Fumante tem mais chance de sentir dor lombar
Fumante tem mais chance de sentir dor lombar
Fumantes – especialmente os mais jovens – têm maiores chances de apresentar dores lombares do que pessoas que nunca fumaram. È o que garante uma pesquisa do Finnish Institute of Occupational Health, publicada no American Journal of Medicine, que analisou profundamente 40 diferentes estudos de várias partes do mundo, de 1966 a 2009, que relacionaram dores lombares, fumantes, ex-fumantes e pessoas que nunca fumaram.
Os cientistas chegaram a conclusão de que há uma associação clara entre o fumo e a dor, apesar dos dados não provarem efetivamente que o tabagismo leva à dor nas costas.
- Não se sabe exatamente qual é a relação entre o ato de fumar e a dor nas costas, mas acredita-se que há uma redução do fornecimento de sangue para a espinha dorsal, que há um risco mais alto de osteoporose e que há circulação aumentada de substâncias relacionadas à dor no organismo dos fumantes – explica Haim Maleh, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo e reumatologista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Aconselhamento psicológico gratuito para os pacientes
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal. O suporte psicológico caminha...
O que é terapia? O que eu tenho que fazer neste espaço? Essas são as duas perguntas que as pessoas se fazem quando vão pela primeira vez a um consultório de um terapeuta, em busca de auxílio para alguma questão pessoal.
O suporte psicológico caminha junto com o tratamento físico
– Na maior parte das vezes, eu, como terapeuta, tento entender o que trouxe o paciente até aqui, para que eu possa ter uma compreensão maior do que esta pessoa espera da terapia. Não há uma fórmula pronta. Acredito que a primeira coisa que precisamos entender quando falamos de iniciar um processo terapêutico é que cada um é um – responde Daniela Maleh, psicóloga do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O CREB é a única clínica de reumatologia e ortopedia que oferece apoio psicológico gratuito para seus pacientes. O serviço é oferecido porque a clínica entende que o processo terapêutico e o suporte psicológico caminham junto com o tratamento físico.
– A equipe CREB entende que o ser humano deve ser visto por completo. Por isso o nosso esforço de sempre continuar nos ampliando e nos aprimorando para atingirmos o nosso objetivo maior, que é possibilitar nossos pacientes viverem bem, feliz e sem dor – diz ela.
Segundo Daniela, na terapia não há como enquadrarmos um sujeito em um determinado quadro, por isso não é bom falar apenas do diagnóstico dele.
– É importante entendermos de onde esta pessoa está vindo e como está chegando para mim. Porém, na terapia, a minha maior preocupação é como este diagnóstico foi recebido e como está sendo viver com ele, por exemplo. Alguns entendem o diagnóstico como um problema ou um peso. O ponto principal da terapia é que este é um momento de liberdade, onde podemos ser nós mesmos e nos compreendermos melhor. Com isso em vista, é muito comum ao longo do processo terapêutico o paciente expressar que achava que nunca conseguiria falar sobre determinado assunto, fato ou sentimento com ninguém. – diz Daniela.
Mais informações na recepção da clínica ou pelo telefone (21) 3182-8282.
Excesso no uso do Whatsapp aumenta risco de doenças, como tendinite e artrite
O uso excessivo do Whatsapp pode ser prejudicial a nossa saúde.
Adolescentes e jovens adultos, os maiores usuários, podem ser os que mais sofrem com essa questão: o uso excessivo do aplicativo de mensagens aumenta o risco de doenças como mialgia, tendinite e até mesmo artrite.
Síndrome de WhatsAppinite
A principal queixa de quem utiliza em demasia o celular, principalmente digitando mensagens, é a dor na base do polegar e nos pulsos. E se você já sentiu dores assim durante e após longos períodos de digitação, saiba que não está só. Em 2014 criou-se nos Estados Unidos até um termo para o problema: Síndrome de WhatsAppinite, uma referência à tendinite.
“A verdade é que os aparelhos celulares não são totalmente adaptados ao nosso corpo. Usamos o polegar para navegar na internet, para digitar mensagens e comandar o aparelho, de forma excessiva. Recebemos muitos pacientes no consultório com dores no polegar, no pulso e até na cervical, já que inclinamos o pescoço para baixo, para visualizar a tela do aparelho. Há inúmeros casos de tendinite, artrite e mialgia que têm a ver, também, com esse uso excessivo do aparelho”, garante o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.
O Dr. Antônio sabe bem que o celular é um aparelho indispensável nos dias de hoje, mas ressalta que é preciso ter alguns cuidados para não transformar uma utiliza em um problema de saúde. Ele diz que é necessário fazer uso consciente da tecnologia. Ele recomenda, por exemplo, se em vez de enviar ou responder uma mensagem de texto, não cabe uma mensagem de voz ou mesmo um telefonema.
– O celular tem um recurso que oferece a palavra inteira ao digitar apenas algumas letras. Use isso. Faça pausas regulares no uso do seu celular e demais aparelhos eletrônicos. Se sentir dor, faça uma pausa e consulte um especialista – finaliza ele.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
- BARRA DA TIJUCA: Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
- BOTAFOGO: Rua Voluntários da Pátria, 408
- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
- SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5702
- INTERLAGOS: Av. Interlagos, 2255 - âncora SS03 - Shopping Interlagos
- TATUAPÉ: Rua Apucarana, 1619