Linha do Tempo conta a história de sucesso do CREB
Há mais de 30 anos, o CREB vem trabalhando incessantemente para disponibilizar à nossa cidade os mais modernos conhecimentos, técnicas e tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina física e reabilitação. Acreditamos que tod...
Há mais de 30 anos, o CREB vem trabalhando incessantemente para disponibilizar à nossa cidade os mais modernos conhecimentos, técnicas e tratamentos de reumatologia, traumato-ortopedia e fisiatria – medicina física e reabilitação. Acreditamos que todos têm o direito de viver bem, felizes e sem dor. Por isso, oferecemos um atendimento humanizado e individualizado, por meio de um corpo clínico e técnico altamente experiente e especializado e comprometido com a qualidade de vida de nossos pacientes.
Tudo começou em um consultório de 23 metros quadrados, no centro da cidade
Atendemos em novas e modernas instalações, com 2 mil metros quadrados, concebidas exclusiva e tecnicamente para oferecer todo o conforto aos nossos pacientes. E contamos com equipamentos de última geração: o CREB, por exemplo, é a primeira clínica de reumatologia e ortopedia do país a contar com aparelho de raios-x digital, entre outros equipamentos que oferecem ainda mais recursos aos nossos pacientes e profissionais. Nos sentimos muito honrados em constatar que temos sido merecedores do respeito e do reconhecimento da comunidade, dos pacientes e de nossos colegas médicos, que têm o CREB como um centro de referência. O amplo trabalho de prevenção que realizamos está absolutamente inserido no nosso dia-a-dia, e é mais um dos diferenciais da nossa clínica.
Na verdade, poucas clínicas no Rio de Janeiro podem se orgulhar de uma história de mais de 40 anos de sucesso, e o CREB é uma delas. Para marcar essa história, o CREB disponibiliza em seu site sua linha do tempo: desde sua fundação, em 1975, em um consultório de 23 metros quadrados, no centro da cidade, até os dias de hoje, todos os principais fatos da clínica estão registrados. O internauta poderá saber, por exemplo, que de 1976 a 2001, o CREB ocupou um grupo de salas, com cerca de 150 metros quadrados, na rua Voluntários da Pátria, 445, antes de mudar, em 2002, para um prédio de mais de 2 mil metros quadrados, na mesma rua, agora no número 408. Os novos serviços, novos equipamentos e procedimentos também estão listados.
“Com investimento constante em tecnologia, treinamento e qualidade do atendimento aos clientes, o CREB é referência nacional em Reumatologia, Ortopedia, Fisioterapia, Fisiatria e Medicina do Esporte”, pontua o mais recente post da linha do tempo, sob o título “Agora somos referência”. A linha do tempo do CREB está disponível em https://www.creb.com.br/quem-somos-linha-do-tempo.php.
Quando o Frio aperta, a Dor fala mais alto
É muito comum que, durante o inverno, as pessoas sintam mais dores nas articulações, confira as causas.
No frio, até as tarefas mais simples podem virar um desafio. Levantar da cama, caminhar até a cozinha, até aquele passeio que antes era prazeroso… tudo pode ficar mais difícil quando as articulações reclamam.
O ortopedista Dr. Carlomã Câmara de Aguiar, do CREB, lembra: “As baixas temperaturas aumentam a rigidez e a sensibilidade das articulações. É hora de cuidar mais do corpo.”
E a fisioterapeuta Bruna Túlio da Costa reforça: “Movimento é vida. A fisioterapia ativa ajuda a manter força, flexibilidade e bem-estar, mesmo no frio.”
O que pode provocar a Dor no frio?
- Contração muscular: o frio faz com que os músculos se contraiam para conservar calor, o que pode gerar rigidez e sensação de dor.
- Vasoconstrição: a baixa temperatura diminui o fluxo sanguíneo para músculos e articulações, reduzindo a oxigenação e aumentando a sensibilidade dolorosa.
- Aumento da percepção da dor: estudos sugerem que as fibras nervosas ficam mais sensíveis em temperaturas baixas, amplificando sinais dolorosos.
- Menor movimentação: no inverno tendemos a nos exercitar menos, o que leva a perda de mobilidade e aumento da rigidez articular.
Quem sofre mais?
- Pacientes com artrose (desgaste da cartilagem);
- Pessoas com fibromialgia ou dores crônicas;
- Idosos, devido à maior sensibilidade das articulações;
- Pessoas que já sofreram fraturas ou lesões ortopédicas.
O que fazer para aliviar?
✅ Mantenha-se aquecido: use roupas adequadas, principalmente em articulações mais sensíveis como joelhos, mãos e ombros.
