Trabalhadores que passam o dia sentados ou de pé precisam se consultar com um especialista
A jornada de trabalho traz cansaço e estresse, mas centenas de milhares de trabalhadores terminam seu dia exaustos, com dores na coluna e ou nas pernas. São aqueles que passam o dia inteiro sentados, como motoristas de táxi e cobradores, ou em pé, co...
A jornada de trabalho traz cansaço e estresse, mas centenas de milhares de trabalhadores terminam seu dia exaustos, com dores na coluna e ou nas pernas. São aqueles que passam o dia inteiro sentados, como motoristas de táxi e cobradores, ou em pé, como vencedores ou seguranças. O excesso de peso, vícios de postura e inatividade física agravam esse quadro.
Dores na coluna e nas pernas
“Ao menor sinal de dor, um especialista deve ser consultado. Isso é básico. O paciente não deve nunca se automedicar, porque só um especialista pode apresentar um diagnóstico correto. Temos, no CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – um completo programa de tratamento que tem a solução para inúmeros problemas. utilizamos hidroterapia, RPG, Pilates, Acupuntura, Manipulação Vertebral/Osteopatia, Mesoterapia, Ginástica Corretiva, Eletroterapia e terapias manuais-Cinesioterapia. Temos protocolos de tratamentos para os vários problemas da coluna vertebral. O tratamento é individualizado”, explica o ortopedista do CREB, Dr. Márcio Taubman.
O Dr. Márcio afirma que tais profissionais devem estar atentos porque têm grandes chances de apresentar alterações e lesões como tendinite no punho e no ombro, epicondilite (problemas de cotovelo), entre outros problemas em toda a coluna. Ele afirma que precisam aprender a sentar corretamente. Ou seja, se a cadeira não for ergonômica, utilize uma pequena almofada, mais endurecida, atrás das costas, para preencher o espaço entre a coluna e o encosto da cadeira
– É preciso fazer alongamentos regulares, a cada duas horas ao longo de toda a jornada de trabalho. Um vendedor fica quase todo o dia em pé, é comum que ele tenha um quadro de dores frequentes, com irradiação para os membros inferiores. Uma dica é usar calçados confortáveis e com amortecimento. Um especialista deve ser consultado, para uma avaliação e para orientar o paciente. A prevenção é sempre o melhor remédio – finaliza o ortopedista do CREB.
Capsulite adesiva tem tratamento
A Capsulite adesiva, também conhecida como “ombro congelado”, apresenta dor e rigidez da articulação glenoumeral aos movimentos realizados passivamente. Segundo a fisioterapeuta Júlia Cavalcante Xavier, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo, em geral a doença se dá devido à longos períodos de imobilidade que causam o desuso da articulação.
A doença tem três fases: a congelante, a adesiva e a de resolução
“Na capsulite adesiva, ou “ombro congelado”, ocorre um processo inflamatório dentro da articulação que leva a uma redução progressiva do fundo de saco axilar, a um encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e a um aumento da espessura da capsula a qual perde seu alongamento”, explica a fisioterapeuta. Segundo ela, a causa desta patologia não é muito bem definida, por conta de uma variedade de fatores que contribuem com a rigidez articular.
O ortopedista Ricardo Sheps, do CREB, acrescenta que mesmo em repouso, o paciente sente uma dor intensa, principalmente pela noite. “A mobilidade torna-se rapidamente limitada em todos os movimentos do ombro. Ocorre um processo inflamatório dentro da articulação levando ao encurtamento de todos os ligamentos, a formação de aderências e ao aumento na espessura da cápsula”, explica o médico.
A doença tem, segundo explica o médico do CREB, três fases: a fase congelante e dolorosa, que dura de dez a 26 semanas e há aumento gradativo da dor; a fase adesiva, de 4 a 12 meses, quando a dor começa a diminuir, e a fase de resolução, de 12 a 42 meses, quando há melhora progressiva do ombro. “O diagnóstico é feito por exame de radiografia e clínico”, diz ele.
A boa notícia é que a doença pode ser tratada e curada. “Dentro dos tratamentos fisioterapêuticos convencionais mais utilizados estão a crioterapia, recursos de eletroterapia e termoterapia, a cinesioterapia convencional ou a utilização de técnicas manuais específicas, todas com o objetivo de aliviar a dor e retomar a biomecânica normal da articulação do ombro. O alongamento é uma manobra terapêutica, que tem como finalidade aumentar o comprimento de estruturas que foram encurtadas devido a patologia. A mobilização passiva das articulações também pode ser uma das técnicas de tratamento, com a intenção de soltar a articulação e nutrir a cartilagem com a estimulação da produção de líquido sinovial, com o objetivo de “soltar” a articulação do ombro. A fisioterapia pode ser associada a termoterapia e cinesioterapia objetivando aumentar a amplitude de movimento do membro superior afetado. Quanto mais precoce, melhor o prognóstico do paciente, sendo a fisioterapia imprescindível para o retorno do paciente as atividades de vida diária, pois a capsulite limita muito o movimento do indivíduo”, finaliza o Dr. Ricardo.
Aconselhamento psicológico amplia atendimento individualizado oferecido pelo CREB
Há mais de 40 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – se destaca justamente por se preocupar com o paciente de forma individualizada, oferecendo um tratamento único para cada um. Nesse sentido, desde fevereiro, vem oferecendo gra...
Há mais de 40 anos, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – se destaca justamente por se preocupar com o paciente de forma individualizada, oferecendo um tratamento único para cada um. Nesse sentido, desde fevereiro, vem oferecendo gratuitamente aconselhamento psicológico, ampliando ainda mais esse olhar exclusivo e individualizado.
É preciso cuidar do corpo e da mente
“Contamos com diversos meios para conseguirmos oferecer um bem estar maior ao paciente, entre eles a hidroterapia, a fisioterapia, a eletroterapia, a acupuntura, o RPG, o Pilates Terapêutico, dentre outros. Temos também atenção e reabilitação física para alterações da marcha e do equilíbrio, alterações neurológicas e cuidados e tratamento para urgências e incontinência urinária. Adicionamos a tudo isso o aconselhamento psicológico. É preciso cuidar do corpo e da mente”, afirma a psicóloga do CREB, Daniela Maleh.
Segundo ela, as dores no joelho e nas articulações, que pode ter diversas causas e origens, também são foco de preocupação da clínica. “A dor e em alguns casos a imobilidade trazem dificuldades para o paciente em suas atividade diárias e cotidianas. Frequentemente, percebemos desanimo e tristeza no paciente que gostaria com que seu corpo respondesse tão bem como a sua mente. Em casos como este, é benéfico ao paciente um tratamento complementar ao cuidado médico, ou seja, um apoio emocional, que disponibilizamos para nossos pacientes”, finaliza ela. Mais informações sobre o serviço de psicologia na recepção da clínica.
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