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Médico do CREB explica o que é artrite

Médico do CREB explica o que é artrite

A artrite é um termo genérico que se refere à inflamação que ocorre nas articulações do corpo, resultando em dor, inchaço, vermelhidão e restrição de mobilidade. Existem diferentes causas de artrite, desde doenças autoimunes, até quadros infecciosos e doenças metabólicas podem resultar num quadro de artrite.

  • Doenças autoimunes podem se manifestar por artrite. Nesses casos ocorre uma desregulação imunológica e formam-se anticorpos que atacam as articulações, resultando em inflamação. Uma série de doenças autoimunes se manifestam com artrite, dentre elas a artrite reumatoide, lúpus, artrite psoriásica ou artrite da psoríase, dentre outras – explica o Dr. Sebastião Carlos Ferreira da Silva, reumatologista e especialista em medicina do exercício e do esporte do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo o médico, doenças metabólicas, caracterizadas pelo excesso de ácido úrico no organismo, podem desencadear artrite. Dentre elas, a gota, também chamada de artrite microcristalina, onde cristais de ácido úrico se depositam na articulação resultando em dor, calor e dema articular. Ele explica que muitas vezes a precipitação desses cristais é desencadeada por uma dieta rica em ácido úrico.

  • Doenças infecciosas também podem se manifestar por artrite, como é o caso da infecção pós chikungunya. Esse vírus, transmitido pelo mosquito transmissor da dengue, leva a uma quadro de inflamação articular, muitas vezes incapacitante. Outras infecções podem também causar artrite, tais como a sífilis, hepatites e Aids – conclui o Dr. Sebastião.

Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

Dedo em gatilho – ortopedista do CREB explica o que é

A tendinite dos tendões flexores do dedo ou tenossinovite dos flexores do dedo, popularmente conhecida como o dedo em gatilho é o travamento do dedo em uma posição dobrada devido a uma inflamação da bainha do tendão flexor. “Os tendões conectam os ossos aos músculos do corpo. Os tendões flexores dos dedos da mão puxam os dedos, ou seja, fazem a flexão dos mesmos. Esses tendões estão envolvidos por uma bainha sinovial e se essa bainha fica inflamada, impede o deslizamento do tendão, resultando no dedo em gatilho”, explica o ortopedista Lucas Delunardo Acerbi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, dentre as causas mais comuns da doença destaca-se o uso excessivo da mão com movimentos repetitivos, o que pode resultar nessa inflamação da bainha do tendão. “A digitação excessiva, o uso de celular e computadores, assim como trabalhos manuais são fatores de risco para o surgimento do dedo em gatilho. Algumas doenças, tais como artrite reumatoide, gota, hipotireoidismo e diabetes, são fatores de risco para o surgimento do problema”, acrescenta ele.

O médico do CREB pontua que pacientes com dedo em gatilho podem sentir rigidez do dedo ou do polegar, presença de inchaço ou um nódulo na palma da mão e travamento do dedo na posição curvada. “O diagnóstico é clínico e facilmente identificável pelo médico especialista. Dentre os exames complementares, a ultrassonografia da mão permite a visualização da inflamação da bainha do tendão”, finaliza ele.


Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

Equipe multidisciplinar trata das sequelas do AVC no CREB

  • Quem já foi acometido pela doença precisa traçar um programa de prevenção secundária e reabilitação. Ou seja, é preciso se proteger de um novo AVC (Acidente Vascular Cerebral) e se dedicar à reabilitação física para tratar das sequelas da doença. Esse programa é multiprofissional e envolve médicos, fisioterapeutas, terapia ocupacional e fonoaudiólogos, dependendo, naturalmente, da gravidade das sequelas.

Quem afirma é Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo , e reumatologia da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo ele, trata-se de uma doença de alta mortalidade e morbidade, e muitos que sobrevivem podem adquirir graves sequelas para o resto da vida.

O CREB conta comum setor específico para tratar sequelas do AVC. Uma equipe multidisciplinar atende o paciente, e isso pode incluir até mesmo aconselhamento psicológico, que na clínica é oferecido aos pacientes gratuitamente. Segundo o Ministério da Saúde, o AVC é a primeira causa de morte em pessoas a partir de 65 anos no Brasil, além da primeira causa de morte de mulheres em geral, passando, inclusive, as estatísticas de morte por câncer de mama. Nos Estados Unidos acontece um caso de AVC a cada 40 segundos.

“A prevenção da doença deve passar fundamentalmente pelo controle dos riscos das doenças cardiovasculares. Ou seja, é preciso controlar a hipertensão arterial, a diabetes, os níveis de colesterol e o peso. O diâmetro da cintura do paciente, por exemplo, é mais um importante indicativo de predisposição para doenças cardiovasculares”, pontua o Dr. Haim.



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