✅ Alongue-se regularmente: alongamentos suaves ajudam a reduzir a rigidez e prevenir lesões.
✅ Pratique atividade física: mesmo no frio, exercícios de baixo impacto (caminhada, bicicleta ergométrica, pilates) melhoram a circulação e diminuem a dor.
✅ Banho morno ou compressas quentes: ajudam a relaxar músculos e articulações doloridas.
✅ Hidrate-se bem: no frio é comum beber menos água, mas a hidratação é essencial para a saúde dos tecidos.
✅ Acompanhamento médico: em casos de dor persistente, o ortopedista pode indicar fisioterapia, medicamentos ou infiltrações, dependendo da causa.
O frio pode intensificar as dores, mas não deve limitar sua qualidade de vida. Com cuidados simples e acompanhamento médico adequado, é possível manter a saúde articular mesmo nas temperaturas mais baixas.
No CREB, sabemos que dor não marca hora. Por isso, estamos de portas abertas para receber você, sem burocracia e sem precisar agendar. Basta vir, estamos prontos para cuidar de você.
Alzheimer: CREB conta com setor especializado para reabilitação
A doença de Alzheimer caracteriza-se pela atrofia do córtex cerebral. O processo geralmente é difuso, mas pode ser mais grave nos lobos frontal, parietal e temporal. O grau de atrofia varia. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofi...
A doença de Alzheimer caracteriza-se pela atrofia do córtex cerebral. O processo geralmente é difuso, mas pode ser mais grave nos lobos frontal, parietal e temporal. O grau de atrofia varia. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofia. Há uma superposição no grau de atrofia do cérebro de pacientes idosos com Alzheimer e pessoas afetadas pela doença. Ao exame microscópico, há perda tanto de neurônio como de neurópilo no córtex e, ocasionalmente, se observa uma desmielinização secundária na substância branca subcortical. Com o uso da morfometria quantitativa, a maior perda é a de grandes neurônios corticais. Os achados mais característicos são placas senis e emaranhadas neurofibrilares argentofílicos”, relata Liliane Regina Meurer Colla, fisioterapeuta do setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Irritabilidade, hostilidade e agitação podem ocorrer como resposta à perda de controle e de memória
Segundo ela, a demência senil do tipo Alzheimer pode ainda ser subdividida de acordo com o estágio clínico, mas existe grande variabilidade e a evolução dos estágios frequentemente não é tão ordenada como se poderia deduzir. “No estágio Inicial há perda da memória recente, incapacidade de aprender e reter informações novas, problemas de linguagem, labilidade de humor e, possivelmente, alterações de personalidade. Os pacientes podem apresentar dificuldade progressiva para desempenhar as atividades de vida diária. Irritabilidade, hostilidade e agitação podem ocorrer como resposta à perda de controle e de memória. O estágio inicial, no entanto, pode não comprometer a sociabilidade”, diz.
No estágio intermediário, explica a fisioterapeuta, o paciente é completamente incapaz de aprender e lembrar de informações novas. “Os pacientes se perdem constantemente, a ponto de não conseguirem encontrar o seu próprio quarto ou banheiro. Embora continuem a deambular, estão em risco significativo de quedas ou acidentes secundários à confusão. O paciente pode precisar de assistência nas AVDs (atividades da vida diária). A desorganização comportamental ocorre na forma de perambulação, agitação, hostilidade, falta de cooperação ou agressividade física. Neste estágio, o paciente já perdeu todo o senso de tempo e lugar”, complementa.
O estágio final da doença é coma e morte
No estágio grave ou terminal, o paciente é incapaz de andar, totalmente incontinente e incapaz de desempenhar qualquer AVD. “Podem ser incapazes de deglutir e podem necessitar de alimentação por sonda nasogastrica. Estão em risco de pneumonia, desnutrição e necrose da pele por pressão. A duração da doença é de 8 a 10 anos, mas a evolução varia de 1 a 25 anos. Por motivos desconhecidos, alguns pacientes com Alzheimer evidenciam um declínio gradual e lento da função, enquanto outros têm platôs prolongados sem deterioração importante. O estágio final da doença de Alzheimer é coma e morte”, afirma a fisioterapeuta do CREB.
O CREB conta com um setor equipado com diversos aparelhos e profissionais especializados para o tratamento do Alzheimer. “As condutas fisioterápicas incluem retardar a progressão e efeitos dos sintomas da doença, evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter as capacidades funcionais do paciente, manter ou devolver a atividade funcional das articulações, evitar contraturas e encurtamentos musculares, evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular. Além disso é desenvolvido também um trabalho de posturas corretas, treino do padrão da marcha e equilíbrio”, relata o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Handerson Meurer.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 1989
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619