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Psicologia para ampliar os resultados do tratamento

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Os pacientes do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – contam, desde fevereiro, com uma novidade que irá fortalecer ainda mais seus tratamentos na clínica. Trata-se do serviço de aconselhamento psicológico, realizado pela psicóloga Dani...

Os pacientes do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – contam, desde fevereiro, com uma novidade que irá fortalecer ainda mais seus tratamentos na clínica. Trata-se do serviço de aconselhamento psicológico, realizado pela psicóloga Daniela Maleh, em horários pré-estabelecidos e, o que é importante destacar, sem custo algum para o paciente.

O trabalho de psicologia engloba um espaço para que o paciente possa se expressar

 

Daniela explica que o aconselhamento psicológico fortalece e completa o tratamento de pacientes com queixas de dor, seja por problemas articulares, de coluna, com dificuldade de movimento ou outros. Ela pontua que a dor incapacitante traz tristeza e até depressão. E que o paciente sente necessidade de falar sobre isso.

– O trabalho de psicologia engloba um espaço para que o paciente possa se expressar, afim de buscar uma melhor compreensão de si próprio. É a partir desta compreensão que ele poderá gerar uma mudança. É fundamental estarmos em movimento, sempre pensando na melhor forma de como lidar com as nossas questões do cotidiano – diz.

O CREB é a primeira clínica de reumatologia, ortopedia e fisiatria a oferecer esse serviço aos seus pacientes. Mais informações devem ser obtidas na recepção da clínica ou pelo telefone (21) 3182-8282.

– Juntos buscamos uma melhor compreensão da vida do paciente e de suas questões. Estando o paciente disposto a investir de todas as formas, inclusive emocionalmente no processo terapêutico, as chances de que ele viva melhor, dentro do que busca, são muito maiores. Quando conseguimos entrar no processo e compreender os nossos sentimentos, a forma de lidar com a dor pode ter um novo significado, tornando-a mais leve – finaliza Daniela Maleh.


Utilização da TOC aprovada nas Olimpíadas de Beijing

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A Comissão Organizadora dos Jogos Olímpicos de Beijing aprovou  a utilização da TOC – Terapia de Ondas de Choque – no evento. Entre as doenças mais freqüentes estavam a fascite plantar, esporão de calcâneo, a epicondilite, tendinite do quadril e a tendinite do Aquiles, entre outras. Segundo pesquisa da comissão, os atletas aprovaram o uso da TOC, que acelerou a melhora do problema na grande maioria dos casos.

– A TOC, que são na realidade ondas acústicas  que ajudam na melhora do  processo de inflamação e na regeneração  da área lesada, já está sendo utilizada no dia-a-dia de vários clubes, para esportes como futebol, entre outros, principalmente na Europa. A TOC promove um retorno rápido do atleta às suas atividades, não utiliza medicação, não é invasivo e é aplicado no consultório. Nas Olimpíadas, a satisfação foi muito grande porque na maioria das vezes o tratamento apresentou melhora considerável , liberando o atleta para suas atividades – explica o ortopedista do CREBCentro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, e especialista em medicina do esporte, Dr. João Marcelo Amorim.

Além de Beinjing, a TOC foi adotada nas Olimpíadas de Atenas, em 2004, e, ainda, nos Jogos Panamericanos, no Rio de Janeiro. A TOC é hoje o que há de mais moderno no combate a tendinite de ombro, quadril, cotovelo e joelho, bursites, fascite plantar e esporão de calcâneo, tendo inclusive aprovação da exigente agência norte-americana FDA – Food Drug Administration. Muito indicado pelos médicos nos Estados Unidos e na Europa, está conquistando seu espaço no Brasil, pela sua eficácia e os ótimos índices de sucesso em todo mundo. Outro ponto extremamente importante é o custo: a Terapia por Ondas de Choque custa de oito a dez vezes menos que uma cirurgia e ainda diminui os riscos do paciente com a internação em hospital. Alguns tratamentos podem ser associados à TOC, como a acupuntura, a hidroterapia e a reabilitação física (fisioterapia), também disponíveis no CREB.


Excesso no uso do Whatsapp aumenta risco de doenças, como tendinite e artrite

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O uso excessivo do Whatsapp pode ser prejudicial a nossa saúde, e adolescentes e jovens adultos, os maiores usuários, podem ser os que mais sofrem com essa questão: o uso excessivo do aplicativo de mensagens aumenta o risco de doenças como mialgia, t...

O uso excessivo do Whatsapp pode ser prejudicial a nossa saúde, e adolescentes e jovens adultos, os maiores usuários, podem ser os que mais sofrem com essa questão: o uso excessivo do aplicativo de mensagens aumenta o risco de doenças como mialgia, tendinite e até mesmo artrite.

Síndrome de WhatsAppinite

A principal queixa de quem utiliza em demasia o celular, principalmente digitando mensagens, é a dor na base do polegar e nos pulsos. E se você já sentiu dores assim durante e após longos períodos de digitação, saiba que não está só. Em 2014 criou-se nos Estados Unidos até um termo para o problema: Síndrome de WhatsAppinite, uma referência à tendinite.

“A verdade é que os aparelhos celulares não são totalmente adaptados ao nosso corpo. Usamos o polegar para navegar na internet, para digitar mensagens e comandar o aparelho, de forma excessiva. Recebemos muitos pacientes no consultório com dores no polegar, no pulso e até na cervical, já que inclinamos o pescoço para baixo, para visualizar a tela do aparelho. Há inúmeros casos de tendinite, artrite e mialgia que têm a ver, também, com esse uso excessivo do aparelho”, garante o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.


O Dr. Antônio sabe bem que o celular é um aparelho indispensável nos dias de hoje, mas ressalta que é preciso ter alguns cuidados para não transformar uma utiliza em um problema de saúde. Ele diz que é necessário fazer uso consciente da tecnologia. Ele recomenda, por exemplo, se em vez de enviar ou responder uma mensagem de texto, não cabe uma mensagem de voz ou mesmo um telefonema.

– O celular tem um recurso que oferece a palavra inteira ao digitar apenas algumas letras. Use isso. Faça pausas regulares no uso do seu celular e demais aparelhos eletrônicos. Se sentir dor, faça uma pausa e consulte um especialista – finaliza ele.



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