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Fasciíte plantar: TOC pode ser utilizada, com muito sucesso

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Dor nos pés, desconforto, sensação de queimação ou “agulhadas” ao pisar. Essas são as características da fasciíte plantar, uma doença mais comum do que se imagina e que leva muita gente ao consultório de um médico especialista. “A fasciíte plantar ocorre quando a pele grossa que liga o calcanhar ao dedão do pé fica irritada, inflamada ou dolorosa. A doença tem como uma das causas microtraumas repetidos na fáscia na tuberosidade plantar medial do calcâneo. Assim, a cada passo dado pelo paciente, a fáscia é tensionada a partir exatamente do local onde se encontra inflamada ou mesmo já com microrupturas. O esporão não é a causa das dores, como se pensa na maioria das vezes, e sim a inflamação na fáscia plantar”, explica o Dr. João Marcelo S. Amorim, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Segundo ele, são os seguintes os fatores que representam maior risco para o problema: ter pés planos, ser obeso, expor os pés ao estresse repetitivo, como longas corridas, correr em superfícies não planas ou em descidas íngremes, ganhar peso rapidamente, expor o tendão de Aquiles à tensão e usar sapatos que não oferecem um adequado suporte aos arcos dos pés ou que tenham a sola mole demais.

– Diariamente damos milhares de passos e é fundamental que os pés atendam às nossas necessidades sem desconforto, dor, peso, queimação ou dormência. Muitas vezes, no entanto, as pessoas sentem dores, mas preferem acreditar que trata-se de uma simples consequência de uma caminhada mais longa e que logo essa dor desaparecerá. Nem sempre é assim e as estatísticas demonstram que é preciso dar uma maior atenção a estas dores corriqueiras: pesquisas revelam que mais do que 70% da população mundial apresenta algum problema ou dor nos pés em alguma fase da vida – diz o Dr. João Marcelo S. Amorim.

“A fasciíte plantar provoca dores que podem se irradiar para toda a sola do pé, podendo se estender para a panturrilha, a conhecida batata da perna”, acrescenta ela. Sessões de fisioterapia e acupuntura são indicadas neste caso, bem como o uso da Terapia por Onda de Choque – TOC. Os resultados no tratamento de fasciítes plantares são excelentes”, garante o médico. A TOC é utilizada com sucesso em substituição a vários tipos de cirurgia e alcança a impressionante marca de 70 a 85% de bons resultados em pacientes que não obtiveram melhoria com outros tratamentos. É um método não invasivo, através de ondas acústicas. O tratamento é feito em consultório médico, por médico capacitado, geralmente em três sessões de 20 a 30 minutos cada. Na maioria dos casos, a eficácia da TOC é percebida logo após as duas primeiras aplicações. Não há internação e também minimiza o uso crônico de medicações, reduzindo efeitos colaterais e os gastos com medicamentos. O CREB é pioneiro em TOC no Rio de Janeiro.


Trabalhadores que passam o dia sentados ou de pé precisam se consultar com um especialista

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A jornada de trabalho traz cansaço e estresse, mas centenas de milhares de trabalhadores terminam seu dia exaustos, com dores na coluna e ou nas pernas. São aqueles que passam o dia inteiro sentados, como motoristas de táxi e cobradores, ou em pé, co...

A jornada de trabalho traz cansaço e estresse, mas centenas de milhares de trabalhadores terminam seu dia exaustos, com dores na coluna e ou nas pernas. São aqueles que passam o dia inteiro sentados, como motoristas de táxi e cobradores, ou em pé, como vencedores ou seguranças. O excesso de peso, vícios de postura e inatividade física agravam esse quadro.

Dores na coluna e nas pernas

Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. Isso é básico. O paciente não deve nunca se automedicar, porque só um especialista pode apresentar um diagnóstico correto. Temos, no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – um completo programa de tratamento que tem a solução para inúmeros problemas. utilizamos hidroterapia, RPG, Pilates, Acupuntura, Manipulação Vertebral/Osteopatia, Mesoterapia, Ginástica Corretiva, Eletroterapia e terapias manuais-Cinesioterapia. Temos protocolos de tratamentos para os vários problemas da coluna vertebral. O tratamento é individualizado”, explica o ortopedista do CREB, Dr. Márcio Taubman.

O Dr. Márcio afirma que tais profissionais devem estar atentos porque têm grandes chances de apresentar alterações e lesões como tendinite no punho e no ombro, epicondilite (problemas de cotovelo), entre outros problemas em toda a coluna. Ele afirma que precisam aprender a sentar corretamente. Ou seja, se a cadeira não for ergonômica, utilize uma pequena almofada, mais endurecida, atrás das costas, para preencher o espaço entre a coluna e o encosto da cadeira

– É preciso fazer alongamentos regulares, a cada duas horas ao longo de toda a jornada de trabalho. Um vendedor fica quase todo o dia em pé, é comum que ele tenha um quadro de dores frequentes, com irradiação para os membros inferiores. Uma dica é usar calçados confortáveis e com amortecimento. Um especialista deve ser consultado, para uma avaliação e para orientar o paciente. A prevenção é sempre o melhor remédio – finaliza o ortopedista do CREB.


Exercícios para o períneo: cada caso requer uma abordagem diferente

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Músculos em perfeito funcionamento precisam ter força (capacidade de apertar), resistência (capacidade de segurar este aperto por um bom tempo), explosão (capacidade de contrair e relaxar rápido), coordenação motora (capacidade de contrair de jeitos...

Músculos em perfeito funcionamento precisam ter força (capacidade de apertar), resistência (capacidade de segurar este aperto por um bom tempo), explosão (capacidade de contrair e relaxar rápido), coordenação motora (capacidade de contrair de jeitos diferentes) e propriocepção (capacidade de sentir a sua própria musculatura do assoalho pélvico – MAP – relaxada e se movendo). Como acontece na musculação de academia, cada objetivo desejado requer um programa diferente de treinamento.

“Pode-se melhorar a MAP por exercícios de simples contração e relaxamento. Por exemplo, para uma mulher que perde urina ao tossir, e cujo diagnóstico fisioterápico revelou uma MAP forte mas de contração ineficaz (ou seja, o músculo está forte mas a mulher não sabe como contraí-lo), é indicado o treino de coordenação motora, nada mais do que ensinar a esta mulher como contrair sua MAP”, exemplifica a fisioterapeuta Walesca Rocha, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

“Caso o diagnóstico aponte uma MAP de contração eficaz (a mulher sabe como contrair) mas está enfraquecida, o treinamento deve ser o de força: de curta duração, grande intensidade e bom descanso. Já para os casos de boa força e contração eficaz, mas com baixa resistência (a MAP é forte mas a contração não pode ser sustentada por mais de 3 ou 4 segundos), então o treino é de resistência: longo, com pouca carga e descanso mínimo. Já se o objetivo for a melhora do desempenho sexual de uma mulher saudável, de MAP relativamente forte e resistente, o treinamento deve ser uma mistura de treino de força e resistência, com grande enfoque para a coordenação motora (ou seja, como contrair a MAP e os abdominais das mais diversas formas possíveis)”, prossegue ela.

Segundo Waleska, os exercícios devem ser constantes, haja vista que qualquer musculatura do corpo ao permanecer parada, enfraquece com muita rapidez. “É fundamental que, tal qual acontece com a musculação de academia, seja estabelecida uma rotina de manutenção da força conseguida após o treinamento inicial. Assim como remédios, exercício só funciona na medida certa. Consulte seu médico, que a encaminhará a uma fisioterapeuta especialista para que o plano ideal seja traçado de acordo com seus objetivos”, finaliza ela.



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