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Pacientes com Alzheimer devem fazer reabilitação física

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O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe de um setor específico e equipado com diversos aparelhos de ponta e profissionais especializados para o tratamento da doença de Alzheimer. Segundo o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Ha...

O CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – dispõe de um setor específico e equipado com diversos aparelhos de ponta e profissionais especializados para o tratamento da doença de Alzheimer. Segundo o Coordenador da Fisioterapia do CREB, Handerson Meurer, as condutas fisioterápicas ajudam a retardar a progressão e efeitos dos sintomas da doença, evitar ou diminuir complicações e deformidades, manter as capacidades funcionais do paciente, manter ou devolver a atividade funcional das articulações, evitar contraturas e encurtamentos musculares, evitar a atrofia por desuso e fraqueza muscular. “Também desenvolvemos um trabalho de posturas corretas, treino do padrão da marcha e equilíbrio”, acrescenta ele.

O Alzheimer tem como característica a atrofia do córtex cerebral

Handerson explica que a doença de Alzheimer tem como característica a atrofia do córtex cerebral. “O envelhecimento normal do cérebro é acompanhado de atrofia. Há uma superposição no grau de atrofia do cérebro de pacientes idosos com Alzheimer e pessoas afetadas pela doença. Ao exame microscópico, há perda tanto de neurônio como de neurópilo no córtex e, ocasionalmente, se observa uma desmielinização secundária na substância branca subcortical. Com o uso da morfometria quantitativa, a maior perda é a de grandes neurônios corticais. Os achados mais característicos são placas senis e emaranhadas neurofibrilares argentofílicos”, afirma o profissional do CREB.

Buscar uma melhor qualidade de vida para o paciente é imperativo. E a reabilitação física tem um papel fundamental. Handerson conta que o CREB tem muita experiência no atendimento a pacientes com Alzheimer, que recebem um atendimento absolutamente individualizado. “A doença apresenta vários estágios. Atendemos cada paciente de forma única, com todo carinho e atenção que ele merece. Traçamos uma estratégia de atendimento para cada paciente”, conclui o fisioterapeuta.


Alimentação rica em cálcio e novos medicamentos no tratamento da osteoporose

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O Brasil contabiliza, hoje, mais de 20 milhões de pessoas com osteoporose, doença que é caracterizada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea. Tais números tornam a osteoporose um problema de saúde pública, que preocupa cada vez mais as autoridades e a classe médica. Se não bastassem tais números, mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos são acometidos por esta doença no país. A osteoporose é, de fato, a principal causa de fraturas por baixo impacto, especialmente em mulheres na pós-menopausa e em idosos, e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, consequentemente, deterioração da qualidade de vida.

A boa notícia é que há novidades no tratamento da osteoporose. Há novas medicações injetáveis, subcutâneas ou ministradas na veia do paciente, que facilitam a adesão. “Essas medicações podem ser ministradas a cada seis meses, em alguns casos até uma vez ao ano, sem grandes efeitos colaterais”, explica o ortopedista Bernardo Stolnicki, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo. Segundo ele, outra discussão muito importante é sobre o consumo de cálcio e vitamina D, nutrientes essenciais para a saúde do osso. “Recomenda-se que se consuma, em média, quatro porções por semana. Essas porções podem conter, por exemplo, dois copos de leite, um iogurte e queijo. Mas no Brasil a média de consumo é de menos de uma destas porções. Uma alimentação rica em cálcio é fundamental no tratamento da osteoporose”, avisa ele.

– A principal fonte de cálcio é láctea, ou seja, todos derivados do leite. Mas vegetais verde também devem ser consumidos, principalmente os verde escuro, como o espinafre e o brócolis. E peixe também é uma boa fonte de cálcio – explica o médico, pontuando que existe um exame, chamado densitometria óssea, que funciona como uma espécie de radiografia do corpo, possibilitando prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos.


Pilates provoca aumento da massa óssea e é excelente para quem tem osteoporose

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A osteoporose é caracterizada pela redução da quantidade e da qualidade da massa óssea.

E os números da doença são, de fato, alarmantes: no Brasil, mais de 30% das mulheres na pós-menopausa e 15% dos homens acima de 50 anos tem osteoporose. A doença é a principal causa de fraturas por baixo impacto e pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldade para locomoção e, consequentemente, deterioração da qualidade de vida.

É possível prevenir a osteoporose. Uma dieta rica em cálcio, desde a infância, atividade física regular, combate ao sobrepeso e ao vício do cigarro e do álcool são as atitudes a seguir.

O ortopedista Bernardo Stolnikci , do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia -, pontua que o diagnóstico da osteoporose é feito por meio da densitometria óssea, um exame indolor, não invasivo e preciso. “Centros modernos, como o CREB, fazem o exame, onde é possível prever o risco de fratura do paciente pelos próximos 10 anos. Assim, é possível prevenir sérios problemas no futuro”, explica o médico.

O diagnóstico da osteoporose é feito por densitometria óssea

O problema, aponta o Dr. Bernardo, é que a osteoporose é conhecida como uma epidemia silenciosa. “Na maior parte das vezes, a dor surge apenas quando ocorrem numerosas fraturas, geralmente na coluna, o que traz dor crônica e até incapacidade”, avisa ele. Por isso, a densitometria óssea é tão importante.

O médico ressalta que a osteoporose não é uma doença exclusiva da terceira idade, como muitos imaginam ser. Segundo ele, é cada vez maior o número de pacientes a partir dos 35 anos. Vale lembrar que a doença acomete duas vezes mais mulheres do que homens, porque elas têm menor massa óssea e a produção de estrogênio declina acentuadamente na menopausa, enquanto a produção de androgênio, testosterona em homens decresce gradualmente.

Com Osteoporose, como melhorar a qualidade de Vida?

O Dr. Bernardo diz que a prática de exercício físico regular, orientado pelo médico, é fundamental para quem tem osteoporose. Ele indica o Pilates, disponível no CREB. Qualquer pessoa pode fazer os exercícios propostos, dentro de suas limitações, não há desgaste físico e com os exercícios é possível favorecer o aumento da massa óssea.

“Obviamente que há limites, mas o osso pode alterar sua resistência a partir das tensões mecânicas. O tecido ósseo torna-se mais forte. Além disso, o Pilates reforça o equilíbrio, aumenta a força muscular e trabalha a coordenação motora do praticante”, finaliza ele.



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