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CREB amplia sua equipe de reumatologistas já no início do ano

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – começou o ano ampliando sua equipe de reumatologistas, oferecendo, assim, cada vez mais opções e horários para seus pacientes. A Dra. Isis Dutra Marques atua nas áreas da reumatologia, clínica mé...

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – começou o ano ampliando sua equipe de reumatologistas, oferecendo, assim, cada vez mais opções e horários para seus pacientes.

A Dra. Isis Dutra Marques atua nas áreas da reumatologia, clínica médica e medicina intensiva e é especialista em densitometria clínica. “Cumpri a residência médica de clínica no Hospital Naval Marcílio Dias, concluindo em 2003, e no ano seguinte ingressei na especialização em reumatologia na UFRJ, concluindo em 2006. Neste mesmo ano, prestei concurso para obtenção do título de especialista em Clínica Médica pela Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) e Associação Médica do Brasil (AMB), obtendo aprovação.  Em 2007, fui certificada em Medicina de Urgência e Emergência e também em Densitometria Clínica pela ISCD (EUA)”, resuma ela.

A equipe do CREB deseja à reumatologista boas-vindas e sucesso em sua nova jornada profissional.


Exercício físico contra a osteoporose

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Uma das consequências naturais do envelhecimento é a perda da massa óssea.

Mas uma perda em níveis elevados resulta na osteoporose, um problema cada vez maior em todo o mundo. Segundo estatísticas, apenas no Brasil dez milhões de pessoas sofrem da doença, entre os quais 65% são mulheres. “Causada, entre outros motivos pela deficiência de cálcio, a osteoporose é uma doença silenciosa, que enfraquece os ossos. Silenciosa porque muitas vezes só se percebe a doença quando a pessoa cai e fratura um osso”, explica Eduardo Sadigurschi, fisiatra e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia.

Problemas da Osteoporose

Um dos maiores problemas gerados pela osteoporose, alerta o médico, é o aumento considerável da probabilidade de fraturas nos ossos. E a recuperação é bem mais difícil. A International Osteoporosis Foundation – IOS (Fundação Internacional de Osteoporose) realizou um estudo que demonstra que fraturas no quadril são invariavelmente associadas com dor crônica, redução de mobilidade, incapacidade e aumento do grau de dependência. De acordo com a idade, estado clínico e gravidade da fratura podem ocorrer complicações e até mesmo o óbito.

Mas se não pode ser evitada, a osteoporose pode ser prevenida e tratada. A chamada osteopenia é um estágio anterior à doença e neste caso exercícios regulares podem prevenir a progressão para osteoporose. “Se a pessoa tem a tendência de ter a doença, não poderá evitá-la. Mas poderá retardá-la, buscando uma melhor qualidade de vida. Realizar exercícios físicos regularmente, tomar sol sempre e buscar uma dieta rica em cálcio são atitudes fundamentais na prevenção. Realizar um exame chamado densitometria óssea também ajuda muito em um tratamento de prevenção”, diz o Dr. Eduardo Sadigurschi.

Vantagens dos Exercícios físicos

O médico do CREB explica que a prática de exercícios físicos é fundamental, mas deve ser orientada por um médico reumatologista ou fisiatra. “Um dos fatores determinantes na fixação do cálcio é o chamado efeito piezo elétrico, que é a troca de cargas positivas e negativas entre a superfície e a parte interna do osso. Obtemos esse efeito quando ocorre a estimulação do osso. E isso pode ser gerado através de exercícios, como acontece com o fortalecimento muscular. Mas ressalto que deve haver um acompanhamento profissional”, ensina.

– A prevenção é sempre o melhor caminho. E a melhor forma de prevenir a osteoporose é praticar exercícios regulares, ter uma alimentação rica em cálcio e tomar sol sempre que possível – finaliza ele.


Principais doenças osteometabólicas: Sintomas, diagnósticos e tratamentos

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As doenças metabólicas que afetam os ossos da pessoa acometida são chamadas de doenças osteometabólicas. Em geral, são transtornos do metabolismo dos ossos, ocasionando perda da massa óssea, o que causa fragilidade aos ossos e aumenta a incidência de fraturas, mesmo diante de quedas leves. “As principais doenças osteometabólicas são a osteoporose, em seus diferentes tipos, como a osteoporose senil, a osteoporose pós-menopausa e a osteoporose induzida por medicamentos, o raquitismo, a osteomalácia, o hiperparatiroidismo primário e a doença de Paget, entre outras”, relata o reumatologista Eduardo Sadigurschi, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

Ele explica que a causa de uma doença osteometabólica é o desequilíbrio entre a formação de osso e o remodelamento ósseo. “Para o diagnóstico, o médico assistente poderá solicitar exames laboratoriais que sugerem alteração no metabolismo ósseo. Ele poderá avaliar os níveis de cálcio, fósforo sérico, vitamina D, paratormônio e fosfatase alcalina, e também solicitar raio-X e um exame chamado densitometria óssea, que mede a massa óssea do paciente”, diz o Dr. Eduardo.

Osteoporose, doença silenciosa

O reumatologista do CREB pontua que a osteoporose é uma questão muito séria, considerado um problema de saúde pública. No Brasil, aponta ele, de 35% a 52% das mulheres e 19% a 39% dos homens acima de 50 anos são acometidos pela osteoporose, a principal doença osteometabólica. “Costumamos dizer que se trata de uma doença silenciosa, por na maior parte dos casos aparece quando há uma fratura, após um tombo. O que queremos é justamente evitar a fratura. A densitometria óssea é um exame que todas as mulheres pós-menopausa e homens após os 70 anos devem fazer, porque indica com antecedência a escalada da osteoporose. E, assim, podemos agira rápido”, esclarece o Dr. Eduardo.

Segundo ele, os fatores de risco das doenças osteometabólicas são:

- idade avançada;

- raça branca e/ou descendência asiática;

- histórico pessoal de fratura por fragilidade;

- histórico familiar de fratura por fragilidade;

- sexo feminino;

- histórico de tabagismo (inibe a multiplicação dos osteoblastos);

- etilismo;

- uso de glicocorticoide;

- ingestão inadequada de cálcio, fósforo e vitamina D.

As doenças osteometabólicas têm cura?

Não há, ao menos por ora, um tratamento que leve á cura de uma doença osteometabólica. No entanto, o tratamento pode devolver a qualidade de vida perdida e ajudar a evitar a fratura. “O tratamento é individualizado, medicamentoso, o paciente deve optar por uma dieta especial e praticar atividade física regular e orientada”, resume o reumatologista.

“A melhor forma de se prevenir é praticando atividade física regular, se expor ao sol regularmente, se alimentar bem, com maior atenção a alimentos ricos em cálcio, e manter acompanhamento médico”, finaliza o Dr. Eduardo.



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