Entendendo melhor a osteoporose
Osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da densidade da massa óssea e da micro arquitetura do tecido ósseo, com consequente enfraquecimento e fragilidade do esqueleto e maior susceptibilidade a fraturas , mesmo após pequenos traumas.
A osteoporose é um problema muito sério de saúde atingindo 10 milhões ou mais de pessoas no Brasil e mais que 200 milhões no mundo. Uma a cada quatro mulheres após a menopausa apresenta osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fratura em apenas um ano.
A boa notícia é que hoje sabemos como prevenir e tratar a doença. A má é que por falta de conhecimento a população não está se cuidando e mais vítimas surgem. As mulheres são mais vulneráveis ao problema, porém Homens também desenvolvem osteoporose, só que mais tardiamente. As mulheres começam a desenvolver após a menopausa (que se dá por volta dos 45-55 anos de idade) enquanto os homens com 55-60 anos.
O perfil mais comum é a chamada osteoporose primária (ou pós-menopáusica). O tipo físico mais comum são mulheres magras e baixas. A outra forma frequente de osteoporose é a chamada osteoporose senil, relacionada ao envelhecimento. Aproximadamente 15% dos casos é a chamada osteoporose secundária (quando alguma outra doença ou outra circunstância – deficiência de vitamina D, uso de determinadas medicações e etc) vão alterar o metabolismo ósseo.
A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente através da densitometria óssea, que é um exame indolor e o mais avançado nos dias de hoje. Muitas vezes a osteoporose vem a se manifestar clinicamente através de fraturas, porém dores e diminuição de altura, podem estar também associadas.
Há alguns fatores de Risco para a Osteoporose que precisam ser considerados:
Ser mulher.
Ter pele e/ou olhos claros, ser baixa e/ou magra.
Que não tome leite, ou ingira pouco alimento com cálcio.
não fazer exercício.
Que tome pouco sol.
Presença de algum parente com osteoporose (mãe, tia).
Que sofra de asma(bronquite), artrite ou alergia.
Que seja fumante (mais de um maço por dia).
Habito de beber muito café (mais de 4 xícaras ao dia).
Uso de bebida alcoólica.
menopausa precoce por cirurgia, ou não.
Uso de antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticoides.
Presença de problemas da tireoide.
Tratamento para Osteoporose
Atualmente há várias opções de tratamento que devem ser consideradas caso a caso.
Alimentação
Recomenda-se que mulheres adultas, não grávidas, tenham dieta de 1000mg de cálcio por dia, e quando existe o risco de osteoporose, o cálcio ingerido deve ser de 1500mg ao dia.
Vitamina D
Você precisa de níveis normais de vitamina D para absorver cálcio. Seu organismo fabrica esta vitamina como resultado da exposição a luz solar, porém é importante uma complementação. Muita vitamina D é prejudicial, portanto não tome por conta própria, consulte-nos antes de tomar qualquer medida.
Exercícios
É importante uma boa qualidade muscular.
Construindo Ossos fortes
Você deve pensar no osso como um tecido vivo. Os ossos são o que dão suporte estrutural para os músculos, tendões e ligamentos, protegem órgão vitais e armazenam cálcio para a sua própria resistência.
Até a idade de 30 anos, você constrói e a armazena cálcio eficientemente. Então como parte do processo natural da idade, a formação de novo tecido ósseo diminui e a perda crônica de cálcio se acelera depois da menopausa.
Pense no osso como uma caderneta de poupança . Você somente terá massa óssea na sua poupança na medida que você depositar. Alguns especialistas acreditam que mulheres jovens podem aumentar sua massa óssea em cerca de 20%, um fator crítico na proteção contra a osteoporose.
A Osteoporose pode ser prevenida e revertida com uma orientação médica apropriada. Você pode viver bem, feliz e sem dor. Venha se consultar no CREB.
Consumo maior de peixe pode controlar inflamação da artrite reumatoide
Doença inflamatória crônica, que afeta a membrana sinovial das pequenas articulações, podendo provocar inchaço e dores, principalmente nas mãos e nos pés, a artrite reumatoide não tem causa totalmente conhecida, mas é possível tratá-la e devolver ao...
Doença inflamatória crônica, que afeta a membrana sinovial das pequenas articulações, podendo provocar inchaço e dores, principalmente nas mãos e nos pés, a artrite reumatoide não tem causa totalmente conhecida, mas é possível tratá-la e devolver ao paciente a qualidade de vida perdida. Mais de dois milhões de brasileiros têm a doença, que acomete uma em cada cem pessoas, sendo duas vezes mais mulheres na faixa entre 40 e 60 anos do que os homens.
