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Dor no peito – Síndrome Tietze

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Há alguns meses, venho sentido uma forte dor no peito, que se irradia para as costas, em pontadas, que pioram quando faço determinados movimentos. Já procurei um cardiologista, que afastou a possibilidade de doença do coração. O que pode ser isto?

Há alguns meses, venho sentido uma forte dor no peito, que se irradia para as costas, em  pontadas, que pioram quando faço determinados movimentos. Já procurei um cardiologista, que afastou a possibilidade de doença do coração. O que pode ser isto? (Marcos  – Jacarepaguá)

Queixas como esta – dor no peito, que se irradia pra as costas ou para o abdômen, e que pioram quando se faz determinados movimentos, simulando doença do coração – são muito freqüentes. Essas queixas são sugestivas de Síndrome de Tietze, uma inflação da articulação esterno clavicular, localizada no peito, causando muita dor e irradiação. Este é um problema articular, que deve sr tratado pelo médico reumatologista ou fisiatra. Procure sua clínica de reumatologia para exames físicos e confirmação do diagnóstico. Saibas que já há  tratamentos com excelentes resultados, através de medicamentos, acupuntura, RPG  e osteopatia.

Antônio D’Almeida, Fisiatra  do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo


Bursite pode acometer os ombros, os quadris e os cotovelos

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No interior de nossas articulações temos uma bolsa cheia de líquido sinovial, a chamada bursa sinovial

No interior de nossas articulações temos uma bolsa cheia de líquido sinovial, a chamada bursa sinovial. Ela funciona como uma espécie de uma pequena almofada, que nos traz conforto. Quando essa bolsa se inflama, temos a bursite.

Na maior parte das vezes, a bursite é consequência de um traumatismo ou de uma infecção articular, explica o Dr. Ricardo Sheps, ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. “O uso excessivo e repetitivo das articulações podem provocar lesões por esforços, causando uma bursite. As artrites também são causas comuns desta inflamação da bursa sinovial”, acrescenta.

De acordo com o Dr. Ricardo, os ombros, os quadris e os cotovelos são as regiões mais acometidas. “A bursite nos ombros é muito comum. Profissionais que trabalham o dia inteiro no computador, por exemplo, e não tomam os devidos cuidados com a postura e não usam móveis ergonômicos são sérios candidatos a uma bursite nos ombros”, destaca o ortopedista do CREB.

A bursite tem tratamento

A boa notícia é que a bursite tem tratamento, que devolve ao paciente a qualidade de vida perdida. Além do uso de medicamentos, o ortopedista prescreverá um programa específico e individualizado de fisioterapia. “Precisamos fortalecer os músculos da articulação comprometida. Outra necessidade é restaurar completamente a amplitude dos movimentos articulares. A fisioterapia atua neste sentido”, garante.

Segundo o médico, o CREB adota protocolos que incluem acupuntura e hidroterapia, o que tem trazido muito sucesso no tratamento, reduzindo seu tempo. Para diagnosticar a bursite, além do exame clínico o médico solicitará uma ultrassonografia. “Em casos mais extremos, optamos, aqui no CREB, pela TOC – Terapia de Ondas de Choque, uma terapia adotada em casos mais extremos e que resolve até 85% dos casos que a fisioterapia não dá conta, evitando a necessidade de cirurgia”, finaliza ele.
 


CREB utiliza protocolos para tratar da dor crônica, que atinge 37% da população

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Uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) realizada no ano passado, mas recém divulgada, aponta que em cada dez brasileiros, praticamente quatro sofrem algum tipo de dor crônica. Esse contingente, que chega a 37% da população do...

Uma pesquisa da Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) realizada no ano passado, mas recém divulgada, aponta que em cada dez brasileiros, praticamente quatro sofrem algum tipo de dor crônica. Esse contingente, que chega a 37% da população do país, é, em sua maior parte, composto por mulheres das regiões Sul e Sudeste, com idade média de 41 anos.
“A dor crônica é caracterizada pela dor que persiste por pelo menos mais de três meses. E muitas dessas pessoas que sentem dores crônicas, sentem tanta dor que tem alterada a qualidade de vida. As dores atrapalham suficientemente as atividades do dia a dia”, explica o Dr. Haim Maleh, reumatologista e fisiatra do CREB – Centro de Reumatologia e ortopedia Botafogo, e professor de reumatologia da Universidade Federal Fluminense – UFF.

A dor crônica persiste por, pelo menos, três meses

As dores crônicas podem ter causas variadas, como algum a doença infecciosa, como chikungunya, dores de cabeça, dores provenientes de algum trauma ou acidente. Mas as dores crônicas líderes não só no Brasil, mas no mundo todo, são as dores na coluna vertebral. Segundo o Dr. Haim, dores nas costas podem ter inúmeras causas, que precisam ser investigadas para o início do melhor tratamento. “Ao menor sinal de dores na coluna, um especialista deve ser consultado. Quanto mais cedo iniciarmos o tratamento melhor. Muitas veze, a pessoa sente dores, acha que pode ter sido apenas uma noite mal dormida, se automedica com um analgésico, e acha que resolveu o problema. Esse é o pior comportamento que há quando pensamos em saúde”, alerta ele.

O CREB conta, segundo o Dr. Haim, com tratamentos para a dor crônica, com protocolos que incluem acupuntura, hidroterapia, RPG, pilates terapêuticos e outros recursos fisioterápicos, que têm trazido sucesso para os pacientes da clínica. “Nosso atendimento é individualizado. Cada paciente vai demandar um tipo de tratamento. Quando ele chega ao consultório, a primeira coisa que ele quer é se livrar daquela dor. Vamos focar na causa da doença, mas também vamos eliminar aquela dor, que atrapalha tanto o dia a dia das pessoas”, finaliza o Dr. Haim.



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