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Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose

Reumatologista do CREB explica como tratar a osteoporose

A OMS (Organização Mundial de Saúde) define a osteoporose da seguinte forma: “Doença esquelética sistêmica caracterizada pela diminuição da massa óssea e deterioração da micro arquitetura do tecido ósseo com consequente aumento a fragilidade e susceptibilidade à fratura”. Segundo a entidade, trata-se da principal doença óssea metabólica e um dos maiores problemas de saúde pública no mundo. A osteoporose não tem cura, é considerada uma doença silenciosa porque em geral aparece apenas quando há uma fatura e, por isso, é muito fundamental tratá-la o quanto antes.

Segundo o reumatologista Victor Berçot, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo – a estratégia para combater a osteoporose passa por quatro atitudes fundamentais. A primeira delas, diz o médico, é melhorar a dieta.

  • Uma dieta rica em cálcio e vitamina D é importante para a manutenção de ossos saudáveis. Boas fontes de cálcio estão principalmente nos produtos derivados de leite. Além disso, os suplementos artificiais de cálcio e vitamina D podem ajudar a garantir que essa suplementação seja atendida nos indivíduos que não toleram o consumo de desse tipo de alimento. A vitamina D desempenha um papel importante na absorção de cálcio e na saúde óssea. É sintetizado na pele por meio da exposição à luz solar. Enquanto muitas pessoas conseguem obter vitamina D suficiente, em idosos isso não acontece pois tem uma absorção diminuída de vitamina D pela pele. Esses indivíduos podem precisar de suplementos de vitamina D para garantir uma ingestão diária adequada.

Outro ponto fundamental é a prática regular de exercício físico. O Dr. Victor explica que como o músculo, o osso é um tecido vivo que responde ao exercício, tornando-se mais forte. Ele pontua que o melhor exercício para os ossos é o exercício de sustentação de peso que força o corpo a trabalhar contra a gravidade, e cita como bons exemplos de atividade física caminhadas, subir escadas, levantamento de peso e dança. Segundo o médico do CREB, exercícios regulares podem ajudar a prevenir a perda óssea, além de proporcionar muitos outros benefícios à saúde.

O terceiro ponto fundamental para tratamento da doença é não fumar e beber apenas moderadamente. Ele ressalta que fumar faz mal aos ossos, ao coração e aos pulmões, e que mulheres que fumam tendem a passar pela menopausa mais cedo, desencadeando uma perda óssea mais precoce. Além disso, destaca, os fumantes podem absorver menos cálcio em suas dietas.

  • O álcool também pode afetar negativamente a saúde óssea. Aqueles que bebem muito são mais propensos à perda e fratura óssea, devido à má nutrição e ao aumento do risco de queda – relata.

Por último, o Dr. Victor indica a realização do exame chamado densitometria óssea:

  • Testes especializados, tais como densidade mineral óssea (DMO), medem a densidade óssea em vários locais do corpo. Esse teste pode detectar a osteoporose antes que uma fratura ocorra e pode ajudar a prever as chances de futuras fraturas. Converse com seu médico sobre exames regulares de densidade óssea – finaliza ele.

A melhor política de tratamento da Osteoporose é a prevenção, para evitar as refraturas



Saiba como identificar se você tem escoliose

Saiba como identificar se você tem escoliose

Para ser saudável e forte, uma coluna vertebral deve ser reta. Mas nem sempre isso acontece. A coluna pode apresentar desvios dos troncos para os lados, tanto em forma de “s” como de “c”. Esses desvios são conhecidos como escoliose e podem deixar os ombros e braços desnivelados.

“A escoliose pode trazer dor e desconforto na coluna e deve ser avaliada o quanto antes pelo médico para o tratamento adequado. A escoliose é o desvio lateral da coluna vertebral, frequentemente encontrada em adolescentes. Para se ter uma ideia do quanto é comum, aproximadamente 3 milhões de casos da doença são diagnosticados nos Estados Unidos a cada ano”, afirma a ortopedista Lúcia Yoko Fujita, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ela, é fácil e simples identificar a escoliose, e nem é preciso ser uma especialista para fazer isso. “Fique de pé, com os pés descalços e de costa e com ajuda de alguém, observe se os ombros estão alinhados na mesma altura. Os desvios laterais (escolioses) geralmente deixam os ombros desalinhados. Observe também a bacia, pois a escoliose pode estar associada ao desalinhamento da bacia”, explica ela. Mas a Dra. Lúcia é enfática: “ partir da menor suspeita de escoliose, uma avaliação médica é obrigatória”.


Médico do CREB explica o que é artrite

Médico do CREB explica o que é artrite

A artrite é um termo genérico que se refere à inflamação que ocorre nas articulações do corpo, resultando em dor, inchaço, vermelhidão e restrição de mobilidade. Existem diferentes causas de artrite, desde doenças autoimunes, até quadros infecciosos e doenças metabólicas podem resultar num quadro de artrite.

  • Doenças autoimunes podem se manifestar por artrite. Nesses casos ocorre uma desregulação imunológica e formam-se anticorpos que atacam as articulações, resultando em inflamação. Uma série de doenças autoimunes se manifestam com artrite, dentre elas a artrite reumatoide, lúpus, artrite psoriásica ou artrite da psoríase, dentre outras – explica o Dr. Sebastião Carlos Ferreira da Silva, reumatologista e especialista em medicina do exercício e do esporte do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, doenças metabólicas, caracterizadas pelo excesso de ácido úrico no organismo, podem desencadear artrite. Dentre elas, a gota, também chamada de artrite microcristalina, onde cristais de ácido úrico se depositam na articulação resultando em dor, calor e dema articular. Ele explica que muitas vezes a precipitação desses cristais é desencadeada por uma dieta rica em ácido úrico.

  • Doenças infecciosas também podem se manifestar por artrite, como é o caso da infecção pós chikungunya. Esse vírus, transmitido pelo mosquito transmissor da dengue, leva a uma quadro de inflamação articular, muitas vezes incapacitante. Outras infecções podem também causar artrite, tais como a sífilis, hepatites e Aids – conclui o Dr. Sebastião.


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