Em muitos casos o paciente apresenta incapacidade funcional
“A sensação de rigidez e dores nas juntas, pela manhã, é um dos sintomas da doença. A Artrite Reumatoide pode ser tratada. É possível diminuir os sintomas, preservar a capacidade funcional do paciente e devolvê-lo sua qualidade de vida perdida. A Artrite Reumatoide também pode atacar os olhos, pulmão . Mas cada caso é um caso, e o tratamento é individualizado. Em muitos casos, o paciente apresenta incapacidade funcional, comprometendo o seu dia a dia. Ao menor sinal de dores nas articulações, um médico reumatologista deve ser consultado imediatamente, pois quando mais cedo o tratamento é iniciado, melhor é a resposta”, afirma o Dr. Haim Maleh, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – e professor de reumatologia da UFF (Universidade Federal Fluminense).
Segundo o Dr. Haim, vários estudos têm se dedicado a relacionar a influência da dieta no controle dos sintomas da doença. “Estudos apontam, por exemplo, que suplementos a base de óleo de peixe ou uma dieta rica em óleo de peixe pode ajudar a controlar a inflamação da artrite reumatoide, ou mesmo reduzindo a probabilidade de desenvolver a doença. De fato, sabe-se que a doença é menos comum em locais onde o consumo de peixe é mais alto. Uma pesquisa foi realizada com 176 portadores da doença. Aqueles que comiam mais peixe, mais de duas porções semanais, tiveram um melhor controle da artrite reumatoide”, relata ele.
“Às vezes, funções simples, como pentear o cabelo ou escovar os dentes, passam a ser um suplício. Temos tido sucesso no tratamento da doença, no CREB. Além do uso de medicações específicas e prática de regular de exercício físico controlado, adotamos protocolos que podem incluir acupuntura, para alívio da dor, pilates, hidroterapia e RPG. O CREB dispõe de duas piscinas exclusivas e adequadas à prática da hidroterapia. Também contamos com um estúdio completo de pilates”, finaliza o Dr. Haim.
Dor nas mãos e nos punhos pode ser síndrome do túnel de carpo
Dor intensa na mão e no punho, perda da força e dormência no local podem ser sintomas de problemas na coluna cervical
Mas é preciso estar atento porque também pode ser um quadro indicativo de síndrome de túnel de carpo, que é a compressão do nervo mediano do punho. É preciso procurar um médico ortopedista, em busca do diagnóstico e tratamento adequado. Segundo a ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia, Ortopedia e Fisioterapia – Dra. Renata Rosenfeld, buscar o auxílio de um especialista é fundamental “porque quanto mais cedo, mais fácil e chances de sucesso tem o tratamento”.
Consulte um médico para a avaliação dos Sintomas da Dor
A médica do CREB diz que muitas vezes pode se confundir os sintomas de problemas na coluna cervical e a síndrome de túnel do carpo.
“Um especialista saberá distinguir e dar o diagnóstico correto. E temos um exame, a eletroneuromiografia, que elimina qualquer dúvida. É muito importante iniciar logo o tratamento, que deverá ser adaptado caso-a-caso, podendo ser utilizado medicamentos, fisioterapia analgésica, cinesioterapia e acupuntura. Quando tratamos a síndrome de túnel de carpo logo no início, há boas chances de recuperação sem a necessidade de cirurgia”, explica ela, citando como causa da patologia trauma Lesão por Esforço Repetitivo (LER), doenças sistêmicas (como diabetes, lupus e artrite reumatóide), além da gravidez (devido a alta retenção de líquido).
Síndrome de túnel de carpo
A síndrome de túnel de carpo é uma das principais queixas que chegam ao consultório da Dra. Renata, mas não é a única. Muita gente a procura com tendinite De Quervain, que é a inflamação do tendão no polegar. “O paciente sente dor no punho, no polegar e muitas vezes irradiando-se para o ante braço, e tem dificuldade de fazer o movimento ao utilizar força e pressão com o polegar. As causas podem ser um trauma e Lesão por Esforço Repetitivo (LER), entre outras”, explica.
Uma terceira queixa muito comum é o chamado “dedo em gatilho”. Segundo a médica do CREB, trata-se de um processo inflamatório entre a palma da mão e o início dos dedos, onde forma-se um calo. “Em estágios mais avançados, pode aparecer uns estalos e aprisionamento do dedo, precisando ajuda para liberá-lo para o movimento, como se fosse gatilho, daí o nome. a boa notícia é que há tratamento que deve ser indicado caso-a-caso. No CREB, dispomos de um aparelho fisioterápico de crochetagem, que pode ser útil para esse tratamento e que faz parte de protocolos de tratamento que temos para esse fim. Poucas clínicas dispõem desse aparelho”, ressalta ela.
A Dra. Renata Rosenfeld orienta a pessoa que sente dores nos punhos ou mãos a procurar um especialista o quanto antes, para a situação não se agravar. Segundo ela, o tratamento no início da lesão é sempre mais fácil. “Muitas vezes, a pessoa acha que a dor será passageira e convive com ela por um tempo. Aí percebe que a dor não passa e o quadro se agrava. Se sentir dor, deve procurar um médico, que poderá dar o diagnóstico e receitar o tratamento adequado – finaliza ela.
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