Hábitos saudáveis para uma vida plena na terceira idade
Cerca de metade da população idosa no Brasil sofre de doenças crônicas, incluindo diabetes, câncer, reumatismo e doenças cardiovasculares, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dores nas costas e artrite ou reumatismo afetam 35,1% e 24,2% dos idosos, respectivamente.
A idade é um fator importante que contribui para a condição de saúde dos idosos, com anos de má postura e doenças degenerativas que afetam o funcionamento musculoesquelético. Segundo o Dr. Alfredo Clapp, ortopedista do CREB - Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, as doenças degenerativas afetam a postura do idoso, mesmo que não atinjam diretamente os ossos ou músculos, pois podem desencadear um mecanismo de compensação. Isso leva a dor ou desconforto durante o movimento, alterando o alinhamento postural para compensar a sensação ruim. Essa condição compromete outras articulações e modifica o equilíbrio físico, podendo alterar o padrão da caminhada, o alinhamento do quadril, da coluna e até o movimento dos braços.
Para melhorar a qualidade de vida dos idosos, o CREB recomenda um tratamento personalizado e abrangente que inclui medicação, atividade física regular, banho de sol e protocolos que incluem hidroterapia, acupuntura e RPG.
O tratamento personalizado deve levar em consideração as necessidades individuais do paciente, com foco em exercícios físicos regulares e uma dieta saudável e equilibrada, rica em cálcio. O sedentarismo pode agravar a rigidez das articulações, portanto, a atividade física é fundamental para melhorar a força muscular, a condição física e o equilíbrio. Tomar banho de sol regularmente também é recomendado, garante Dr. Alfredo Clapp.
Procurar a ajuda de um especialista é essencial para o sucesso do tratamento individualizado e para melhorar a qualidade de vida dos idosos.
Pilates pode ser excelente contra as crises de labirintite
A labirintite é uma doença do ouvido que ataca o labirinto, que é formado pela cóclea e o vestíbulo, responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. Causa vertigens, tonturas, náuseas, vômitos, redução ou até perda de audição, além de zumbidos e, em alguns casos, até queda de cabelo. A labirintite afeta 33% das pessoas em alguma fase de suas vidas, mas na terceira idade essa estatística alcança os 65%, segundo dados do Departamento de Otorrinolaringologia e Cirurgia de Cabeça e Pescoço da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Porém, é importante alertar que muita das labirintites estão acompanhadas de problemas da coluna cervical que, além das queixas acima, pode também cursar com formigamento ou sensação de desconforto em braços e/ou mãos e peso, queimação ou desconforto na coluna.
É uma doença que tem tratamento, alerta o Dr. Antônio D’Almeida, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Com o diagnóstico que pode ser muito simples de fazer, há várias e ótimas opções de tratamento. No CREB, utilizamos em nosso programa de reabilitação para essas queixas além de RPG, acupuntura, hidroterapia, o pilates, que é uma excelente opção para a diminuição da incidência de crises.
– Medicamentos específicos tratam a crise, mas o pilates retarda a incidência delas. O paciente receberá uma planilha de exercícios indicados para essa doença. São exercícios ideais para estimular o sistema vestibular. Pacientes com labirintite têm vertigens e tonteiras constantes. Às vezes, fatores como irritação, tensão e até ingestão de alguns alimentos desencadeiam uma crise. O pilates ajuda a prevenir as dores. Temos resultados excelentes a partir da sua utilização, claro, acompanhado do tratamento medicamentoso e fisioterápico – finaliza ele, lembrando que o CREB conta com um estúdio de pilates, com apoio de fisioterapeutas e coordenação médica.
Lombalgia é uma das campeãs do afastamento do trabalho
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que nada menos do que oito em cada dez pessoas, ou seja, 80% da população, irá sofrer, pelo menos uma vez na vida, com dores na região lombar. A lombalgia é uma das campeãs do afastamento do trabalho: segundo dados do INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social), 100 mil profissionais são afastados do trabalho anualmente, a maioria por conta deste distúrbio. E segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 5,4 milhões de brasileiros têm algum problema na coluna vertebral.
Segundo o INSS, 100 mil profissionais são afastados do trabalho por ano pelo distúrbio
“A lombalgia apresenta dores na região lombar, as vezes com sensação de dormência. Se não tratada, a dor aumenta e pode se tornar crônica e trazer outros problemas. É preciso tratar imediatamente. Muita gente apresenta esse quadro, mas pessoas com sobrepeso, que não praticam exercício regularmente e quem tem vícios de postura são as mais acometidas pela lombalgia”, explica a reumatologista Liseth Acochiri, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A médica do CREB alerta sobre a necessidade de se procurar um especialista. “Quem d enós nunca sentiu dor lombar? A gente acha que foi um mal jeito qualquer, ou uma noite mal dormida, e não dá a devida atenção ao problema. Ao menor sinal de dor, um médico especialista deve ser consultado. Porque a dor lombar pode indicar uma infecção, uma inflamação ou uma hérnia de disco, entre outros problemas, como uma artrose. Somente um médico poderá avaliar e propor o melhor tratamento”, afirma.
Segundo a Dra. Liseth, existem basicamente dois tipos de lombalgia, crônica e aguda. A crônica é mais comum em pessoas com idade mais avançada, já a aguda pode surgir a partir de uma inflamação das estruturas da região lombar e é mais comum em jovens, normalmente após a realização de um esforço físico extra. “O tipo e grau da lombalgia indicarão o melhor tratamento, que prevê medicamento e protocolos que incluem hidroterapia, RPG, Pilates e acupuntura, crioterapia compressiva e eletroterapia, serviços oferecidos pelo CREB.
Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:
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- COPACABANA: Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
- LEBLON: Av. Ataulfo de Paiva, 355
- MÉIER: Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier
Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:
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