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Pilates: não há contraindicações e traz diversos benefícios

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O Pilates é uma técnica de exercícios indicado para todas as idades, onde o método é que se adapta as características peculiares de cada um, que é a coordenação completa e harmoniosa entre corpo, mente e espírito. Por isso, é cada vez mais procurado...

O Pilates é uma técnica de exercícios indicado para todas as idades, onde o método é que se adapta as características peculiares de cada um, que é a coordenação completa e harmoniosa entre corpo, mente e espírito. Por isso, é cada vez mais procurado por todo tipo de pessoa. O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – possui uma sala ampla de Pilates. “O principal diferencial da clínica é possuir esses e outros setores de reabilitação que se complementam. Nossos protocolos visam o paciente como um todo e a integração entre médicos e fisioterapeutas facilita e traz ao paciente melhor proveito e brevidade na sua recuperação”, garante a fisioterapeuta Mariana Rossi Aguiar do Nascimento, staff do serviço de reabilitação física do CREB.

Segundo ela, “o interessante do Pilates é que auxilia outros nossos setores da fisioterapia como, por exemplo, a fisioterapia uroginecológica ou perineal, pois utilizamos nos exercícios também a contração do períneo e trabalho do assoalho pélvico, e o RPG, pois também trabalhamos na melhora da postura, e com a Hidroterapia com melhor mobilidade articular, e com a fisioterapia neurológica, no qual trabalhamos o equilíbrio e a coordenação motora”. Mariana lembra que o pilates não faz distinção de gênero e é indicado no mínimo duas ou três vezes na semana para que o corpo se adapte e os benefícios surjam.

Também staff do CREB, o fisioterapeuta Alan Alves Nascimento pontua que os exercícios são gradativos e realizados de acordo com a doença e necessidade do paciente, em poucas repetições, de forma concentrada, dando ênfase na respiração e contração dos músculos do centro de força do corpo (Power House) proporcionando a estabilização articular e reduzindo o desgaste nos músculos e articulações. “Os benefícios do método são alinhamento da postura corporal, melhora na concentração, maior equilíbrio e coordenação motora, alívio de dores crônicas, redução do estresse, melhora na força e flexibilidade muscular, entre outras”, afirma.

A fisioterapeuta Viviane Cordeiro Sotero de Lima Silva, do mesmo staff, lista algumas indicações para a prática de pilates: dor lombar, fibromialgia, fortalecimento do assoalho pélvico, alinhamento da coluna e fortalecimento muscular, entre tantas outras. “Não há contra indicação à atividade de pilates. Da criança que entenda e obedeça aos comandos de exercícios até o idoso, todos podem e devem fazer pilates”, resume ela.


Uso de antidepressivos pode aumentar o risco de fraturas

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Um estudo científico demonstrou que há relação entre o uso de antidepressivos e o risco de fraturas. Segundo esta pesquisa, que identificou e analisou 1.217.464 indivíduos, os antidepressivos teriam uma ação direta no metabolismo ósseo e estariam associados com risco aumentado de fratura, porque inibidores da recaptação da serotonina (SSRI – citalopram, fluoxetina, sertralina e outros) e antidepressivos tricíclicos (TCA – amitriptilina, clomipramina e outros) são associados com um moderado e clinicamente significativo aumento do risco de fraturas de todos os tipos. Comparados a não usuários, pacientes que utilizam anidepressivo tiveram um aumento de 42% no risco de fratura não vertebral, 47% no risco de fatura de quadril e, finalmente, 38% no risco de fratura vertebral. Outro estudo que associa o antidepressivo ao maior risco de fraturas também levou em consideração a idade dos pacientes.

– Um risco maior de fraturas foi associado com um aumento da dose de ansiolíticos e sedativos; o mais alto risco estava presente nos indivíduos abaixo de 40 anos de idade. Daí em diante, o risco de fraturas diminuiu com a idade. Para SSRI, um crescente risco de fraturas foi visto com dose e idade crescente. A respeito de TCA, nenhuma tendência específica com a idade estava presente. No entanto, um aumento do risco de fraturas foi associado com aumento da dose TCA na faixa etária acima de 60 anos. Finalmente, para outros antidepressivos, nenhuma tendência específica com observou-se a idade ou a dose. Cuidados devem ser tomados na prescrição de ISRS para indivíduos mais velhos – comenta a pesquisa o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.


Alimentação rica em cálcio e novos medicamentos no tratamento da osteoporose

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O Brasil contabiliza, hoje, mais de 20 milhões de pessoas com osteoporose, doença que é caracterizada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea. Tais números tornam a osteoporose um problema de saúde pública, que preocupa cada vez mais as autoridades e a classe médica. Se não bastassem tais números, mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos são acometidos por esta doença no país. A osteoporose é, de fato, a principal causa de fraturas por baixo impacto, especialmente em mulheres na pós-menopausa e em idosos, e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, consequentemente, deterioração da qualidade de vida.

A boa notícia é que há novidades no tratamento da osteoporose. Há novas medicações injetáveis, subcutâneas ou ministradas na veia do paciente, que facilitam a adesão. “Essas medicações podem ser ministradas a cada seis meses, em alguns casos até uma vez ao ano, sem grandes efeitos colaterais”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, outra discussão muito importante é sobre o consumo de cálcio e vitamina D, nutrientes essenciais para a saúde do osso. “Recomenda-se que se consuma, em média, quatro porções por semana. Essas porções podem conter, por exemplo, dois copos de leite, um iogurte e queijo. Mas no Brasil a média de consumo é de menos de uma destas porções. Uma alimentação rica em cálcio é fundamental no tratamento da osteoporose”, avisa ele.

– A principal fonte de cálcio é láctea, ou seja, todos derivados do leite. Mas vegetais verde também devem ser consumidos, principalmente os verde escuro, como o espinafre e o brócolis. E peixe também é uma boa fonte de cálcio – explica o médico, pontuando que existe um exame, chamado densitometria óssea, que funciona como uma espécie de radiografia do corpo, possibilitando prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos.



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