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Os cuidados com a atividade física no inverno

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O inverno começa oficialmente no dia 21 de junho, e termina em 22 de setembro.

Não é tempo apenas de se agasalhar, tomar chocolate quente, comer fondue e viajar para a serra. É tempo de tomar alguns cuidados com sua atividade física: o principal é não deixar de praticar sua atividade física regular.

– É muito comum as pessoas pararem suas atividades físicas no inverno. Quem faz natação, por exemplo, pensa duas vezes antes de ir para a aula, incomodado com o frio. O mesmo vale para quem pratica atividade física ao ar livre, como correr na beira da praia ou jogar futevôlei na areia. O frio nos convida a fica em casa, e isso não é nada bom – alerta o ortopedista, especialista em medicina esportiva, João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, e médico do Flamengo.

O frio é o maior inimigo da atividade física

No inverno, o frio é o maior inimigo da atividade física. Segundo o Dr. João Marcelo, ao interromper a atividade regular, a pessoa perde seu condicionamento físico e fica exposta aos quilos extras, já que outra característica do inverno é que a gente come mais alimentos engordativos.

– A gente se acostuma, bate o desânimo, é muito mais difícil voltar depois. É preciso estar atento a isso. A atividade física deve ser regular. Mas alguns cuidados devem ser tomados por aqueles que não interrompem sua atividade física. Lesões por falta de aquecimento são muito comuns no inverno. Antes de iniciar a atividade, seja ela qual for, é preciso se aquecer, e se aquecer bem. Utilize roupas que o deixam aquecido, se hidrate e prefira horários mais adequados, quando o frio é menor – finaliza ele.


CREB dá apoio à feira da cultura e turismo em Botafogo

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dá apoio cultural à Feira de Cultura & Turismo de Botafogo, que acontece no dia 16 de maio, domingo, das 12h às 19h.São vários eventos de música, moda, gastronomia e história no bairro onde o CREB está localizado há 30 anos. O evento tem programação para todos os gostos. Ao meio dia, no Largo dos Leões, acontecerá uma corrida de garçons. Na rua Visconde de Caravelas, entre as ruas Real Grandeza e Conde de Irajá, haverá atividades como contação de histórias, será montado um brechó de brinquedos e acessórios infantis e uma exposição de artesanato e antiguidades. Às 13h  e as 14h estão marcadas sessões de música clássica. Na rua Henrique de Novaes, entre as ruas São João Batista e Real Grandeza, acontecerá a feira carioca de vinil, mercado de novos estilistas, desfile de moda (15h), show de novas bandas (15h) e pagode (17h), no Boteco Salvação. Haverá, ainda, passeios guiados com história e arquitetura pelo bairro. O CREB oferece o apoio cultural ao evento por acreditar que, desta forma, está contribuindo para fazer de Botafogo um bairro cada vez melhor.


Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado

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Maioria dos amputados ainda sentem o membro amputado

É verdade, e há explicação para isso: em sua maioria, pessoas que sofreram algum tipo de amputação ainda sentem o membro amputado. É o que a medicina chama de dor do membro fantasma. Estudos científicos indicam que de 90% a 98% dos pacientes sofrem do membro fantasma logo após a amputação ou perda do membro, tanto inferiores quanto superiores.

“O membro fantasma é a sensação de que um membro removido ou amputado ainda está presente ali, desempenhando suas funções. A pessoa amputada geralmente ainda sente sensações daquele membro, inclusive dor. Tal situação acontece devido às alterações que ocorrem no córtex do cérebro, após a amputação de um determinado membro. O cérebro ainda recebe sinais a partir das terminações nervosas que originalmente são fornecidas por sinais deixados pelo membro amputado”, explica o fisiatra Antônio D’Almeida Neto, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.

A clínica conta com um setor de reabilitação para amputados de membro inferior, tanto em fase pós-operatória mediata, visando preparo de coto, quanto na fase de protetização. O Dr. Antônio esclarece que pacientes amputados podem sentir até cócegas, contrações, formigamento, fisgadas, dormência e dor aguda, e também frio e calor. “Podem ser sintomas leves para uns, mas para outros debilitantes e que interferirem nas atividades o dia a dia. Entre os fatores de risco que contribuem para essa síndrome estão dor ou infecção antes da amputação, presença de coágulos de sangue no membro amputado, amputação traumática e o tipo de anestesia utilizada durante a amputação”, afirma o fisiatra do CREB.

O Dr. Antônio ressalta que há tratamento, utilizando-se relaxamento muscular, biofeedback e acupuntura, além de medicamentos. Cada caso é analisado individualmente. O CREB conta com um ginásio específico, com o que de melhor existe em termos de avaliação e equipamentos, bem como orientação na escolha da melhor e mais adequada prótese para cada caso.



Atendimento médico especializado no Rio de Janeiro:

  • BARRA DA TIJUCA:   Av. das Américas, 700 - Bloco 8 - Loja 320 - Città Américas
  • BOTAFOGO:   Rua Voluntários da Pátria, 408
  • COPACABANA:   Rua Barata Ribeiro, 774 - ao lado do metrô
  • LEBLON:   Av. Ataulfo de Paiva, 355
  • MÉIER:   Rua Dias da Cruz, 13 - ao lado da estação Méier

Atendimento médico Ortopedia e Fisioterapia em São Paulo:

  • SANTO AMARO:   Av. Santo Amaro, 5702
  • INTERLAGOS:   Av. Interlagos, 1989
  • TATUAPÉ:   Rua Apucarana, 1619