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Pilates terapêutico é excelente para quem tem problemas na coluna

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Pilates terapêutico para dores na coluna

O pilates terapêutico pode ser praticado por qualquer pessoa, sem restrição de idade, sem dificuldade alguma. A atividade respeita o ritmo e as possibilidades do praticante. O pilates terapêutico fortalece a musculatura, o que é fundamental para quem tem dores de coluna. Fortalece e ajuda a corrigir desvios da coluna, o que o torna uma excelente opção.

Segundo o reumatologista e fisiatra Haim Maleh, do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia – e professor de reumatologia da Universidade Fluminense Federal (UFF), o pilates terapêutico ajuda a evitar lesões na coluna e previne doenças.

  • Tem muita gente que tem problemas de coluna e acha que por isso não pode praticar atividade física regular. Mas é justamente o contrário. A prática do pilates terapêutico é muito recomendável nestes casos – garante o reumatologista do CREB.

O Dr. Haim explica que o programa de exercícios é personalizado e adequado a cada praticante.

  • O objetivo é fortalecer os músculos profundos, responsáveis por manter as vértebras e componentes articulares na correta posição. Assim, pode-se evitar doenças como hérnias de disco, espondilólise, protusão discal e desvios posturais (escoliose, cifose e lordose). O pilates terapêutico é uma excelente opção para quem tem dores de coluna – garante ele.

Postura das crianças merece atenção redobrada

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A volta às aulas evidencia uma preocupação recorrente em relação ao peso das mochilas e a postura das crianças.

Mas há outros “vilões” que merecem a atenção dos pais e dos educadores: é o caso, por exemplo, dos sapatos e do mobiliário escolar, que inadequados podem trazer problemas para a postura das crianças.

Escolha o melhor calçado e mochila para as crianças

Segundo o ortopedista João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, os sapatos adotados não devem ter salto alto (no caso das meninas) e nem solas muito duras. Ele lembra que a indústria de calçados está bastante avançada e dispõe de modelos adequados às crianças. Outro problema, aponta ele, é a utilização de mobiliário inadequado. “A ausência de educação postural nas escolas primárias é uma grave falha. As crianças quando voltam das férias começam a enfrentar longos períodos na posição sentada em carteiras inadequadas, que resultam em posturas erradas, inclinadas e com os ombros caídos. Os maus hábitos começam a ser estabelecidos e se tornam automáticos”, explica ele.

O peso das mochilas também preocupa o médico do CREB. Segundo ele, o material é cada vez mais volumoso, sobrecarregando as costas das crianças, o que terá reflexo direto na saúde da coluna vertebral.

“Muitas escolas já estão oferecendo aos seus alunos armários para a guarda do material. Assim, a criança transportará menos material, tornando sua mochila muito menos pesada. Isso deveria ser uma prática em todas escolas”, avalia o Dr. João Marcelo Amorim.

Eduque o seu filho a ter boa postura

Os pais e educadores têm um papel fundamental nas busca da adoção de novos e saudáveis hábitos. “É preciso mudar hábitos incorretos adquiridos pelas crianças, pois a estrutura corporal ainda está em fase de crescimento e formação”, diz o médico. “As crianças devem se sentar de forma ereta. A altura do assento deve permitir que os pés fiquem totalmente apoiados no chão. Todas as articulações devem estar estabilizadas, formando um ângulo de 90 graus (pés, joelhos, quadris e cotovelos). Não deve haver pressões do assento sobre os músculos posteriores da coxa e deve haver espaço livre entre as coxas e a parte inferior da mesa, para não limitar os movimentos. Já os cotovelos devem ficar aproximadamente no mesmo nível da superfície da mesa e o encosto deve permitir o apoio das costas”, ensina o ortopedista.

– A sensibilidade dos pais é fundamental, já que os primeiros sintomas das deformações de coluna como hipercifose (aumento da curvatura da região dorsal), hiperlordose (aumento da curva na região cervical ou na região lombar) e escoliose (desvio da coluna vertebral que resulta em um formato de “S”) não se manifestam claramente. Os sintomas iniciais são mínimos ou ausentes. Quando o problema é diagnosticado, já está gravemente instalado. Ao menos sinal de dor na coluna, o correto é procurar um ortopedista para uma avaliação – finaliza ele.


CREB oferece fisioterapia neonatal e pediátrica

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A fisioterapia neonatal e pediátrica tem o objetivo de promover e manter adequada a função respiratória; estimular a atividade neural e preservar neurônios; melhorar a redistribuição do fluxo sanguíneo; gerar experiência de movimento normal e organiz...

A fisioterapia neonatal e pediátrica tem o objetivo de promover e manter adequada a função respiratória; estimular a atividade neural e preservar neurônios; melhorar a redistribuição do fluxo sanguíneo; gerar experiência de movimento normal e organizado e interferir no tônus /fortalecimento muscular. São abordagens específicas para cada faixa etária, explica Bruna Túlio da Costa, fisioterapeuta do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. A clínica conta com esse serviço.

Buscam o melhor crescimento e desenvolvimento da criança

 

– Por meio do acompanhamento fisioterapêutico, a criança é exposta a adequadas intervenções – respiratória, cardiovascular, musculoesquelética, neuromotora – que garantem alterações estruturais celulares, perceptuais, motoras, cognitivas e sociais. Os cuidados voltados para o desenvolvimento de alta qualidade promovem o melhor crescimento e desenvolvimento da criança – esclarece Bruna.

Segundo ela, no CREB o atendimento é individualizado, realizado de forma terapêutica e preventiva, com combinações entre tempo, intensidade, duração, frequência, ritmo e intervenções no ambiente físico (som, iluminação).

–  A palavra chave é “organização”, por refletir a habilidade da criança em estabelecer um nível de funcionamento integrado entre os sistemas fisiológicos e comportamentais e objetivar a prevenção de distúrbios do desenvolvimento. Esses distúrbios podem impactar substancialmente a qualidade de vida da criança e de sua família e/ou gerar déficits no desempenho intelectual e educacional com repercussões futuras. Para garantirmos essa “organização”, é preciso estar sempre atento aos sinais de aproximação e de retraimento da criança, a fim de minimizar o gasto de energia e permitir que ela própria “defina o passo” dos seus cuidados – afirma, pontuando que a fisioterapia neonatal e pediátrica previne e corrige deformidades musculoesqueléticas; melhora a qualidade do estado de consciência, ajudando na auto regulação; promove a integração da criança com o meio ambiente e seus familiares; favorece a estabilidade clínica; e ajuda a diminuir o tempo de internação.



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