Reumatismo: é possível reconquistar a qualidade de vida perdida
Existem mais de cem tipos de reumatismo, afecção aguda, crônica, com quadro de dor articular ou alterações dos músculos e ossos, que acomete mais de 12 milhões de brasileiros, inclusive crianças. “Para entender e poder atuar em um quadro tão amplo de...
Existem mais de cem tipos de reumatismo, afecção aguda, crônica, com quadro de dor articular ou alterações dos músculos e ossos, que acomete mais de 12 milhões de brasileiros, inclusive crianças. “Para entender e poder atuar em um quadro tão amplo de doenças, o reumatologista precisa ter conhecimento clínico de diversas outras áreas, como a dermatologia, neurologia, oftalmologia, cardiologia, pneumologia, nefrologia e ortopedia, entre outras. O conhecimento dessas áreas é de suma importância, para tratar das doenças reumáticas, que afetam o aparelho osteoarticular, além de músculos, tendões, ligamentos e todas as estruturas que compõe o movimento”, afirma a reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, Elisa Fernandes de Melo.
Segundo ela, para facilitar o entendimento desse amplo quadro de doenças, o reumatismo é dividido em reumatismo degenerativo, reumatismo inflamatório e reumatismo das partes moles. “A artrose é um caso clássico e absolutamente comum no reumatismo degenerativo, cuja principal característica é o processo destrutivo progressivo da cartilagem articular. Já o reumatismo inflamatório é aquele que agride a membrana sinovial, que mantém a integridade do ambiente intra-articular e produz o líquido sinovial, para nutrição da cartilagem e facilitador do movimento. São várias as doenças desse grupo, como a gota, as doenças infecciosas causas por vírus ou bactérias, doenças difusas do tecido conjuntivo, entre outras. Em relação às doenças das partes moles, as mais comuns são a tendinite, a bursite e a fibromialgia”, explica a Dra. Elisa.
“Em geral, as doenças reumáticas começam quase sempre a partir de uma simples dor. Muitas delas se confundem entre si. O importante é que o paciente procure um fisiatra ou reumatologista ao menor sinal de dor nas articulações ou músculos, na coluna, se apresenta alguma rigidez articular ou edema nos músculos, tendões e articulações. O tratamento do reumatismo é sempre individualizado. Além de medicamentos, alimentação saudável e prática regular de exercício físico orientado, adotamos no CREB, com muito sucesso, protocolos que incluem hidroterapia, em nossas duas piscinas exclusivas para a atividade, acupuntura, pilates terapêutico e RPG”, garante ela.
Lombalgia é uma das campeãs do afastamento do trabalho
A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que nada menos do que oito em cada dez pessoas, ou seja, 80% da população, irá sofrer, pelo menos uma vez na vida, com dores na região lombar. A lombalgia é uma das campeãs do afastamento do trabalho: segundo dados do INSS (Instituto Nacional da Seguridade Social), 100 mil profissionais são afastados do trabalho anualmente, a maioria por conta deste distúrbio. E segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 5,4 milhões de brasileiros têm algum problema na coluna vertebral.
Segundo o INSS, 100 mil profissionais são afastados do trabalho por ano pelo distúrbio
“A lombalgia apresenta dores na região lombar, as vezes com sensação de dormência. Se não tratada, a dor aumenta e pode se tornar crônica e trazer outros problemas. É preciso tratar imediatamente. Muita gente apresenta esse quadro, mas pessoas com sobrepeso, que não praticam exercício regularmente e quem tem vícios de postura são as mais acometidas pela lombalgia”, explica a reumatologista Liseth Acochiri, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
A médica do CREB alerta sobre a necessidade de se procurar um especialista. “Quem d enós nunca sentiu dor lombar? A gente acha que foi um mal jeito qualquer, ou uma noite mal dormida, e não dá a devida atenção ao problema. Ao menor sinal de dor, um médico especialista deve ser consultado. Porque a dor lombar pode indicar uma infecção, uma inflamação ou uma hérnia de disco, entre outros problemas, como uma artrose. Somente um médico poderá avaliar e propor o melhor tratamento”, afirma.
Segundo a Dra. Liseth, existem basicamente dois tipos de lombalgia, crônica e aguda. A crônica é mais comum em pessoas com idade mais avançada, já a aguda pode surgir a partir de uma inflamação das estruturas da região lombar e é mais comum em jovens, normalmente após a realização de um esforço físico extra. “O tipo e grau da lombalgia indicarão o melhor tratamento, que prevê medicamento e protocolos que incluem hidroterapia, RPG, Pilates e acupuntura, crioterapia compressiva e eletroterapia, serviços oferecidos pelo CREB.
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Reumatologista do CREB explica como reduzir risco de queda
Como reduzir o risco de queda? Essa é uma pergunta que toda a pessoa da terceira idade e seus familiares fazem quando vão a um consultório médico. Trata-se de uma pergunta extremamente oportuna, porque os índices de fratura do fêmur na terceira idade são enormes e preocupantes.
“À medida que envelhecemos, nossos reflexos tornam-se mais lentos e nossos ossos se tornam mais frágeis, podendo aumentar a probabilidade de uma queda”, explica a Dra. Isis Dutra Marques, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Ela pontua que apresentam um maior risco de sofrer quedas pessoas com mais de 65 anos, que tenha quatro ou mais dos seguintes fatores de risco: uma história prévia de quedas, artrite ou artrose, depressão, tonteira, doença crônica, como diabetes, e obesidade. “Há outros fatores de risco significativos: fraqueza do corpo inferior, deficiência de vitamina D, uso de alguns medicamentos (como sedativos ou antidepressivos), problemas de visão e dor no pé ou calçado ruim. É muito importante estar atento aos riscos presentes no ambiente domiciliar, tais como degraus irregulares ou tapetes espalhados pela casa”, acrescenta a médica do CREB.
Mas como essas pessoas podem reduzir o risco de queda? “É preciso assumir um papel ativo na prevenção de quedas para garantir sua própria segurança. Saber se você está em risco é o primeiro passo a ser dado”, garante ela. A Dra. Isis dá quatro dicas preciosas.
1-Exercite-se. Incorpore na sua rotina exercícios para fortalecer a musculatura e que também trabalhem o equilíbrio. Dentre as opções, o pilates permite o ganho muscular sem gerar impacto nas articulações.
2-Avalie sua pisada. A baropodometria é um teste que permite a avaliação da forma de pisar, e a correção individualizada da pisada, através de palmilhas. O CREB dispõe desse exame.
3- Avalie a massa óssea, através da densitometria óssea. A presença osteoporose, doença caracterizada pela perda de massa óssea, torna os ossos frágeis, sendo um fator de risco para fratura, no paciente com risco de queda. Também é possível realizar esse exame na clínica.
4- Modifique o seu ambiente. Limpe o seu caminho da desordem, como sapatos, livros e jornais jogados pelo chão. Livre-se de tapetes, ilumine o ambiente. Mantenha as coisas que você costuma usar facilmente acessíveis. Adicione barras de apoio no banheiro. Instale corrimãos em escadas.
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