Text Neck. Você sabe o que é isso?
É um assunto que afeta a todos nós, indistintamente: trata-se da dor cervical provocada pelo mau uso do smartphone.
A cabeça humana pesa em média um pouco mais do que cinco quilos. Ao utilizar o smartphone, o pescoço é inclinado para frente e para baixo, causando maior peso sobre a coluna cervical. O chamado text neck – “pescoço de texto” – pode levar a um desgaste e lesões no início da coluna vertebral, com a aceleração do processo degenerativo, com importantes consequências.
Trata-se de uma verdadeira epidemia mundial
E os consultórios médicos estão cheios de pessoas de ambos os sexos, de todas as faixas de idade, com esse problema.
Basta olhar ao seu redor. No trabalho, na escola, no metrô, no ônibus, todos estão olhando e manipulando seus smartphones. Estudos apontam que os usuários de smartphones gastam uma média de duas a quatro horas por dia curvados, lendo e-mails, enviando textos ou consultando sites de mídia social. Os adolescentes passam ainda mais horas conectados. Com esta tensão excessiva no pescoço, podemos começar a ver jovens que necessitam de cuidados com a coluna vertebral – alerta o reumatologista Sérgio Rosenfeld, do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia.
Segundo a American Physical Therapy Association’s Private Practice Section, o efeito dessas horas ao celular é semelhante a manter um dedo dobrado por uma hora inteira. Há estudos que garantem que para cada 3 cm que a cabeça se inclina para a frente, a pressão sobre a coluna dobra.
A má postura traz inúmeros outros problemas. Pode, por exemplo, reduzir a capacidade pulmonar em até 30%. Também trazem dores de cabeça e problemas neurológicos, e até mesmo doenças do coração. Não podemos evitar a tecnologia, e nem devemos. Mas temos que preservar nossa saúde. Um médico deve ser consultado ao menor sinal de dor para diagnosticar e orientar o paciente – finaliza ele.
Calçados inadequados podem causar problemas que exigem cirurgia
Está com dores no pé? Consulte o CREB
A busca por estar na moda e se sentir atraente pode levar à compra de calçados inadequados, que podem resultar em diversos problemas. Além de causar calos e bolhas nos pés, o uso desses calçados pode acarretar questões mais sérias, como quedas, deformidades anatômicas e danos nas articulações e estruturas ósseas.
Embora o uso de salto alto seja uma das práticas mais comuns, os riscos não se limitam apenas a esse tipo de calçado. Muitos sapatos são apertados na parte da frente ou no calcanhar, e há casos em que as pessoas compram um número menor, mesmo sentindo desconforto.
Riscos Associados a Calçados Inadequados
Aqueles que escolhem sapatos pela estética em vez do conforto devem reconsiderar suas escolhas rapidamente, antes que problemas de saúde mais graves se desenvolvam. Como os sapatos são usados diariamente e para diversas atividades, é fundamental ter cuidado para evitar complicações.
Abaixo estão os riscos mais frequentes associados ao uso de calçados inadequados:
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Bolhas
Sapatos que apertam em qualquer parte do pé podem causar bolhas. Essas bolhas surgem devido à fricção entre o sapato e a pele, frequentemente aparecendo no dedinho e no calcanhar. Optar por calçados feitos de materiais mais macios e que tenham um tamanho adequado pode ajudar a prevenir esse problema.
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Calos
Assim como as bolhas, os calos se formam devido à pressão excessiva em determinadas áreas do pé, resultando em espessamento da pele.
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Dores nas Plantas dos Pés
Esse desconforto geralmente ocorre após longas caminhadas e pode ser causado pela irritação entre a palmilha e a sola do pé, ou pela falta de amortecimento, que resulta em impacto excessivo no calcanhar.
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Dor nas Articulações
Essa é uma das principais consequências do uso de salto alto. A alteração na angulação dos pés provoca uma redistribuição do peso corporal, levando a dores e outros problemas nas articulações.
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Quedas em Idosos
O uso de calçados inadequados também está associado a quedas em pessoas idosas. Sapatos muito largos e sem aderência podem se soltar, aumentando o risco de desequilíbrio e quedas.
Sedentarismo pode provocar dores na coluna

A lombalgia é um problema que acomete principalmente pessoas idosas, mas é cada vez maior o número de jovens que procuram os consultórios médicos com dores nas costas. E os principais motivos são vícios de postura, o sedentarismo e a obesidade. “Os idosos sentem dores nas costas, em um processo degenerativo natural. Mas notamos um número cada vez maior de jovens com quadro de lombalgia. A sobrecarga na coluna vertebral e seu desalinhamento, em função de má postura, podem provocar a lombalgia. A esse quadro somam-se o sedentarismo e a obesidade. Outro problema é o tempo que esses jovens passam diante de um computador ou videogame, sentados por horas e horas. Tudo isso contribui para que a lombalgia apareça cada vez mais cedo. Ao menor sinal de dor, é preciso procurar um especialista”, explica o médico fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Haim Maleh.
O médico do CREB lembra que o sedentarismo é um fator de risco para inúmeras doenças graves. No caso da lombalgia, pode complicar ainda mais o quadro do paciente, pois pode aumentar as dores musculares e danificar as articulações. “O mal posicionamento aumenta as curvas naturais do corpo e pode até levar a inclinação lateral da coluna, o que nos traz contração muscular, bastante desconforto e dores. Manter uma boa postura ao andar, sentar, dormir, dirigir, praticar exercícios físicos faz toda a diferença e certamente traz muito mais qualidade de vida”, garante.
– Se a pessoa não buscar a ajuda médica, não praticar exercícios e não cuidar de sua postura, é possível que venha a ter problemas maiores como artroses, cardiopatias e hérnias de disco. Alterações na coluna vertebral, como as hiperlordoses – mais comuns nas mulheres – e a hipercifose torácica – frequente tanto no sexo masculino como feminino – são muito constantes. Quem sente dores regulares precisa primeiro conversar com o médico, para ser bem orientado. A dor na coluna tem cura e temos vários protocolos que trazem excelentes resultados – finaliza o Dr. Haim Maleh.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619