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News | Viva sem dor

Síndrome do Piriforme - tratamento sem cirurgia

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Sente uma dor constante e profunda na região glútea, que pode ser irradiada para a coxa, com possível limitação de movimento?

Essa é a principal consequência da Síndrome do Piriforme, causada, entre outros motivos, pelo hábito de ficar muito tempo sentado, exagerados exercícios físicos para os glúteos, variações anatômicas nas quais o nervo ciático passa pelo ventre do músculo piriforme, presença de aderências locais ou bandas fibrosas que restringem o livre movimento do nervo e alterações intra-pélvicas.

Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada

O piriforme é um músculo que está localizado na região do quadril. Ele está bem próximo do nervo ciático e pode causar sua compressão, o que traz dor no local, podendo irradiar para a perna”, explica ele. Para diagnosticar essa síndrome, o médico fará uma avaliação clínica do paciente e poderá solicitar ultrassonografia, raio-x, ressonância magnética e um exame chamado eletroneuromiografia.

No CREB, contamos com um moderno exame chamado Avaliação Muscular Isocinética por Dinamometria Computadorizada, muito preciso e indolor, não invasivo, que indica qual músculo ou grupo muscular está hipotônico e deve ser fisicamente reabilitado. É preciso diferenciar a Síndrome do Piriforme de dores oriundas da coluna vertebral.

Para tratar a síndrome, são utilizados, segundo o médico do CREB, anti-inflamatórios, analgésicos e cinesioterapia. Na nossa clínica, optamos por protocolos que podem incluir hidroterapia, pilates terapêutico, eletroterapia e acupuntura, o que nos garante uma resposta mais rápida e alívio da dor. Mas se o problema persistir, podemos utilizar o Tratamento Por Ondas de Choque (TOC). São de três a cinco sessões, com excelente resposta.


Ossos enfraquecidos cada vez mais cedo

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A osteopenia, estágio inicial da osteoporose, costuma ser diagnosticada nas mulheres a partir dos 50 anos de idade.

Com a chegada da menopausa, os médicos solicitam exames de suas pacientes para verificar se há o problema, relacionado a alterações hormonais. Mas a redução da densidade dos ossos tem surpreendido mulheres cada vez mais jovens, por volta dos 40, aumentando o risco de fratura, alertam os especialistas.

Em 2010, quando tinha 38 anos, a atriz americana Gwyneth Paltrow quebrou uma perna, e foi diagnosticada com a doença. Segundo o presidente do Comitê de Doenças Osteometabólicas do Sociedade Brasileira de Ortopedia, Bernardo Stolnikci, uma das razões para a chegada precoce do mal é a má alimentação na infância e na adolescência. Nos dias d ehoje, jovens têm deixado de lado pratos balanceados e atividade física de impacto, o que resulta em problemas de saúde na vida adulta. “Muitos são sedentários e com pouco controle da parte nutricional”, observa.

Entre 7 e 14 anos há o ‘pico de massa óssea’. A partir do final da adolescência, não há mais ganho de densidade. “Nutrientes como cálcio ajudam a formar os ossos. Correr e pular corda garantem o bom funcionamento das células”.

Segundo Bernardo, a maioria dos pacientes procura ajuda só depois de fratura. O tratamento é com suplementação de vitamina D e cálcio. Há ainda remédios que inibem a perda de massa óssea. “Hoje há fórmulas manipuláveis em forma de ‘shake’ para tornar o tratamento mais agradável e fácil”, explica a farmacêutica Cláudia Souza, da Rede de Farmácia de Manipulação Officilab. A ‘papinha’ é feita, basicamente, de vitamina D3, cálcio, magnésio e licopeno.


Prevrefrat TELOS & CREB agora tem a chancela da ANS – Agência Nacional de Saúde

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O Prevrefrat TELOS & CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – agora tem a chancela do Agência Nacional da Saúde – ANS – que acaba de aprovar essa iniciativa. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar...

O Prevrefrat TELOS & CREB – Programa de Prevenção a Refraturas do Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – agora tem a chancela do Agência Nacional da Saúde – ANS – que acaba de aprovar essa iniciativa. O Prevrefrat CREB consiste em diagnosticar adequadamente a causa da fratura por fragilidade, estabelecendo diretrizes e parâmetros de tratamento, acompanhamento e monitoração dos resultados, num ambiente multidisciplinar. Esse trabalho já vem sendo realizado na clínica e conta, agora, com a aceitação da ANS.

Prevenção à refratura

“A osteoporose é uma doença que atinge homens e mulheres, geralmente depois dos 50 anos de idade, e que se caracteriza pelo aumento da fragilidade óssea e consequente maior propensão a fraturas. Estatísticas revelam que em todo o mundo, uma fratura osteoporótica ocorre a cada três segundos e que uma em cada três mulheres com mais de 50 anos terão fraturas osteoporóticas, assim como um em cada cinco homens durante suas vidas. Uma fratura que ocorre por um pequeno trauma é o indicador mais forte de risco de futura fratura. Se isso ocorreu, é porque o osso está frágil. Um paciente com fratura por baixo trauma têm quase quatro vezes maior risco para fraturas futuras. Pacientes com uma fratura vertebral terá novas fraturas vertebrais em até três anos. De todas as fraturas, a mais devastadora é a do quadril, por apresentar taxa de mortalidade elevada nos primeiros 12 meses após a fratura. O custo social e econômico das fraturas é bastante elevado”, explica o ortopedista e coordenador do Prevrefrat e de doenças osteometabólicas do CREB, Bernardo Stolnick.

Segundo as estatísticas, as fraturas osteoporóticas, especialmente as de fêmur, matam 3 vezes mais que as doenças cardíacas e 8 vezes mais que o câncer de mama. Em 2010, o impacto financeiro das fraturas na Europa chegou a nada menos do que 31 bilhões de Euros. Já nos Estados Unidos, nesse mesmo ano, o custo foi de 28 bilhões de dólares. O Prevrefrat CREB tem como objetivo reduzir a refratura, tratando quem já teve uma fatura prévia. Segundo o Dr. Bernardo, o Prevrefrat CREB adota protocolos consagrados de diagnóstico e tratamento de pacientes com fraturas por fragilidade óssea. “A aplicação destes protocolos por nossos especialistas no CREB, nossa planta física e a eficiência nos serviços auxiliares indispensáveis ao programa conferem excelentes resultados na diminuição da incidência de fraturas subsequentes”, garante ele.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
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  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619