedo do pé (podagra) ou outras articulações do pé, do joelho e do tornozelo. Geralmente, explica o Dr. Eduardo, altos índices de ácido úrico são característicos de pacientes acometidos pela doença, mas isso não é determinante. “Uma pessoa pode ter alto índice de ácido úrico e não desenvolver a gota. E, ao contrário, pode ter índices normais e ter gota. O problema é o depósito do ácido úrico nas articulações, que acontece geralmente pela alteração do PH local. Só quem já teve gota sabe como dói. Ao menor sinal da dor, é preciso procurar um especialista. Vale pontuar que a gota pode atingir órgãos importantes como o rim e estar acompanhada de problemas sérios, como diabetes e hipertensão arterial”, pontua.

A boa notícia é que a indústria farmacêutica tem apresentado novos tratamentos muito eficientes. “Há dez anos, apenas o alopurinol e poucos agentes uricosúricos estavam disponíveis. Hoje, para o tratamento da crise, temos colchicina, anti-inflamatórios não esteroidais, corticoesteroide oral ou intra-articular ou a combinação de fármacos. O médico optará por determinada medicação segundo contra-indicações do paciente, na experiência prévia com outros tratamentos, no tempo que dura a crise e no tipo de articulações envolvidas”, cita o Dr. Eduardo, finalizando que é importante tratar o período sem dores para que se evite as crises e que o processo se torne crônico, com possível desgaste e destruição articular.


Travesseiro, item fundamental para uma boa noite de sono

Uma noite com um sono reparador é fundamental para a nossa saúde e qualidade de vida. É verdade que a nossa saúde depende especialmente de uma alimentação saudável, da prática regular de exercícios físicos e de uma mente sã. Mas dormir mal pode simpl...

Uma noite com um sono reparador é fundamental para a nossa saúde e qualidade de vida. É verdade que a nossa saúde depende especialmente de uma alimentação saudável, da prática regular de exercícios físicos e de uma mente sã. Mas dormir mal pode simplesmente tornar eficaz tanto esforço em prol da saúde. Noites mal dormidas não permitem que nosso corpo e mente funcionem corretamente.

Há vários fatores que trazem uma deficiência contínua do sono, entre os quais doenças cardíacas, doença renal, diabetes, pressão alta, estresse, depressão, excesso de medicação, ansiedade, álcool e drogas, tabaco, cafeína, acidentes e muito mais. Mas e se você está bem, tranquilo, saudável, mas tem uma noite de sono não reparador repetidamente? O que pode estar acontecendo? A resposta pode estar em seu travesseiro.

“O travesseiro tem como função preencher as curvas fisiológicas da coluna, em busca de conforto e relaxamento muscular. Utilizamos ele para manter a nossa cabeça com um alinhamento neutro em relação aos ombros. Se o seu travesseiro estiver muito alto, a espinha fica curva na parte superior e os músculos do pescoço se esticam. Provavelmente, você acordará com o pescoço duro e dolorido, com chances de dor de cabeça. Mas se o travesseiro estiver baixo demais, os músculos do pescoço e a coluna se curvam para baixo, também causando dores, rigidez e dor de cabeça”, explica o Dr. Haim Maleh, Reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF.

A posição de dormir é importante na escolha do melhor travesseiro

O Dr. Haim pontua que é preciso mudar de travesseiro a cada ano ou ano e meio. “Além da questão do tamanho, um travesseiro velho pode abrigar ácaros, um problema para quem tem asma, alergia e outras doenças respiratórias. Pegue o seu travesseiro e dobre-o ao meio, e depois solte-o após alguns segundos. Se ele retornar à forma original, ainda está bom para ser utilizado. Senão, deve ser trocado imediatamente”, ensina ele.

A posição de dormir também é muito importante na hora de escolher o melhor travesseiro para cada um. “Se você dorme de lado, o travesseiro deve ser mais alto, para preencher a área entre a orelha e o ombro no colchão. Se você dorme com a barriga para cima, o travesseiro precisa ser mais baixo, para apoiar o pescoço, sem incliná-lo para frente. Já para quem dorme de bruços, sugiro que mude de posição. Dormir nessa posição força a coluna e faz mal ao pescoço. Quanto ao material do travesseiro, isso depende de gosto pessoal. O importante é o perfeito encaixe”, finaliza ele.



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